Minha irmã caçula

Tenho três irmãs, todas mais nova que eu, sou o único macho e diferente dos garotos criados só ao lado de meninas, sou comedor, o único da família que não seguiu a profissão de nossos pais, o magistério, pois sou engenheiro. Com apenas dois anos de formado, fui nomeado gerente do escritório regional de uma grande firma. O escritório de qual me tornei responsável fica em Florianópolis, lugar de vida noturna agitada. No primeiro fim de semana fui convidado pelo pessoal do escritório para ir a uma balada, de lá sai com duas gatas e as arrastei para meu apartamento cedido pela firma.

Na manhã seguinte, as duas se desentenderam e me bateu uma preocupação, e se alguma dessas mulheres resolvesse me acusar de coisas que eu jamais faria, como estupro? Para resolver isso instalei câmeras ocultas em todos os ambientes, até no banheiro. Eu já estava com uma coleção de gravações super excitante, quando uma de minhas irmãs, a caçula, ligou perguntando se poderia passar uma semana comigo e uma colega que dava aulas junto com ela em Curitiba. Justamente na semana em que eu estaria vistoriando obras no interior do Estado, mas a minha ausência não foi empecilho, as duas chegaram em uma sexta feira e eu as levei para a balada, dormi na sala e as duas na minha cama de casal, sábado com muito sol, as levei para passear de lancha alugada só para nós três e o marinheiro, a noite em outra balada, domingo um belo almoço de frutos do mar ao ar livre, com direito a uma vista deslumbrante.

Na noite de domingo, as duas que tinham chegado branquinhas como todas as mulheres de Curitiba, estavam vermelhas como camarão, comprei pomadas para aliviar as queimaduras do sol e na hora que passei o produto nas costas das duas, quase as agarro, pois tinha passado o fim de semana todo bancando o guia turístico e tinha ficado de pau na mão. Abasteci a geladeira e na segunda ainda de madrugada me coloquei na estrada.

O motorista estava pisando fundo enquanto eu cochilava no banco do passageio, para espantar o sono entrei no programa das câmeras do meu apartamento, tomei um susto quando vi minha inocente irmã e sua amiga trocando um demorado beijo lésbico, logo em seguida minha irmã levanta da cama e pude ver seu maravilhoso corpo esguio, seios firmes, coxas torneadas e bunda durinha, foi para o chuveiro, sua amiga vira na cama e meus olhos quase saem de orbita vendo o que devia ser a bunda mais perfeita de Curitiba. As imagens gravadas não podem ser vista pelo celular, só no aparelho fixo que estava em casa. Não desgrudei os olho do celular até chegar no canteiro de obras, e a dúvida, aquele beijo tinha sido algo isolado ou o “gran finale” de uma foda lésbica? A noite trancado no meu quarto comecei a fazer o relatório com o celular em cima da mesa vendo as imagens rolarem de uma câmera para outra e o apartamento estava vazio, pouco depois das vinte duas horas as duas entram, assim que fecharam a porta se atracam em um beijo cinematográfico, vão direto para o banheiro trocando carinhos o tempo todo, entram juntas no chuveiro, uma ensaboa a outra sempre trocando caricias, meu pau já estava doendo de tão duro, minha irmãzinha caçula alisava a bunda da namorada deixando claro sua preferencia, enquanto a outra acariciava os belos seios que sei ser de família, pois guardo na lembrança com muito carinho as vezes que vi minhas irmãs trocarem de rouba enquanto achavam que eu não estava vendo. Foram para a cama e vi a “minha cunhadinha” sentar na cara de minha irmã.

