Casamento erótico – quarta parte
Passamos dias sem abordar o assunta da trans e o que aconteceu naquele motel e logo retomamos nosso ritmo frenético de sexo a dois, eventualmente eu sugeria a Sheila que ela tinha outras amigas além da Martha, ela sempre respondia a isso com um sorrisinho sacana. Com o tempo, vendo alguns vídeos para adultos, admiti para mim mesmo que tinha vontade de ver minha esposa sendo comida por outro homem, larguei inúmeras vezes o notebook aberto sem apagar o histórico recheado de endereços de filme em que os maridos se masturbavam vendo as esposas serem traçadas por outros homens. Não tinha coragem de propor a ela aquele tipo de sacanagem. Ao terminar a minha graduação, passei a chegar cedo em casa. Em um fim de tarde ao chegar em casa, vi minha esposa conversando com uma vizinha novinha, um tesão de menina, durante o jantar perguntei quem era a novinha, Sheila passou a falar sobre a garota com um entusiasmo que a muito não demonstrava, dizendo que a Suzi tinha mudado a poucos dias junto com o irmão para o outro apartamento do nosso andar junto com o irmão, que era um meninão bonito, de corpo atlético super simpático etc..
Em um sábado a tarde, encontrei na sauna do prédio um rapaz que correspondia a descrição feita por minha mulher, batemos um papo e descobri que os dois eram órfãos e que viviam de herança e que o jovem cuidava da irmã desde que pais tinham falecido.
Alguns dias se passaram e minha esposa me perguntou se podia convidar os dois jovens para almoçarem em casa no sábado, aproveitando que nossa filha estaria em uma excursão de fim de semana da escola, sem nenhuma maldade concordei.
No sábado, logo que acordei, procurei minha mulher não a encontrando, lembrei que ela devia ter levado logo cedo nossa filha a escola para embarcar no ônibus da tal excursão e estava sossegado tomando meu café da manhã na mesa da cozinha quando a porta abriu, era nosso vizinho Paulo que foi logo dizendo: Oi Arthur, sua esposa está lá em casa esperando minha irmã acabar o banho e pediu para que eu lhe fizesse companhia no café da manhã.
Levantei para pegar uma xicara desconfiado que minha mulher estava comendo a vizinha e tinha conseguido fazer o irmão deixar as duas sozinhas. Minha ereção não passou desapercebida e o atrevido falou: Acho que você ainda não encontrou sua esposa hoje alias, uma mulher muito bonita.
Meio incomodado com o comentário mas querendo apimentar a conversa, respondi: Não só bonita, mas muito gostosa de cama.
O rapaz sem perder o rebolado, respondeu de pronto: Que nem minha irmã.
Aquela resposta me deixou intrigado, sentei novamente e antes de terminarmos o café as duas entraram cozinha a dentro, a jovem com quem eu não tinha trocado uma só palavra, me deu um beijinho no rosto, olhei para minha esposa e lá estava aquela carinha de sacana que eu já não via a algum tempo, tive certeza que estava rolando alguma coisa entre as duas. Chamei o irmão para uma disputa no vídeo game e voltei a ficar de pau duro quando vi as duas irem em direção à suíte, mas acabaram entrando no quarto escritório. Depois de algumas partidas, abrimos umas cervejas e chamamos as duas para a sala em clima de descontração, disputamos partidas de dois contra dois. O interfone tocou, era o entregador com nosso almoço. Eu e Paulo descemos para pegar a encomenda, enquanto as mulheres preparavam a mesa que quando esticada era para seis pessoas, mas normalmente a deixávamos reduzida para quatro cadeiras e nessa posição nos sentamos a minha esquerda a menina e a minha direita seu irmão e a minha frente minha esposa. Terminado o almoço e voltamos às cervejas ainda sentados à mesa e a coisa começou a descambar, em um jogo de casal contra casal. Deitamos uma garrafa e a rodamos combinando que aquele que a boca indicasse, poderia pedir ao alto casal que fizesse algo. A ponta indicou a Suzi que depois de algum suspense sentenciou, queria ver minha mulher me dar um beijo de língua, aposta paga, felizmente na segunda rodada aponta da garrafa parou