Reunião de família
Nada acontece por acaso, aos trinta e sete anos eu estava de saco cheio das bebedeiras do meu ex, aproveitando que naqueles dias estava vencendo minha terceira licença premio e, com as duas anteriores averbadas, eu não podia acumular , resolvi usufruir dos noventa dias e assim que começou a contagem, larguei o bêbado. Para não ser importunada, fui descansar na casa do meu pai em outro Estado, fazendo assim companhia para ele que estava viúvo a três anos. Nos primeiros dias foi só festa revendo velhas amigas até que ao final de uma semana, meu pai com quase setenta anos caiu da moto quebrando os dois braços. Já no primeiro dia dele em casa, eu tive que leva-lo ao banheiro para urinar e me espantei com o tamanho de seu pinto, era pelo menos o dobro do pau do meu marido e bem mais grosso, mas como ele tinha quase setenta anos, achei que podia encarar a tarefa e não quis contratar nenhum cuidador. Minha irmã ao saber que eu cuidaria sozinha do nosso velho pai fez uma cara de sacana, não liguei. Naquele mesmo primeiro dia no banho, quando fui lavar aquele pau enorme, senti que ele tinha dado uma endurecida e quando o enxuguei, percebi que a ereção estava no meio do caminho, achando que aquilo era algo natural até fiquei meio excitada, mas era meu pai, não tinha dada demais. Na manhã seguinte o levei ao banheiro para sua primeira urinada do dia, me encantei com aquela maravilha, ele meio envergonhado, pediu para deixa-lo sentado no vaso e voltar depois para abrir o chuveiro. Ao ouvir seu pedido, entrei no banheiro e dei descarga ao virar para o box, vi aquele membro comprido e grosso com uma ereção que parecia de um garoto de vinte anos, meio encabulada abri a torneira do chuveiro o ensaboei e ao chegar em sua caceta, lavei com a boca cheia de saliva. Dei café a ele louca para me ver sozinha, assim que terminamos, o deixei assistindo televisão, me tranquei em meu quarto. Em rápida siririca que eu não tocava a anos e não recebendo pau a meses, gozei forte, chegando a perder o ar. Sai, tomei um banho gostoso e perto da hora do almoço vi que o velhinho estava se segurando, perguntei se ele queria urinar, ele disse que sim e o levei para o banheiro brigando com ele dizendo que ele tinha que falar. Naquela tarde, mais duas pegadas naquela rola descomunal estava me deixando desesperada e no fim da tarde quando fui lhe dar banho novamente aquele caceta estava com sua ereção máxima e não resisti, com ele embaixo do chuveiro com aquela carinha de pidão e a pica que parecia uma rocha ajoelhei na frente dele e sem nem questionar o fato de ser meu pai, engoli o quanto pude levando meu dedo a meu grelo tão duro quanto aquela caceta. Ele encheu minha boca com leite paterno e eu gozei logo em seguida. A situação ficou meio diferente entre nós dois, mas felizmente minha irmã e me cunhado vieram nos visitar os dois homens sentaram na sala, eu e minha irmã na cozinha. Falávamos baixinho quando ela do nada falou: O pai tem pintão, não tem? Disfarçando falei: Achei normal. Ela fez cara de espanto e falou: A piroca do seu ex é daquele tamanho. Achando que ela estava muito interessada, falei : Não deve ficar mais dura, olha a idade dele. Ela empolgada respondeu: Fica sim! No ato me toquei e falei na lata: Papai te comeu!. Minha irmã ficou vermelha e disse: Quando mamãe estava doente, sempre que eu vinha cuidar dela, acabava indo com ele lá para o quintal, naquele cantinho que agente brincava de esfregar as bucetas, lembra? Ele me comia gostoso lá. Depois que ela se foi, só consigo vir aqui quando arrumo alguma desculpa. Tesuda imaginando minha irmã tomando rola do papai naquele quartinho dos fundos, a puxei pela mão louca para reviver aqueles momentos de muito tempo atrás, quando nós duas estávamos descobrindo o sexo. No quartinho nos beijamos, nos alisamos, foi diferente dos velhos tempos, agora nossas bucetas sabiam gozar e gozamos forte uma no dedo da outra. Voltamos para a sala e meu pai nos olhou com cara de sacana, o corno do meu cunhado não sacou nada. No dia seguinte pela manhã, logo após o banho, meu pai sugeriu que eu o levasse nu para o quarto e deitou com o mastro ereto e sorriu dizendo: Essa piroca e para a família toda, sei que tua irmã te contou. Sem perder tempo, tirei toda a roupa ajoelhei com meu pai entre minhas pernas e fui fazendo minha buceta engolir a piroca materna, quase na metade papai falou com voz sofrida: Como sua buceta é apertadinha filha, que delícia, quica para o papai gozar, isso, assim, você fode gostoso como sua irmã. Passei a sentir aquela cabeçorra batendo onde o pau do meu ex nunca tinha chegado. Gozamos juntos gemendo como dois loucos. Acabei dormindo na cama com ele, pela manhã, a geba já estava pedindo buceta novamente e eu assumi a mesma posição quicando com bastante força para sentir aquelas cabeçadas gostosas e gozei assim que senti o leitinho de piroca lubrificando meu canal. Foram vários dias tomando rola pelo menos três vezes ao dia. Levei meu pai ao hospital para tirar os gessos dos braços e fomos direto para casa, assim que chegamos corremos para a cama para fazer o que vínhamos sonhando fazer desde que disse a ele que não tomava na bundinha desde meus tempos de solteira. Ele me colocou de quatro e fez o que nenhum homem tinha feito comigo, enfiou a língua no meu cuzinho, viajei gemendo como nunca tinha gemido e logo depois, senti aquela trolha me arrombando, até parecia que era a primeira vez, mas meu pai demonstrando extrema habilidade e virilidade, foi empurrando até entrar tudo, enquanto eu rebolava freneticamente. Levei o dedo em meu grelo e gozei loucamente. Demos um tempinho e durante um papai e mamãe, meu pai falou no meu ouvido: Chama a tua irmã para fazermos uma reunião de família.
