Tudo em família – segunda parte

Fui morar no apartamento novo, Claudio me deu carta branca para decorar do meu jeito, por dois ou três meses, minha irmã passava dois ou três dias no apartamento de Andrea, mas as visitas passaram a ser menos frequentes, aprendi do pior modo possível como é difícil a vida de mulher de médico, Claudio naquela época fazia dois plantões durante a semana e um no sábado ou domingo, eram muitas horas sozinha, para minha sorte, arrumei uma ocupação de revisora de uma editora, eles me mandavam os textos por mensagens, eu devolvia da mesma forma e eu lia sempre que a solidão batia, um de nossos quartos, fazia parede com o quarto de Andrea e tinham em comum uma varanda separada por um muro baixinho, mobiliei a varanda com a intensão de ler ali tomando sol pela manhã e aproveitando a sombra e a brisa a partir do meio da tarde. Logo aquele passou a ser meu local predileto, pois Andrea que só trabalhava noite sim e noite não, vivia levando mulheres lindas para sua cama e eu ouvia os gritinhos e gemidos me preparando para a chegada do meu marido que eu comia com um tesão insaciável. Em um mês de frio, Claudio me levou a um congresso no Sul, nos instalamos em uma pousadinha aconchegante onde por coincidência, também um colega dele do tempo de graduação também se hospedou com a esposa, ambos aloirados de olhos claros, muito bonitos, ele grandão e ela pequenininha. Na segunda noite que estávamos lá, nos colocamos em frente a lareira, ao lado do casal conhecido, todos deitados em peles naturais e passamos a beber conhaque. Eles estavam juntos mais ou menos o mesmo tempo que nós, falamos sobre vários assuntos até que loirinha falou: Você tem uma vez tão melodiosa, o Claudio deve ficar louco ouvindo você gozar. Rimos todos, já bem alegrinhos por efeito do conhaque, o amigo do meu marido, não perde tempo e propõe : Porque não fazemos sexo no mesmo ambiente, assim todos ficam sabendo como cada um goza. Olhei meio apavorada para Claudio e ele sorriu e disse: Vamos lembrar de nossos tempos de república estudantil. Sem esperarem as respostas das esposas, os machos nos puxaram pela mão e entramos na suíte deles que era a primeira do corredor, os dois pareciam terem voltado realmente aos tempos de estudantes, antes que pudéssemos estabelecer qualquer regra, nós duas já estávamos de joelhos no sentido transversal da cama, uma de cara para outra, completamente nuas, sendo penetrada pelos machos de pé, ela sussurra só para eu ouvir, adoro ser sodomizada eu já começando a gemer falei: Você linda assim. E passamos a rebolar uma olhando para outra, podia vê-la fazendo caras e bocas e emitindo sons maravilhosos em clima de forte erotização, gozamos as duas nos olhando no fundo dos olhos e os machos uivaram logo em seguida. Ainda empaladas, Silvia agarra minha nunca e trocamos um delicioso e demorado beijo lésbico, não sei se foi meu cu que piscou ou se foi uma pulsação da pica de Claudio, mas senti um bônus espetacular no cuzinho. Os dois machos voltaram a socar nossos cuzinhos e nós duas passamos a ficar em três apoios, usando uma das mãos para alisarmos nossos corpos e quando sentimos que o prazer estava chegando novamente trocamos um novo e magnifico beijo gozando enquanto trocávamos nossas línguas dentro da boca uma da outra gozamos forte. De volta a nosso quarto, nos alisamos com muito carinho perguntei: Isso foi planejado? Claudio respondeu: Não, você gostou? Meio envergonhada respondi: Adorei, de que parte você mais gostou? Ele pensou por um tempinho e respondeu: Acho que foi do clima que se formou e você? De pronto respondi: Do seu pau no meu cuzinho é claro e da carinha dela quando estava para gozar. Claudio imediatamente enfiou a cabeça entre minhas pernas e passou a me chupar com tesão me fazendo contorcer nas chupadas mais fortes, parou apenas para falar: Lembra da carinha da Silvia gozando. E não deu para segurar, gozei forte naquela boca que sabia me chupar tão bem. No fim da tarde seguinte, nos despedimos no pequeno aeroporto onde pegamos aviões diferentes. De volta em casa, encontrei embaixo da porta um bilhete de minha irmã dizendo que estava no apartamento da Andrea, toquei a campainha, ela olhou pelo olho magico e escancarou a porta só de calcinhas, Claudio abriu os olhões e por pouco não baba na camiseta, nos abraçamos e ficamos de conversar no dia seguinte. Assim que entramos Claudio falou ainda em meio abestado: Nossa que seios lindos sua irmã tem. Evitando