Comerciárias e comerciantes

Herdeiro de várias lojas na área do maior comercio da América Latina, fui levado para o olho do furação ainda criança. Já adolescente eu conhecia não só as malandragens comerciais, mas também as putarias promovidas pelos comerciantes e funcionárias, sabia onde ficavam a maioria dos apartamentos que são chamados de abatedouro, os quartinhos escondidos em diversas lojas, as funcionárias das lojas que gostavam das festinhas e as que metiam discretamente no horário de expediente. Quando meu pai se afastou dos negócios, muitas funcionárias sentiram no bolso a “falta do velho” que comia desde as faxineiras até as gerentes, menos a Claudia, filha de uma italiana com um alemão, um espetáculo de mulher, não só pelo corpo, mas principalmente por ser ela quem administrava os apartamentos “abatedouros”, mas quem arregimentava as meninas para os comerciantes comerem, tanto que foi ela quem providenciou meu presente de quatorze anos, duas novinhas que jamais esquecerei. Claudia começou a trabalhar em uma das lojas do meu pai muito jovem. Muito bonita , recebeu cantadas de todos os lados, mas inteligente como era, acabou organizando a putaria sem participar dela, na nossa organização comercial era supervisora das lojas e acabou morando com camarada que trabalhava com ações. O ritmo era frenético, Claudia ajeitava para mim mais mulheres que eu tinha tempo para comer. Em uma tarde, vejo aquela mulher que sempre foi muito dinâmica e alegre sentada no escritório de uma de nossas lojas, na época ela com quarenta e dois anos e eu com vinte três e pergunto: Ei mulher, o que está acontecendo? Brigou o marido? Claudia olha para mim e as lágrimas rolaram por seu rosto.
– Nada não Arthur.
– Como nada, vai lá, se abre comigo.
_ O pai da minha filha fez umas trabalhadas com as ações que administrava, rapou nossas contas e a seis meses sumiu no mundo. Estou com três mensalidades atrasadas da faculdade de minha filha, estou tão desesperada que vou ter que entrar na roda, vou dar para meia dúzia desses velhos e colocar as contas em dia, só não quero ser humilhada indo a um abatedouro qualquer.
Sem pensar e dando vazão ao tesão que eu tinha por Claudia, falei:
– Eu não sou velho.
Ela entendeu na hora e parou de chorar.
– Sempre tive vontade de sair com você, as meninas dizem que você é excelente de cama, sairia com você sem pagamento, mas as contas são altas…
Não se preocupe, amanhã é sábado, tire a manhã para fazer a contabilidade das dívidas e eu te ligo no meio da tarde.
Passei a manhã inteira de pão duro pensando naquele corpinho da quarentona que colocava todas aquelas novinhas no chinelo. No meio da tarde liguei para Claudia, a peguei na porta do prédio dela e a levei ao melhor motel da cidade.
Assim que entramos na suíte, a mulher me agarrou pelo pescoço, grudou sua boca na minha, enfiou a língua na minha boca, e passou a alisar meu ferro, em seu desespero falo no meu ouvido, a mais de seis meses não sinto uma rola. Imediatamente começamos a nos despir, aquele corpinho era mais bonito do que eu imaginava, bundinha cheinha, coxas torneadas, peitinhos bicudinhos, cinturinha fininha, uma delícia. Já nus Claudia abocanhou mica pica e passou a chupar com tanta vontade que colocou tudo na boca e com os músculos da garganta apertava meu canudo. Desesperado, peguei a tesuda no colo e a coloquei na cadeira erótica, deixando sua pernas arreganhadas. Ajoelhei e vi aquela buceta só com uns cabelinhos loiros acima da racha e cai de boca, ainda estava aquecendo a língua quando ela solta aquele som tesudo e sua buceta borrifa liquido na minha cara, a gostosa estava realmente com falta de rola, ela segurou nos ferros da cadeira continuou fazendo aquele som gutural gostoso, gozou muito. Em seguida, olhou para mim com uma cara de tarada que até deu medo, saiu da cadeira, me puxou para cama redonda. Ajoelhou no centro da cama e disse:
