Choque cultural

Minha mãe é brasileira, por uma série de acontecimentos, eu nasci em e fui criada em um país onde as mulheres tem como traje obrigatório a burca. Elas próprias acabam não conhecendo o próprio corpo, por não terem como comparar. A educação para as mulheres é limitada e severamente vigiada. Minha mãe me ensinou as escondidas falar português e sempre me falou do Brasil, País que sempre sonhei em conhecer. Depois de muitas idas e vindas, em um golpe de sorte que não vem ao caso, desembarquei no Aeroporto Internacional de Guarulhos ainda vestindo minha burca e fui recebida por meus tios e primas, todas lindas exibindo seus cabelos livremente, roupas que marcavam seus bustos, bumbum e uma até com a barriga de fora. Confesso: foi um choque. Com muita alegria, fui convidada a morar em uma Cidade da Grande São Paulo e por vários dias fiz descobertas fantástica. No terceiro dia aqui, fui levada a um instituto de beleza, onde passei por uma transformação total, cortei o cabelo, pela primeira vez fiz a sobrancelha, depilei o corpo e fiquei horrorizada ao ver o catalogo de cortes de pelos pubianos, seguindo os conselho de Sheila, minha prima mais carinhosa, deixei um triangulo com os pelos cortados bem baixinho, como os dela. Fiquei embaraçada quando minha prima e a depiladora brincaram mexendo o tamanho da minha vagina é de longe muito mais volumosa que a da maioria das mulheres, especialmente da minha priminha. No primeiro fim de semana, não tendo coragem de usar biquini, Sheila me emprestou seu maiô das aulas de natação e fomos acompanhadas de meus tios ao apartamento deles no litoral.
Vi homens só de sunga e lembrei das conversas com minha mãe. Passei a viver outra vida e para facilitar, eliminei todas as matérias no sistema público e me matriculei em um cursinho pré-vestibular para medicina. Os rapazes me comiam com os olhos e meu interesse por eles era crescente, meus hormônios estavam em convulsão. Uma tarde quando eu estava estudando em meu quarto, com o cabelo preso por causa do calor, minha prima Sheila colocou a mão no meu pescoço, um choque percorreu toda a minha coluna e eu me contorci toda, ela sorriu e sem que um esperasse em um clima muito gostoso entre nós, passou a língua na minha nuca, sem conseguir me controlar, gemi pela primeira vez de prazer, ela me olhou com os olhos brilhantes e saiu do meu quarto, indo para a cozinha, ainda sob o efeito daquela linguadinha, fui atrás dela achando que aquele era um carinho normal entre as amigas brasileira, aproveitei que ela estava de costas pegando agua na geladeira, afastei seus cabelos e passei e língua em seu pescoço exatamente como ela tinha feito comigo, ela se virou, me agarrou pela cintura e me beijou enfiando a língua na minha boca, na hora percebi que ela tinha ido longe demais, mas como eu tinha provocado a situação, assim que ela recolheu a língua, eu coloquei a minha dentro de sua boca e ela chupou minha língua ao mesmo tempo que alisava minhas nádegas, uma sensação incrível tomou conta do meu corpo, mas sabendo que aqui não era só carinhos, me afastei e corri para o meu quarto, depois de trancar a porta, senti que tinha acontecido algo estranho e coloquei a mão dentro da minha calcinha, encontrando a parte de cima da minha buceta bem dura e sensível e uma baba entre os lábios vaginais que melecou todo o fundo da minha calcinha, fui ao banheiro e entrei embaixo do chuveiro. Além de tomar banho, lavei a a calcinha, voltei para meu quarto e tentei voltar a estudar, mas a todo os instantes eu sentia a boca da minha prima chupando minha língua, suas mãos acariciando minha bunda e seu olhar de desejo. Por dois dias mantive a porta do meu quarto fechada enquanto estudava, na sexta a noite, meu tio me convidou para passarmos o fim de semana no litoral, mas com medo de dormir no mesmo quarto da minha prima como da última vez que estivemos lá, disse que tinha que estudar. Fui para o cursinho de manhã e quando estava esquentando o almoço, fui surpreendida com a presença de Sheila que disse não ter ido com meus tios para não me deixar sozinha, pedindo desculpas pelo beijo, dizendo ainda que entendia que eu não estava preparada para os prazeres da vida. Mesmo sabendo ser errado, aquele jeitinho dela, a voz triste e seu olhar me atraiam cada vez mais e me aproximei dela, coloquei minha mão em seu queixo, levantei sua cabeça e vendo aqueles lábios gostosos não resisti, grudei minha boca a da minha priminha e enfiei minha língua na sua boca, quando ela chupou a abracei com mais força e recolhi minha língua recebendo a dela e suguei, nossa, estava acontecendo novamente aquela fogueira dentro de mim estava fazendo minha bucetona babar, ela acariciou meus seios, já completamente desorientada tentei retribuir o carinho quando ela puxou de dentro de minha blusa um dos meus seios e mamou em mim ao mesmo tempo que esfregava o dedo em minha roupa, exatamente onde minha buceta estava mais dura, uma necessidade louca de sentir os prazeres que eu só tinha ouvido falar tomou conta de mim e meu corpo passou a tremer todinho, produzindo um som completamente desconhecido experimentei um orgasmo fabuloso, ainda abraçada a Sheila veio um relaxamento, pensei até que ia perder os sentidos. Minha prima sempre muito carinhosa me levou até o sofá e deitou-se comigo nele. Ficamos ali um tempão até que ela falou: Desde que te vi lá no instituto de beleza nua, passei a sonhar com um momento como o que tivemos. Dizendo isso, me deu um beijinho e eu sendo sincera, respondi: Sei que o que fizemos é errado, mas foi a coisa mais gostosa que aconteceu comigo em toda minha vida, quero mais … Os olhos de minha prima se iluminaram e nos beijamos novamente enquanto tirávamos nossas camisas e sutiãs e conheci uma nova delicia mamando os peitos lindos de Sheila e sendo mamada por ela. Minha devoradora puxou minha bermuda e calcinha ao mesmo tempo, abocanhando meu grelão duro, o choque foi tão grande que dei um grito tesudo, com medo de sermos ouvidas, minha priminha que conhecia melhor o prédio, puxou-me pela mãos aos quarto de meus tios, fechou tudo e ligou o ar condicionado, jogando-se na cama nuazinha como eu já estava e rolamos na cama nos alisando tomadas por uma energia alucinante, até que ela voltou a enfiar a cabeça entre minhas pernas, meus músculos dos membros passaram a apresentar fortes espasmos e tive um profundo orgasmo muito melhor que o anterior, sentindo uma vontade grande de fazer, não só para dar prazer a minha parceira, enfiei minha cabeça entre suas pernas e chupei como ela tinha feito comigo levando-a a um transe falando com aquela voz de quem está para gozar: Ai, assim, que delícia, como você maravilhosa, não para, não para, estou gozando …
Depois de algum tempo, que aproveitamos para nos alisar ela falou: Estou apaixonada, farei tudo para que nossa história seja feliz e duradoura.

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