Criada para ser esposa
Meus pais sempre quiseram o melhor para mim. Única filha de um casal que ocupa altos cargos públicos, com muito prestígio, com vida financeira muito boa, mas não poderiam nunca se considerados ricos especialmente vivendo na metrópole em que vivemos, logo que nasci, recebi as roupas das melhores grifes, os melhores cremes para pele, os melhores cabelereiros e principalmente a melhor educação que o dinheiro pode comprar. Desde de menininha, minha mãe e minhas tias me davam aulas diárias de etiquetas. Condicionando-me a fazer gestos sensuais a todo o instante sem ser vulgar. A partir da adolescência, frequentava os melhores clubes da cidade sempre acompanhada de minha mãe ou de uma das minhas tias e nos bailes, meus movimentos eram acompanhados de perto por meu pai. Esse tratamento me tornou uma máquina de triturar corações, não havia homem que por mais sério que fosse que não babava depois de conversar comigo por cinco minutos, não só pelos meus modos refinados, mas principalmente por meu corpo. Meus pais conseguiram o que queriam, no meu aniversário de vinte e quatro anos, entregaram-se no altar de véu e grinalda a um dos homens mais ricos do pais. Minha vida nos primeiros anos de casada foi exatamente o que todos esperavam, mas ninguém contava com a puta que habitava meu interior e passei a sofrer um desassossego que só a masturbação resolvia, mas não podia, nem queria sacrificar o que tinha conseguido, até que em uma inicio de noite eu e meu marido assistíamos a um filme romântico mas com uma cena de voyerismo dissimulada e não pude deixar de ver o interesse de meu marido expresso em uma ereção fora de hora, mesmo sendo um homem bastante viril do alto de seis cinquenta e cinco anos, tentou esconder a prova de seu deslise da sua mulher com então exatos trinta anos. Pausando o filme perguntei fazendo aquela carinha de tarada que faz com que homem algum tente mentir, alisando aquela caceta perguntei:
-Que foi querido? Por que essa coisa gostosa está me chamando? Está pensando em me trair com aquela atriz? Ou está querendo viver uma situação como o do personagem?
Ele olhando no fundo do meus olhos respondeu:
– Não sei se devo responder a sua pergunta;
-Fala Arthur, sei que meu macho não deixa para amanhã o que pode falar hoje;
– Alessandra, tenho tentado ser para você o melhor marido possível, mas sou homem;
– Eu sei meu amor, quero continuar sendo sua mulherzinha, por isso, não há desejo seu que eu não tente satisfazer;
Vi que meu maridinho se encheu de coragem, mas mesmo assim, com voz tremula fala:
– Tenho a fantasia de te ver fazendo sexo com outro homem.
Tentando esconder minha alegria interna, beijei suavemente seus lábios, em seguida, fiz na sala, o que só tinha feito na suíte com a porta fechada, puxei a caceta, que eu conhecia tão bem, de dentro do pijama do futuro corno e chupei do jeitinho que ele gosta e engoli toda sua porra, ao final com o rosto perto do rosto dele fiz outra coisa que nunca tinha feito, deixei ele sentir meu hálito de esperma e o beijei ardentemente e só então respondi:
– Sei que é natural os homens terem esse desejo. Não posso deixar de realizar nenhum desejo seu, mas não pode ser com nenhum conhecido;
-Claro, você tem toda razão, mas como faremos?
Fui ao escritório e peguei vários roteiros turísticos e perguntei:
– Onde você quer que aconteça?
Ele escolheu um roteiro para Holanda. Em uma semana embarcamos e já no avião ele me mostrou vários homens que me comiam com os olhos. Chegamos ao hotel no meio da tarde e ele me fez deitar nua na cama com a buceta aberta, sentou-se em uma cadeira e passou a se masturbar como um louco, certamente imaginando o que aconteceria nos próximos dias.
Coloquei um vestido que valorizava tudo em mim, meus seios, minha cintura fina, meu bumbum, minhas coxas em fim, para conquistar qualquer humano e descemos para o jantar.
Ao entrar no restaurante do hotel, quatro homens que conversavam animadamente pararam de falar só para me ver desfilar até a mesa, o futuro corno não conseguia disfarçar seu nervosismo e passei a estudar o ambiente, cada macho mais lindo que o outro e vi Charles com aquele porte inglês impecável, exatamente o tipo de homem que eu sempre desejei, ele como os outros homens do restaurante não paravam de me secar, assim que o champanhe chegou e foi servido, discretamente levantei a taça e olhei para ele. Discreto, encheu seu como com vinho e o levantou como que oferecendo, sorri e mexi na cadeira vazia a meu lado, ele entendeu e veio, Arthur quase tem uma sincope quando Charles pergunta para ele em inglês se podia levar-me para dançar, sem conseguir falar fez sinal com o braço e eu me levantei e caminhei até a pista, dançamos duas música, ao final das quais, estava tudo acertado, e ele me levou de volta à mesa. Demos um tempinho e Arthur subiu, logo em seguida eu subi, entrando na suíte já a meia luz, vi meu maridinho só de cueca sentado em uma cadeira no canto mais escuro, mas com uma vista privilegiada da cama, graças a um espelho enorme colado na parede. Apenas tive tempo de tirar os sapatos, Charles entrou, fechou a porta, me abraçou e nos beijamos calorosamente, passamos a nos alisar e a nos despir em poucos minutos estávamos nus e pude sentir aquele pau diferente cutucando minha barriga, ajoelhei no meio da cama com a buceta virada para o espelho, quando o macho me abraçou, baixei a parte da frente do corpo, apoiando-me nos cotovelos, mandei ele ficar ele ficar de cócoras, esclarecendo que eu queria que meu marido visse a penetração, ele não pensou duas vezes, fez o que pedi e senti aquela penetração macia mas firma, com o quadril bem arrebitado, tinha certeza que Arthur estava adorando a visão, usando meu treinamento de pompoarismo, suguei e mastiguei o cacete com vontade, levando o macho a gozar antes de mim, desesperada para gozar, me joguei na cama, abri as pernas e puxei a cabeça de Charmes para o meio delas, gozando em sua boca escandalosamente como sempre. Assim que terminei, vi o comedor trocar de camisinha e me abraçar, virei de ladinho, levantei a perna e vi meu marido nu levantar da cadeira, fiz a ele aquela cara de tesuda enquanto levava aquela vara novamente na buceta, Arthur gozou profundamente, o que me fez ser mais rápida que o fodedor e gozei novamente arrastando-o ao orgasmo.
Sem nem mesmo deixar nossa visita tomar banho, ofereci suas roupas e ele entendeu, vestindo-se foi embora. Beijei meu marido e lhe perguntei: Gostou meu amor era isso que você queria?
-Você é fantástica gozei quatro vezes. Agora é sua vez de realizar sua fantasia secreta.