– Vem, mata a vontade desse cu que não leva ferro a muito tempo.
Baixou a parte da frente do corpo e pude ver a forma de violão daquele corpinho, quadril largo, bunda carnuda e dura e cintura fina, fiquei louco. Ajoelhei atrás dela, achei o caminho com o dedo médio e enfiei a rola, entrou uns dez centímetros da minha trolha grossa, ela emitiu um gemido comprido ao mesmo tempo que puxava os lenções com a ponta do dedo, a dor e o prazer eram evidentes, empurrei mais um pouco e comecei o movimento para trás e para frente devagar, ela colocou o dedão na boca e passou a chupa-lo como se fosse uma chupeta, empurrou a bunda contra meu pinto e com movimentos dos músculos anais puxou tudo para dentro dela, pedindo com aquela voz tesuda para eu não mexer e enquanto apertava e chupava meu pau com o cu pedia para eu não gozar, mas aquela técnica é irresistível, aquela voz rouca de tesão é muito difícil de resistir ainda, assim que ela levou uma das mãos ao meios da perna sem parar o movimento interno do cu, enfiou o dedão que antes estava na boca na buceta e apertou na parede interna da buceta fazendo eu sentir o dedo no meu pau enterrado em seu cu, gozei como louco, nunca tinha comido nenhuma mulher com tanta técnica. Segurou meu pau ainda duro dentro do cu com as forças dos músculos internos que eu nem sabia que existiam, trocou o dedão pelos indicador e médio, continuou a forçar as paredes da buceta com os dedos e por dentro passou a alisar meu pau, puta que tortura, sempre que eu tentava mexer ela implorava para eu ficar parado, até que ela teve uma convulsão de prazer transformando-se em uma fera, bufando como louca e apertando meu pau com mais força no cu, levando-me ao melhor orgasmo da minha vida. Esperei ela voltar ao normal e puxei a piroca desmaiada, a tarada nem olhou para minha cara, colocou tudo na boca e enquanto se deliciava, fez uma faxina completa no bruto. Fomos para a banheira onde me recuperei e voltamos para a cama, ela com uma mão alisava minha pica enquanto se masturbava com os quatro dedos enfiado em sua racha, fazendo aquele som de buceta enxarcada e mais o alisamento fez meu pau adquirir ereção máxima e empurrei tudo dentro daquele bucetão que com lubrificação perfeita e musculatura interna treinada permitia a penetração profunda na ida e apertava na volta, uma delicia que eu não conhecia mesmo depois de participar por anos de putarias com as comerciárias. Antes de sairmos da suíte, pedi para ela o levantamento das dívidas, olhei só o total, era mais do que eu gastava com as festinhas das comerciárias em um semestre, mas a foda com todas aquelas novidades valia a pena, fiz um cheque e ainda ganhei um espetacular beijo na boca. No sábado seguinte levei a cafetina das comerciárias (era assim que os comerciantes se referiam a ela) a outro motel, e ela me mostrou como as meninas faziam um falso cabaço usando parte de preservativo interno, naquela tarde, arrombei vários cabacinhos que ela usou, uma delicia, principalmente olhando aquela cara de tesuda e representando a perda do hímen, coisa de mulher astuta. Em um sábado especial, ela além de se exibir enfiando bolinhas de pompoarismo tanto na buceta quanto no cuzinho, expulsando-as com a musculatura, pedindo para eu puxar o cordãozinho e segurando com as contrações para a carreira de bolas não sair, um espetáculo erótico fantástico, ainda praticamos a Espanhola Bailarina, na espanhola normal, o macho fica esfregando a pica para baixo e para cima entre os peitos da mulher, mas na bailarina, a fêmea masturba o pau com o movimento dos seios que são manobrados com as duas mãos e chupa só o furinho da cabeça do pau, a porra sai por pressão negativa, provocando uma sensação louca.

