A velha amiga da escola

Vivendo um padrão de classe média, ainda no início dos estudos, eu frequentei como bolsista uma escola de alto padrão, enquanto minhas amiguinhas passavam férias na Europa, eu ajudava meus pais em nossa barraca de feira. Havia uma coleguinha em particular, com quem eu me dava muito bem, a Sheila, ela sempre me dava lembranças caras e eu dava a ela, o que podia. Ao passar para o ensino médio, ganhei uma bolsa de estudos e fui sozinha para os EUA, voltando de lá, já mulher feita com experiencias que jamais teria por aqui. Assumi o cargo que me foi oferecido em uma multinacional com ótimo salário, vivendo o padrão de vida de minhas antigas colegas.

Ao procurar na lista de médicos do convênio da minha firma os nomes dos profissionais para fazer um checape ginecológico, já que eu usava o aparelho reprodutor com bastante frequência, encontro o nome de minha querida amiga com quem a anos eu tinha perdido o contato e marquei uma consulta com ela. Na ocasião ambas contávamos com trinta e cinco anos.

Cheguei à clinica na hora exata da consulta e mal sentei na sala de espera e a porta do consultório se abriu e alguém com jaleco branco voa lá de dentro falando em voz alta: “Martha, a quanto tempo minha amiga!” Aquela mulher de quadril largo, seios generosos ainda guardava as feições da adolescente com quem eu tinha passado tantas horas curtindo sincera e inocente amizade.

A profissional me examinou, enquanto trocávamos lembranças daquele passado que já me parecia bem distante. Combinamos nos encontrar no dia seguinte um sábado em um restaurante próximo do meu apart-hotel. Ao chegar no local, acessando o primeiro degrau da entrada, vi um automóvel encostar bruscamente, a porta abriu e um homem com expressão de raiva ao volante, praticamente enxotou minha amiga de dentro do carro. Ela olhou para mim bem sem graça, disfarcei fingindo não ter percebido o ocorrido e entramos. Sentamos e fizemos o pedido, minha amiga não conseguiu demonstrar a alegria do dia anterior, muito pelo contrário, após alguns comentários sobre o ambiente, minha amiga aperta a minha mão e diz: “Não sou feliz, tenho um marido de merda, incompetente nos negócios, na vida familiar e na cama”. Vi as lágrimas rolarem por seu rosto, o garçom muito discreto nos serviu e se afastou, mas a comida estava descendo quadrada, chamei o garçom , paguei a conta e fomos andando para meu apart-hotel. Fechei a porta e nos abraçamos. Sem segundas intenções, aconselhei minha amiga a tirar o vestido para não amassar, oferecendo a ela um robe de tecido fininho, vestindo outro semelhante. Sentamos encostadas na cabeceira da cama e passei a ouvir o relato de anos da vida amarga da minha amiga. Tendo desabafado tudo, ela pediu para tomar um banho, voltando revigorada sentou a meu lado e pediu para eu falar alguma coisa sobre mim. Achei prudente falar sobre minha vida profissional, dos cursos que tinha feito e da minha ascensão profissional. Ela me interrompeu e foi objetiva: “E os homens, me fala dos homens”. Meio sem jeito, fui franca. “Sobre homens não posso falar muito, mas posso lhe falar sabre momentos muito bons com várias mulheres”. Os olhos de minha amiga se iluminaram, sem eu esperar ela me agarrou e me deu um emocionado beijo de língua. Abraçando-me em seguida, disse: “Nossa, sempre quis fazer isso com uma mulher gostosa como você, para dizer a verdade, acho que era você a pessoa não identificada dos meus sonhos”. Olhei dentro daqueles olhos azuis maravilhosos e nos beijamos ardentemente, passamos a nos alisar e ela falou: “Eu não sei como agir, me ensina”. Tirei delicadamente o robe que ela estava usando, beijei seu ombro e soltei seu sutiã passei a língua em seu pescoço, sentindo minha amiga tremer em meus braços e sua respiração se tornar forçada e mamei em seus seios, ela passou a gemer muito, tirei sua calcinha e mal alisei sua bucetinha enquanto a beijava e ela gozou, eu sabia por seu relato que aquele era seu primeiro gozo nos últimos seis meses e senti o gosto das lágrimas que tinham escorrido por seu rosto em minha boca.
Eu sabia bem o que aquela buceta carente precisava, escorreguei sobre aquele belo corpo e lambi aquela buceta sem abri os lábios vaginais, senti o gostinho do melado que dela brotava e com a língua em fenda abri devagarinho aqueles lábios vaginais volumosos enquanto me masturbava, ela gemia tão gostoso que não resisti gozei. Vendo que ela estava bem próxima do orgasmo, fiz o que sabia pelo que ela tinha falado da cama com o marido, o que por certo ele nunca tinha feito, a virei de bruços , imediatamente puxei seu quadril deixando-a de quatro, passei meu braço para a frente, acertando seu grelo com o dedo médio, enfiei minha língua em seu cuzinho, ela deu um grito demorado e começou a gozar profundamente enquanto forçava a bunda contra minha cara. Terminando de gozar, ela deixa o corpo cair na cama e olhando com os olhos brilhante para mim fala: “Não conheço nada de cama mesmo, nunca gozei tão forte e nem imaginava que alguém pudesse me dar tanto prazer com a língua ali”. Sorrimos e nos beijamos. Ela estava sendo tomada por aquele relaxamento pós gozada e eu a deixei adormecer. Cerca de meia hora depois ela acorda assustada e fala: “Nossa, achei que era um sonho…”. Ela olhou meu mamilo e mamou alisando a própria buceta e eu puxei o lençol que cobria parte do meu corpo, só então ela viu minha cinta com um pênis de silicone acoplado e perguntou: “você vai me penetrar?”. Eu a beijei respondi: “Você disse que nunca podia ficar em cima, agora é sua vez de quicar em cima de mim.”. Ela tentou deitar sobre meu corpo, eu a segurei, enfiei um vibrador que já estava preparado na minha buceta, o liguei, ajustei a cinta e sugeri que ela ajoelhasse sobre a “minha caceta”, ela o fez e suas expressões era de quem estava aproveitando cada um dos dezoito centímetros que sua buceta engolia, olhando com aquela carinha de tesuda para mim, e obedecendo o ritmo de minhas mãos em suas coxas, a gostosa logo mostrou que levava jeito para a coisa e passou a quicar com vontade alisando meus peitos e contorcendo o corpo, quando meu vibrador fez efeito e entrei em orgasmo ela enterrou a ” minha rola” até o funda da buceta e produziu um profundo e demorado gemido, indicando que aquela era a melhor foda da sua vida. Ainda com dificuldades para respirar, passou o braço na boca toda babada e levantou o corpo. Tirei a cinta, desliguei o vibrador e o tirei de dentro de mim. Ao constatarmos que já passava das vinte duas horas, ela se assustou, colocou a roupa e saiu sem mesmo tomar banho.
Tomei um banho de banheira e uma taça de vinho branco.
Acordei já na hora do almoço e saí para almoçar, conseguinte resistir a tentação de ligar para aquela mulher que tinha me proporcionado tanto prazer no dia anterior e me conscientizei que aquela velha amizade estava mexendo comigo, mas realista lembrei com tristeza que ela era casada.
Quando estava cruzando a portaria do hotel, o funcionário me chamou dizendo que tinha algo para mim, entregando-me um envelope, dentro um cartão da minha amiga e ginecologista, no verso escrito : “A mais nova separada que chegou ontem com cheiro de sexo em casa, está hospedada na suíte em frente da sua, louca para comemorar”

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