Meu apartamento virou motel – segunda parte
Como contei na primeira parte, aos quarenta e dois anos, descobri o prazer em ser a terceira pessoa em um relacionamento ao receber um casalzinho em meu apartamento. Durante a semana, fiquei sabendo que o condomínio tinha autorizado os proprietários das unidades a alugarem seus imóveis por dois ou três dias, o que tinha me aberto novas fronteira. Aquele fim de semana com aquele casal jovem e tesudo, tinham me feito enxergar sexo de outra forma e principalmente, tinha me deixado cheia de vontade. Fui a piscina todas as noites e não vi ninguém de fora que me chamasse a atenção, acabei fazendo amizade com Andrea, também condômina cujo marido trabalhava a semana inteira na Capital e só ia para nossa cidade nos fins de semana. Ela com minha idade, com um corpão cheio de curvas, cabelos muito bem tingidos de loiro, falava muito do “seu negão”, o que acabou despertando minha curiosidade. No sábado pela manhã, fui correr na praia e encontrei o casal, ele com quarenta e cinco anos, cabelos grisalhos nas têmporas e um belo baú dentro da sunga me comeu com os olhos. Ali mesmo combinamos um churrasco na minha cobertura, passamos no açougue, ele escolheu as carnes, os temperos. Eu disse que não precisavam se preocupar com as bebidas, pois era o que mais tinha em casa. Subimos e ele começou a preparar as coisas, eu e ela nos sentamos na sombra, próximo da churrasqueira e a todo os instantes eles trocavam carinhos na minha frente, quando fui pegar uma cerveja, ele fingindo distração, encosta aquele volume na minha bunda, acendendo uma fogueira no meio das minhas pernas. Olhei para minha amiga e ela sorriu. Assim que cheguei perto dela ela falou: Gostou da amostra? É uma delícia, te garanto. Ri já achando que ia me dar bem. Eles se olharam e com um ar maroto sorriram. Ela volta a olhar para mim e diz: Não se preocupe, somos liberais, mas se você achar que estamos sendo inconvenientes, é só avisar. Olhei para aquele corpão cheio de músculos, certamente muito experiente e respondi mentindo: Nunca vi nada assim, digamos mais apimentado, mas fiquem a vontade. Ela levantou, segurou o marido pela cintura e encostou seu quadril na bunda do dele, como se fosse come-lo e passando a mão para frente, alisa a pica do Marcelo, ele vira o rosto para trás e a beija. Ele me chama para sentar na mesinha de armar. Sentei e ele me serviu um pratinho, em seguida, cada um deles senta em um de meus lados, enquanto comíamos bebíamos e falávamos, era passa a mão nas minhas coxas e vendo que eu não tirei a perna de onde estavam e aceitei o agrado, ela olha para o marido que sutilmente alisa meu seio, olhei para ele, certamente com olhar de “quero mais” e ele usando a outra mão, passa o dedo bem no minha fenda, meu corpo estremeceu de forma que não poderia deixar de ser notado, peguei na mão dele e entramos pela porta que dá diretamente na minha suíte, levando-o ao box e abri a ducha, só então enchi a mão com aquele cacete duro, e me coloquei de cócoras para chupar aquela delícia, coloquei a cabeça e parte do cilindro na boca, percebendo que a dona do material estava ao lado, ofereci a vara para ela chupar comigo e na segunda ou terceira alternada, com a boca cheia senti a safada enfia o dedo médio de uma das mãos todo ensaboado no meu cu, tirei a rola da boca e apertei o dedo com toda força do meu anel. Beijei a mulher, nos enxugamos mais ou menos e fomos para a cama, disposta a experimentar mais alguma coisa diferente ajoelhei colocando a bunda para cima, a gostosa calculou bem, pois enfiou a língua no meu cuzinho quase virgem, pois meu ex tinha tentado algumas vezes, mas logo que eu sentia dor, o fazia parar, mas aquela língua me levou à porta do paraíso, quase sem eu perceber, a língua foi substituída por aquela rola dura e o fodedor com pontaria certeira empurrou, não segurei o berro pedi para ele parar um pouco e mordi o travesseiro, sabia que se tirasse, seria como foram todas as vezes com meu ex-marido e tentei relaxar, e ele fez pressão, a dor era ainda a mesma, mas alguma aquele preenchimento se mostrou gostoso e eu apertei a caceta com o cu, assim que relaxei ele fez nova pressão e o prazer foi aumentando, logo tornou-se maior que a dor e passei a rebolar ouvindo os gemidos do touro atrás de mim e som molhado da buceta de Andrea que batia uma siririca nervosa deitada na cama olhando bem de pertinho o meu empalamento, levei o dedo a meu grelo e em poucos movimentos ouvi o gozo de mulher, gozei pela primeira vez com uma pica no cu, arrastando o macho para o êxtase enchendo meu canal retal de esperma. Fomos para o chuveiro e foi a minha vez de me masturbar vendo Marcelo sodomizar sua mulher, sentindo como se fosse em mim aquela penetração. Voltamos a beber e a comer carne em clima erótico, depois que recolhemos tudo, voltamos para a cama onde formamos um triangulo em que chupei alternando chupei uma caceta enquanto era chupada, depois uma buceta sempre sendo chupada, gozei na boca do macho.