briga fiquei quieta. Claudio saiu cedinho para trabalhar e eu corri para a varanda para ouvir as duas meterem, não demorou, no horário de sempre Claudia chegou e passei a ouvir a foda das duas. Tesuda, lembrei dos olhinhos claros da Silvia naquela manhã eu e Claudio não tínhamos dado a nossa tradicional da manhã. Corri para a cama e me masturbei. Por volta das nove, minha irmã usando a chave que deixávamos com Andrea por segurança e entrou em casa pela cozinha, nos abraçamos, ela usando apenas um roupão de banho, sentou na minha mesa de cozinha enquanto eu passava um café novo. Ela começou a contar das outras namoradas que mantinha na nossa região e como era a cama de cada uma delas, desconheci minha irmã, a mulher que tinha largado o marido porque soube que ele tinha uma amante, tinha virado uma devassa, acabei contando para ela de minha nova experiencia, ao final ela disse: Depois que separei, nunca mais tive nenhum homem, mas o teu marido mexe com a minha cabeça. Aquilo foi para mim como um soco na cara, rimos, mas conhecendo ela como eu conhecia, ela tinha certeza que tinha falado sério. Voltamos a falar de outras coisas, evitei de mencionar o comentário de Claudio. A noite, depois de dar uma gostosa, deitada no peito do meu macho, falei: Hoje minha irmã me deixou puta, a vaquinha me falou que é afim de você. Claudio que estava quase pegando no sono diz: Ela deve ser um fodão. Puta mais um soco na cara, minha irmã queria dar para o meu marido e ele queria come-la. Passei a semana pensando naquilo e aquele ódio foi se tornando tesão quando pensava nos dois juntos. Em um dia de semana quando Claudio estava em casa a noite e eu me preparava dá-lhe uma devorada, ouvi barulho no apartamento de Andrea que eu sabia estar trabalhando, peguei a chave do apartamento dela que também guardávamos por segurança , deixando meu marido sozinho na cama, fui a casa da visinha. Entrei, ouvi barulho de agua caindo e confirmei minhas suspeitas, era minha irmã que pretendia esperar sua amante e meter com ela pela manhã. Esperei ela colocar o roupão e disse: Hoje vou assistir meu marido tirar essas teias de aranha da sua buceta. Ela sem entender exatamente o que eu tinha dito, não fez oposição a condução que fiz levando-a pela cintura. Assim que cheguei no quarto Claudio estava só com a calça de pijama e eu disse: Hoje eu quero assistir você mostrar para minha irmã o macho que eu tenho. Os dois olharam para mim com cara de surpresa e quando me viram sentar na poltroninha do quarto, viram que eu estava falando sério. Claudio levantou e meio recalcitrante pegou nos braços da minha irmã e vendo minha cara de expectativa, certamente também notou que eu estava tesuda e fez o roupão da minha irmã cair no chão, grudando os olhos naqueles seios magníficos, inclinou-se para mamar, fazendo-o com delicadeza, a putinha virava o pescoço de um lado para o outro olhando de canto de olho para mim. Vendo que eu massageava a minha buceta, desatou o nó do pijama do macho e o fez ir ao chão, admirando aquela bela piroca dura , ajoelhou, engolindo com a boca a estaca dura, tentou engolir um pouco mais, quando percebeu que tinha perdido a pratica ou a piroca era maior do que ela conhecia e passou a chupar as bolas, Claudio estava com cara de quem não conseguiria aguentar muito mais. Quando jogaram-se na cama eu pedi: Irmã fica quatro de cara para o espelho para o Claudio montar no seu quadril e eu poder ver todos os detalhes. Os exibicionista fizeram exatamente o que pedi, minha irmãzinha ficou de quadro com seu bucetão gordo virado para mim e Claudio em pé na cama flexionou os joelhos e empurrou naquela buceta que pingava de tesão, a putinha fez careta, mas logo sua cara de prazer se fez presente e eu gozei tentando gemer o mínimo possível acompanhei meu marido fazendo movimentos amplos , enérgicos e ritmado, puxando a rola quase toda para fora e em seguida enfiando tudo, a cada golpe minha irmã gemia até que explodiu tremendo todo o corpo, acompanhada por meu marido e por mim naquela siririca louca que deixou meus lábios vaginais vermelhos, corri para cama a tempo de chupar o pau do meu marido, sentindo ainda um gostinho de porra e conheci o gostinho de liquido vaginal. Beijando carinhosamente meu marido falei: Não é para acostumar…

O que você achou desse conto erótico?

Clique nas estrelas

Média da classificação 0 / 5. Número de votos: 0

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este conto.