O estoque de sacanagens diferentes, estava acabando. Eu querendo sempre mais, até que Claudia perguntou o que eu achava de mais uma mulher conosco, quase grito de alegria, foi o primeiro sábado que não nos encontramos, pois ela queria passar o domingo comigo e a tal menina. Marcamos na porta do prédio dela às seis horas da manhã, assim que a peguei, ela falou vamos pegar minha “irmã” no aeroporto. Eu adorava comer irmãs juntas, ainda mais sendo a Claudia uma delas era prazer garantido.

No caminho ela me contou, aquela era sua irmã caçula, que ainda quando jovem morava com os pais dela, época em que Claudia ia todo mês visitar a família, ocasiões em que as duas se pegavam, quando a mãe desconfiou, pediu para Claudia não mais aparecer em sua Cidade Natal, mas não adiantou muito, a menina se tornou ótima atleta de basquete, fugiu com a treinadora, acrescentando que a tal treinadora era da linha lésbica que não admitia brinquedinhos, motivo pelo qual Claudia estava com aquela malinha dentro do carro, acrescentando que as duas tinham vivido juntas por seis anos, mas que Melissa, sua irmã tinha largado a tal treinadora e estava escondida em uma cidade perto de Curitiba.

Fiz as contas rapidamente e conclui que a nossa futura acompanhante tinha 24 aninhos. Mas jogadora de basquete, devia ser um bagulho.
No aeroporto, tomamos um café e logo o avião pousou, no meio dos passageiros uma mulher alta, 1,85 m, cabelos curtinho , queixo quadrado, com cara de macho, se sobressaia, puta quase me arrependo, mas quando vi o corpão meus olhos quase pulam da orbita, dizer que era um tesão era pouco, usando um agasalho de educação física apertadinho, a testa da buceta da mulher era enorme, braços fortes, coxas grossas e uma bunda hiper bem feita. No meio do saguão as duas se atracaram em um beijo de língua que até eu fiquei com vergonha. Saímos em direção ao estacionamento com as duas caminhando na frente, sobrando para mim, puxar a mala.
As duas sentaram no banco de trás e foram se mamando e amassando até entrarmos em um motel com aparência boa , na suíte, as duas ficaram peladas passando a mão uma na outra, eu já estava com o pau doendo de tesão, vendo aqueles dois corpos magníficos mostrarem o desesperos para gozar como estavam as duas. Claudia, puxa da maleta uma cinta com um consolo imenso e grosso, Melissa fala entre gemidos que não ia aguentar, pois desde a última vez que tinha estado com Claudia, tudo que tinha recebido na buceta era dedo e língua, a cafetina desesperada não deu ouvidos, colocou a cinta, ajustou e jogou a irmã na cama, com incrível habilidade, encaixa a “piroca” na fenda da irmã e empurrou, Melissa deu um grito e empurrou o quadril contra a irmã, não aguentei esperar, tirei o pau para fora e gozei antes das duas vendo aquele espetáculo de papai e mamãe feito por duas mulheres. As duas terminaram cobertas de suor e foram de mãos dadas para a banheira, resolvi deixar as duas matarem as saudades e quando voltaram, Claudia fala:
-Sei que você vai adorar realizar a fantasia da minha irmã, ela nunca deu o cu.

As duas deitaram na posição de sessenta e nove, mas com Melissa de joelhos, Claudia chupou bem o cuzinho virgem da irmã mandou Melissa arrebitar a bunda e ficou vendo bem de pertinho, foi difícil fazer a cabeça entrar, os gemidos e os choramingos daquela fêmea que estava perdendo as pregas eram como música, Claudia a todo instante chupava aquele grelão e a irmã jogava a bundinha mais para trás, ainda não tinha entrado a metade e eu gozei como louco, não sei se por estar sendo chupada ou por estar sendo enrabada Melissa gozou junto comigo. Passamos o domingo inteiro calejando a buceta e o cu da minha nova amante com meu pau.

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