virada para mim, já meio doidão falei: Quero ver a Suzi dar um beijo de língua na Sheila. Os olhos dos três brilharam e as duas se levantaram, se abraçaram e trocaram um tórrido beijo. Paulo super entusiasmado gritou, nem precisa da garrafa, é minha vez de dar o castigo, as duas ainda em pé sorriram. Nós quatro já sabíamos onde as coisas iam parar e ele sentenciou: Quero ver um strip das duas lá na suíte. Elas nem questionaram. No caminho Suzi mexer no celular e colocou uma música apropriada eu e o macho jovem sentamos na beirada da cama e assistimos as duas se despirem eroticamente, claro que não resistimos, tirei a bermuda e passei a manipular minha rola. Paulo amassou o pau durante tempo todo até que falou: “Nunca vi nenhum outro comendo minha irmã”. Surpreso mais não chocado deduzi que os irmãos eram incestuosos, adquirindo a certeza quando Suzi em um tranco só arrancou a bermuda do irmão e engoliu sua rola inteira, puxando a cabeça para cima rapidamente sua boca fez aquele som de champanhe sendo aberta, a safada virou a pica do irmão na direção da minha esposa oferecendo-a para ela. Sheila olhou para mim com cara de pidona, fiz sinal positivo com a cabeça, mas ela gulosa fez o rapaz sentar novamente a meu lado ajoelhou na cama tendo o pau do menino no meio das pernas. Suavemente engoliu a piroca inteira com sua buceta, meu pau estava lançando porra para cima quando a menina fez o mesmo, recebendo ainda no canal vaginal algumas golfadas, deixei meu corpo cair para trás vendo a jovem quicar na minha pica e a visão tornou-se ainda mais erótica quando Paulo fez o mesmo, eu não sabia o que era mais gostoso, estar dentro de uma bocetinha jovem ou ver minha esposa comendo aquele garoto, logo ele gozou, minha esposa deve ter percebido quando gozei logo no inicio da foda, pois puxou a garota para o meio da cama, e como que combinado, entrelaçaram as pernas e começaram uma tesourinha louca. Paulo fala bainho: Já vi minha irmã com outras mulheres, mas não tão louca como ela está agora. As duas esfregavam a buceta, gemiam, emitiam sons guturais, davam gritinhos até que minha mulher teve um daqueles seus gozos espetaculares, a menina também entrou em extasse e logo se mostrou encantada ao ver minha esposa se debatendo, a rapaz mostrou preocupação e eu disse que estava tudo bem, que era assim mesmo e ele passou a apreciar aquela mulher gostosa ainda viajando. Minha esposa ainda tremendo abraçou a menina e a beijou, cochichou algo em seu ouvi e falou: Assim, depois é só movimentar desse jeito. Minha esposa acabara de segurar as pernas com os braços na altura da parte de trás dos joelhos usando a parte interna do cotovelo puxando o conjunto contra o tronco deixando as costas em arco, mostrou como era a gangorra com o cuzinho completamente exposto. Suzi imitou minha mulher, deitei em cima e empurrei a rola naquele cuzinho jovem, ela fez uma careta, mas sorriu em seguida, Paulo entendeu como funcionava e penetrou o rabo de minha mulher que olhou para mim com aquela cara de safada e ambas começaram a fazer a gangorra enquanto nós movimentávamos para frente e para trás, meu libido atingiu escala máxima ao ver minha mulher dando o cu para outro quando a menina me beijou eu gozei naquele cuzinho apertado. Assim que terminei ela falou no meu ouvido não sebia gozar com o cu. Rapidamente escorreguei e enfiei a minha língua na bucetinha da Suzi enquanto ela mantinha aquela posição inicial, vi quando Sheila começou a ter espasmos musculares e parei de chupar por tempo suficiente para falar: Se segura que o touro vai ser solto, Paulo entendendo o recado segurou os ombros da minha esposa que entrou em orgasmos múltiplo. Voltei a chupar a jovem com vontade, os três gozaram juntos, enchendo a suíte de gemidos fortes e cheiro de sexo. Quando Paulo saiu de cima da minha amada eu a abracei e falei no seu ouvi: “Você é a mulher mais safada do mundo”. Ela com lagrimas nos olhos respondeu: “Agora que você experimentou a sensação de ser corno, vamos comer a cidade inteira”.
