Tudo em família

Venho de uma família de classe média bastante numerosa. Do primeiro casamento, meu avô teve três filhas, incluindo-se aí minha mãe. Já no segundo casamento, três homens sendo o mais novo meu tio Claudio. A casa de meu avô estava sempre cheia de gente, muitas festas e tudo mais, mas uma figura não era tão frequente, tio Claudio que logo que começou a cursar o ginásio, o fez em um colégio interno em outro Estado. Eu era bem menina e ele adolescente quando ele veio passar alguns dia na casa do meu avô, eu o via com estranho interesse, em dado momento naqueles dias nos encontramos no quintal da casa enorme, ao vê-lo só de shorts embora ainda completamente inocento, senti-me atraída e ele alisou meu rosto e me deu um selinho, eu bobinha não dormi aquela noite, estava namorando tio Claudio, um dia antes de ele ir embora, no corredor do andar superior da casa, eu o encontrei novamente, ele beijou meu pescoço e alisou minha coxa e disse apenas: Não deixe as meninas fazerem isso com você. Deu as costas e fiquei dois anos sem vê-lo, só o fazendo quando ele veio visitar a madrasta da minha mãe que tinha sido operada. Na porta do hospital na frente de uma amiguinha ele abriu um sorriso maravilho e me deu o que eu considero meu primeiro beijo lascivo, alisando meus seios, na frente da minha amiguinha e perguntou olhando para ela: Sua namorada? Minha amiga riu escandalosamente como era seu estilo, eu sem resposta fiquei quieta. No dia seguinte, volto ao hospital com o firme proposito de tirar aquilo a limpo, ele já tinha voltado para o sul, onde já fazia faculdade. Toquei a vida sempre com aquele homem na cabeça. Aos dezesseis anos, lotamos duas kombis e fomos assistir a colação de grau do meu tio, ele como orador da turma, quando falou de amor, abriu um tópico de amores impossíveis e enquanto falava olhava para mim, aquilo foi como uma declaração de amor, mas com tanta gente em volta, foi impossível me declarar a ele, no dia seguinte voltamos cedinho e viajamos o dia todo. Aos dezoito eu ficaria noiva no aniversário do meu avô, com a família toda reunida, veja minha paixão chegar, seus olhos parecia falar com os meus e dissimuladamente ele se dirige a escada para a parte superior da casa, sem perder tempo, subi atrás dele e entre um lance e outro da escadaria, ele me esperou e sem trocarmos uma só palavra, nos beijamos e meu tio fez o que nem meu noivo tinha feito, levantou meu vestido enquanto me beijava e mesmo por cima da calcinha seu dedo foi certeiro em meu grelinho, em rápida massagem no grelo, tendo a língua chupada por ele, tive meu primeiro orgasmo. Quando meu noivo se preparava para pedir minha mão , pedi para ele adiar e dois dias depois, terminei o noivado. Aos vinte e um anos, não cabia em mim ao saber que tio Claudio com vinte e oito anos , estava vindo morar na Capital de nosso Estado, trabalhando em dois grandes hospitais. Alugou um apartamento em sociedade com outra médica. Em um sábado pela manhã, convenci minha irmã de vinte e cinco anos, separada a seis meses a irmos visitar meu tio. Chegamos ao apartamento de dois quartos e fomos atendidas por uma mulata de corpo espetacular. Usando só uma blusinha fininha e calcinha que deixando em semi transparência um belo par de seios, fiquei atordoada achando que era alguma amante dele, mas ela explicou que era apenas companheira de apartamento do meu tio e que ele estava em um dos hospitais em que trabalhavam e chegaria em breve, sentei com o coração na mão e minha irmã muito animada passou a contar sua vida para nossa nova amiga, peguei uma revista e fui sentar na cama do meu tio, pois eu conhecia aquelas histórias de trás para frente deixando as duas na sala. Ele só chegou perto da hora do almoço e já entrou no quarto tirando as calças com a camisa e os sapatos na mão, quando me viu em sua cama. Só de cueca, sentou a meu lado e me abraçou, entre palavras de saudades e elogios mútuos, deixou-me seminua e foi o primeiro homem a mamar em mim, deixando-me completamente sob seu domínio, pronta para ser deflorada, meu macho perguntou quem tinha sido o primeiro ou primeira, respondi ser virgem e ele se assustou, parando por alguns minutos. Voltou a me bolinar excitando-me novamente e acabou me colocando de barriga para baixo em sua cama, tirou minha calcinha e enfiou a língua no meu rabinho, não sei se gozei ali, mas a sensação foi fantástica e com uma permissão subentendida, arregaçou meu cuzinho virgem com sua rola, apesar das dores horríveis, suportei