Ficou barato
Meu nome é Paulo. Aos vinte e oito anos, depois de ter sido preparado a vida toda para isso, assumi os negócios da família. Ciente de minhas responsabilidade, cumpria minhas obrigações com afinco e prazer, exceto com as transações relacionadas a agencia de moda criada por minha mãe. Todos que ali trabalhavam eram pessoas fúteis que só sabiam falar de festas, desfile e passarelas, as piores eram as modelos, cujos corpos eram esqueléticos e se achavam as coisas mais gostosas do mundo e todas ou pelo menos noventa e nove por cento delas, mantinham atividades paralelas com clientes que não passava de prostituição. Em uma reunião que já estava estourando meu saco, foi chamada uma estagiária de informática para resolver um problema no equipamento, uma jovem de rosto lindo, boquinha perfeita, dentes certinhos e branquinhos, cabelinho com um corte Chanel em perfeito alinhamento, seios que forçavam os botões da blusa branca e fininha do uniforme, cintura fininha, abdômen chapado, quadril largo, bumbum em rampa bem carnudo exprimido dentro da calça forçando as costuras. Já com segundas intensões, logo após a reunião, chamei o chefe da equipe de informática e o convidei e a todos da equipe, para almoçarem comigo, inclusive a estagiária, aproveitei para perguntar a ele o nome da jovem ele falou Sheila e complemento: Só que ela não faz parte do circuito das festinhas, nem aos desfiles ela assiste. Mantive o convite, liberando a equipe do expediente da tarde daquela sexta feira, levando os cinco para um dos mais sofisticados restaurantes da Capital. Sentamos e uma mesa circular e eu tomei lugar ao lado da Bela estagiária. Todos pediram o prato de preferencia, eu Sheila por sugestão minha, comemos camarão flambado, para puxar assunto perguntei: Está gostoso?. Ela se deliciando responde: Nossa, uma delícia. Vendo seu entusiasmo continuei: Você gosta de frutos do mar?. Ela deu uma parada e respondeu: Não é algo que eu coma com frequência, eu não sei quanto você está pagando por esse prato, mas imagino que aqui, isso deva custar mais que meu salário. Sorri meio sem jeito mas ainda com segundas intensões a convidei para ir comigo passear de lancha e comer em um restaurante especializado montado em um píer e passei a descrever o local para ela, ao terminar ela responde: Desculpe, parece maravilhoso, mas sábado e dia de levar minha sobrinha e afilhada para passear. Tomado pelo impulso respondi: Leva ela. Sheila pensou durante alguns segundos e respondeu: Combinado, você nos pega na casa do meu irmão. Coloca aqui no meu celular seu contato, que eu passo a localização. Naquele sábado, acordei cedinho, as sete horas estava em frente do prédio do Claudio, irmão de Sheila. Uma adolescente linda faz sinal pela janela e logo as duas cruzam a portaria acompanhas de um homem pouco mais velho que minha estagiária. Os três embarcam no carro e Sheila me apresenta sua sobrinha/afilhada e seu irmão. Em estudo rápido, conclui que Claudio era o típico aproveitador, mas…
Dispensei o marinheiro e passeamos praticamente o dia todo, só parando no píer restaurante na hora do almoço, quando pude saborear com os olhos aquele corpo espetacular . Namoramos e nos enamoramos durante meses Suzi a sobrinha nos acompanhou praticamente em todos os nossos passeios e pude perceber a forte amizade que unia as duas. Mesmo quando estávamos sozinhos, Sheila não permitia nada além de beijos que me levavam a loucura e uma eventual mão boba que ela logo segurava. Em pouco mais de um ano, estávamos na frente do Juiz de Paz e por exigência minha os festejos foram reduzidos em um almoço só para os familiares. Voamos para Grécia e em uma suíte nupcial de um bom hotel com vista para o mar, vi pela primeira vez aquele corpo encantador completamente despido, fiz minha língua conhecer cada cantinho daquele corpinho e quando enfiei minha língua naquela grutinha virgem, ouvi pela primeira vez minha esposa choramingar de prazer, com todo cuidado do mundo, fiz a primeira penetração naquela bucetinha apertadinha, sentindo seu hímen romper na cabeça da minha rola e fazendo movimentos lentos aproveitei cada segundo da primeira relação sexual da minha mulher, gozei profundamente abraçado por aquele corpinho quente. Passei o restante daquela primeira noite admirando aquelas curvas maravilhosas velando o sono pós defloramento de minha musa. Na manhã seguinte, depois de chupar aquela bucetinha que ainda não tinha aprendido a gozar, dei meu pau para ela brincar e a induzi a me chupar, o que ela fez com crescente entusiasmo, ao vê-la tremer durante a chupeta, a coloquei de quatro e a penetrei vendo aquela magnifica bundinha apresentar pequenos espasmos, sugeri que ela manipulasse o grelinho, tão logo ela passou a faze-lo, vi sua bunda volumosa e durinha estremecer, ela gemer forte e sua bucetinha morder meu pau, sinais evidentes de que ela estava gozando, sentindo-me o melhor fodedor do mundo, gozei junto com ela. Naquele dia trocamos muitos carinhos e aproveitando ser a suíte mais alta do hotel, com uma varanda espaçosa, fomos nus fazer sexo ao ar livre, a fiz apoiar-se em uma cadeira alta e novamente penetrei sua buceta por trás e sem eu pedir ela largou uma mão da cadeira e a levou ao meio das pernas alcançando um clímax com sons apaixonantes. Voltamos para o Brasil com Sheila radiante por ter aprendido a gozar e se revelando uma amante do sexo. No primeiro sábado após os três meses de casado, resolvi dar vazão a minha tara por aquela magnifica bunda, com uma bisnaga de gel na mão, cobrei de minha exposinha um anal, ela com muito medo se submeteu, a coloquei dobrada na mesa da sala de jantar e abri suas belas nádegas, lambendo seu cuzinho com o pau parecendo que era feito de aço vi minha mulher tremer de tesão, pincelei o buraquinho, apontei a espada e forcei, pela primeira vez vi o desespero da fêmea, ela se contorcia, chorava e mordia os próprios dedos da mão, achando que ela estava fazendo manha passei a bombar e enchi aquele cuzinho de porra. Poucas horas depois, tive que leva-la a um hospital, pois ela estava perdendo muito sangue pelo ânus, durante o atendimento, o médico me mostrou o que é hemorroida e disse que qualquer penetração anal em minha esposa, a levaria de volta ao hospital. Aquele seria o preço que eu teria que pagar com ter uma mulher gostosa que me realizava completamente na cama, em algumas semanas, voltamos a nossa agitada vida sexual tendo minha safadinha pedido várias vezes para eu penetrar seu frágil anel com a língua.