Em poucos minutos vi minar uma grande quantidade de liquido da bucetona da minha irmãzinha, enquanto a outra rebolava em sua boca, nesse instante minha punheta jogou porra no carpete a mais de um metro de distancia a cara de prazer que a menina fez não deixou dúvidas, minha irmã, que agora eu estava vendo não ser tão inocente, sabia chupar uma buceta. As duas deitaram lado a lado, se abraçaram e dormiram. Para eu conseguir dormir, bati mais uma punheta. Logo que acordei, liguei o programinha e a bela surpresa, as duas estavam em uma alucinante tesourinha, sem levantar da cama, me aliviei em nova punheta. Passei a manhã toda no canteiro de obra com os pensamentos em meu apartamento e mal o motorista acabou de almoçar, nos colocamos na estrada. Na viagem não abri o programa, queria ter algo para as horas solitárias. Logo após as 19 h abro a porta de casa, vendo aqueles dois magníficos corpos no sofá protegidos apenas por baby dool fininhos, não resisti, virei para minha irmã e perguntei: Nossos pais sabem? As duas fizeram cara que não estavam entendendo, abri o móvel onde fica o equipamento de gravação, joguei a imagem na televisão regulei o horário para a foda da noite anterior e fiquei olhando para a cara das duas. Ambas correram para o quarto e se trancaram. Sem opção melhor, entrei no chuveiro e saí do banheiro com uma tolha enrolada na cintura, as duas estavam em pé na sala com cara de choro. Sentei no sofá e as vi sentarem cada uma de um lados meus lados. Minha irmãzinha com voz chorosa fala: Você não vai contar, vai? Olhei para ela e antes de fraquejar ela me dá um beijo e enfia sua língua na minha boca, enquanto sua amiga se dobra e engole minha rola com a boca, naquela posição fui ao céu, bem poderia gozar daquela forma, mas puxei o corpo da minha “cunhadinha”, levantei, apoiei seus cotovelos no apoio do sofá de costas para o centro da sala. Admirei por instante aquele traseiro maravilhoso e bati com a pina no meio daquelas nádegas lisinhas, ela percebendo minhas intenções falou: “Eu nunca fiz assim”. Suas palavras me deixaram mais louco, era um cu virgem, virei para minha irmã e mandei ela pegar o tudo de gel na gaveta do criado, enquanto ela providenciava o gel eu esfregava minha pica no meio daquela bunda espetacular. Ao voltar, minha irmã não estava mais com cara de chorosa e sim de tesuda, ela mesma fez quentão de colocar o produto no anelzinho da namorada e com muito carinho em toda minha piroca. Sem eu pedir, minha irmã abriu as nádegas da amiga, olhando com os olhos vidrados de tesão para a minha cara, apontei e empurrei, a vítima gemeu de dor, mas aguentou firme, suas mãos agarraram com força o estofado do assento do sofá, seu cu apertou a cabeça do meu pau com força, minha irmã abandonou o posto e foi beijar a boca da namorada, aproveitei e empurrei mais um pouca, até então, era o cu mais apertado que eu já tinha comido, minha presa falou algo no ouvido da minha irmã que com cara de felicidade deu a volta por trás de mim e de costas para o sofá,sentou no chão e enfiou a cabeça entre nossas pernas, partindo de baixo levou as duas mãos às nádegas que eu comia e passou a chupar a buceta da amiga. Não enfiei o pau todo e gozei nos primeiros movimentos que fiz. Ela pediu para eu tirar, minha irmã continuou a chupar aquela buceta que aparentemente conhecia bem e vi sua amiga tremer o corpo e gemer gostoso demonstrando claramente que estava gozando. Resolvi deixar as duas em suas intimidades, ainda de pau duro entrei no chuveiro, em poucos minutos, minha irmã entra no box e fazendo carinho no meu peito diz com voz tesuda: “Eu também quero experimentar um anal”. Era muita felicidade de uma vez só, eu ia estoura dois conjuntos de pregas em uma noite só de dois corpos maravilhosos. Recebi um novo beijo tesudo incestuoso e fomos para a cama tentando nos enxugar, lá nossa amante já nos esperava com o tubo de gel na mão, minha irmã se colocou de quatro na beira da cama e nossa assistente untou meu pau e o cuzinho a ser arrombado. Vi aquele cuzinho rosa pequenininho e pensei como é impressionante como algo tão pequeno se dilata tanto para receber um cacete…, encostei e empurrei sem dar tranco, mas de modo firme, vi pelo espelho minha irmã travar os dentes e em seguida tentar respirar fundo, suas costas estavam toda contraída, mas suas feições voltaram a ser daquela menina sacaninha, quando sua amiga arreganhou as pernas na sua frente e abriu os lábios vaginais para a empalada chupar, aos pouco fui enfiando vendo e ouvindo os sons da chupadas e os gemidos das duas, assim que as bolas começaram a bater nas coxas de minha irmã que até dias antes eu considerava a pessoa mais inocente do mundo, mas que estava provando ser uma devassa, enchi seu canal de leite agarrado firme naquela cinturinha fina e macia que rebolava como se estivesse acostumada a levar ferro por trás, nossa amiga gozou junto fazendo um escândalo magnifico. A permanência das duas em Florianópolis que deveria ser de uma semana, transformou-se em vinte e um dias durante os quais assistimos as gravações de todas as mulheres que conheceram meu apartamento. Agora aguardo o feriadão que os dois cuzinhos que viciei em piroca prometeram voltar a me visitar.

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