a penetração, já com a caceta todinha dentro de mim, meu comedor, passou a manipular minha bucetinha até que meus músculos todos retesaram e eu gozei piscando o cuzinho recebendo em meu canal anal o leitinho de macho. Certa que teria a buceta fodida em seguida, corri para o banheiro que estava ocupado, vendo a mulata no corredor bati na porte minha irmã abriu a porta, entrei com a metade das roupas na mãos e minha irmã com cara de deslumbrada falou: Gozei muito na boca da Andrea várias vezes. Demorei alguns segundo para entender o que minha irmã estava falando até que lembrei que eu a havia deixado as duas sozinhas por várias horas, fiquei na minha. Tomei um banho e me arrumei do jeito que deu. Saímos para almoçar ali perto, quando Claudio foi ao caixa passar o cartão, Andrea falou olhando para mim: Engraçado, seu tio sempre fala em você, mas ele tinha certeza que você seria a lésbica da família. Sem outra explicação respondi: Talvez por eu ter desde criança uma voz mais grossa, sei lá porque. Voltamos para o apartamento e embora não se falasse abertamente, havia uma cumplicidade entre nós quatro, minha irmã sabia que eu estava disposta a dar um cabaço para Claudio, mas eu jamais imaginaria que ela em poucas horas de papo, iria para a cama de outra mulher e quando chegamos trancamos a porta dos quarto, eu e Claudio nos alisamos, nos beijamos e ele acabou chupando minha buceta me fazendo gozar gostoso e ofereceu sua caseta para eu chupar, peguei aquela rola linda, e olhei bem tentando gravar na mente todos os detalhes e chupei com vontade, acho que chupei certinho, pois Claudio emitindo eu som maravilhoso encheu minha boca de porra. Corri para o banheiro e lavei a boca, voltei para nosso ninho de amor imaginando quantas mulheres Claudio tinha comido naquela cama, nos abraçamos e adormecemos. Fomos acordados por minha irmã que estava usando as roupas Andrea nos informando que iam sair. Eu e meu tio tendo o apartamento só para nós entramos no chuveiro e depois de muita troca de carinhos, ele me colocou deitada na mesa de centro da sala, ajoelhou, levantou minhas pernas e pela segunda vez penetrou meu rabinho, quando começou os movimentos, apoiou minhas pernas em seus ombros e bolinando minha buceta me levou a um orgasmo profundo durante o qual senti meu cu apertar aquela pica ordenhando ela e extraindo nova carga de leite o que aumentou meu êxtase. Fomos para a cama e conversamos bastante até que resolvi perguntar: Poque ele achava que eu seria lésbica. Ela acariciando minha cintura respondeu: Não sei, mas acho que o futuro responderá sua pergunta. Durante a conversa, ele me convidou para no fim de semana seguinte o acompanhar a um congresso no Rio de janeiro, claro que topei na hora. Voltei para casa naquele domingo ainda virgem, mas com o cuzinho em brasa de tanto uso, no caminho, minha irmã estava eufórica com seu namoro com Andrea e me informou que na semana seguinte iria ao Rio de Janeiro com ela, ao que respondi que eu também iria com Claudio, rimos muito. Na sexta feira seguinte, nos encontramos direto no aeroporto, em minha bolsa eu estava carregando um tubo de gel novinho, louca para passar o fim de semana todo tomando vara no cu. Na portaria do hotel, tive uma surpresa magnifica, Claudio tinha reservado a suíte nupcial, subimos e vi uma cama enorme cheia de pétalas de flores vermelhas. Aquela suíte tinha dois banheiros e entramos um em cada banheiro, saímos usando roupões de banho do próprio hotel e nos abraçamos ao lado da cama, nos despimos nos alisando, ambos estávamos tremendo de emoção e desejo, tomamos uma taça de champanhe com os braços entrelaçados nuzinhos em pé ao lado da cama. Deitamos e Claudio com a parte interna do cotovelo na parte de trás dos meus joelhos levou minhas pernas a amassar meu tronco, expondo completamente minha buceta e sem segurar no pau o direcionou para o lugar certinho olhando nos meus olhos fez pressão, senti minha grutinha ser penetrada pela primeira vez, com um pouco mais de pressão, senti meu hímen romper e me deliciei com cada centímetro daquele pau maravilhoso afastando as paredes intocadas do meu canal vaginal e gozei pela primeira olhando no fundo dos olhos do meu dono. Não sai do quarto nos três dias, Claudio só saia para registrar presença nas conferencias voltando em seguida para fazermos sexo. No avião de volta, ele me dá a notícia, tinha alugado o apartamento ao lado do seu e me convidou para morar com ele

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