Pagando as dívidas
Eu estava casada com Ricardo a dois anos, levávamos uma vida apertada, faltava dinheiro para tudo, menos para as pingas do meu marido. Não eram raras as noites que o tinha que ir buscar na vendinha do seu Jovino, um nordestino quarentão, musculoso um cara com jeito de macho mesmo. Em uma tarde, quando estava voltado do serviço, seu Jovino me chamou e disse: Alessandra, não sei porque você perde tempo com o Ricardo, qualquer homem aqui da vila adoraria ter você em casa, olha essa conta, não sei como vocês vão fazer para me pagar.
Fui para casa desesperada, estávamos devendo mais o que nós dois ganhávamos juntos no mês, quando Ricardo chegou, foi pra cima dele como uma fera, falei tudo que tinha que falar inclusive a conversa que tinha tido com seu Jovino, ele na maior cara de pau se vira para mim e fala: “Dá o cu para ele, quero ver você aguentar aquele jegue”.
Fiquei abismada com a resposta do meu marido ao meu drama. Evitei passar em frente da venda e passei a fingir que estava dormindo quando Ricardo chegava em casa. Preocupadíssima com nossas dívidas e desesperada por falta de rola, procurei o seu Jovino já disposta a tudo. Ele um homem experiente propôs me eu voltasse a venda no domingo depois do almoço quando o estabelecimento estaria fechado, mas fazia questão que eu levasse meu marido junto.
No domingo, já passando das quatorze horas batemos na porta lateral da venda, seu Jovino já nos esperava só de cueca e nos fez entrar, mandou Ricardo sentar em um banquinho ao lado de uma cama de solteiro, me abraçou e começou a chupar meu pescoço, meu marido assistia tudo com vivo interesse sem esboçar protesto, diante daquelas chupadas, senti minha buceta pingar, aquele pau roçando na minha bunda me deixando ainda mais louca, em minutos meu vestido já estava no chão e o Sr. Jovino masturbando meu grelo com a mão enfiada dentro da minha calcinha, olhei para meu marido e o maldito estava com a bermuda arriada nos joelhos e se masturbando, perdi o controle e deitei com as pernas arreganhadas, fechei os olhos e esperei a penetração, mas o coroa sabia dar um trato em uma mulher, fez o que meu marido nunca tinha feito, passou os braços por baixo das minhas coxas e enfiou a língua na minha racha, gemi alto e meus membros se contorceram nunca tinha me sentido tão tesuda na vida, aquele macho sabia como chupar uma buceta, em uma ação instintiva, levantei o quadril e empurrei minha xaninha contra a cara do fodedor e tive o maior orgasmo que jamais sonhara ter, tão intenso que todos os meus músculos passaram a apresentar fortes espasmos. Demorei alguns minutos para recuperar o controle enquanto o vendeiro alisava delicadamente meus dois seios. Olhei para o meu e vi limpando o pinto com um paninho. Passei a querer gozar daquele modo novamente e puxei a cueca do garanhão, o que vi explicava o porque meu marido tinha se referido ao nordestino como jegue, uma coisa assombrosa, duvidei que aquilo poderia entrar em minha bucetinha, pior foi ouvir Ricardo com voz tesuda falar: “Agora quero ver se você é mulher para aguentar”, o corno falou essas palavras exatamente quando o fodedor segurando a cobra, colocou a pontinha entre meus lábios, com vontade e raiva abocanhei o quanto pude depositando naquela vara o máximo de saliva possível, voltei a deitar e o nordestino colocou meus calcanhares em seu pescoço, segurando a piroca com uma das mãos apontou para meu rasguinho e forçou, senti que meus lábio vaginais incharam na hora e em seguida meu canal vaginal percebeu a grossura a que não estava acostumado, passei a gemer de pura tesão por estar sentindo aquela dor gostosa de quem está sendo arrombada e antes de engolir a cobra inteira, tive uma forte convulsão de prazer nunca experimentada antes e o macho passou a socar o fundo de minha buceta como ninguém tinha feito antes e passei a falar entre gemidos: “Vai me arromba, mostra para o meu marido como se fode, isso soca lá no fundo, assim gozar de novo”
O comedor gozou junto comigo, seus uivos se misturaram com meus gritinhos de prazer. Fui para casa com as pernas bambas apoiada nos ombros do corno que teve as dívidas perdoadas.
