Minha vida sexual

Não resiste a compulsão de relatar parte de minhas aventuras como forma de homenagem a todos que delas participaram.

Meu nome é Suzana, 1,75 m , cabelos castanhos claros aparado na altura dos ombros, olhos castanhos claros, bumbum largo, cintura fina e seios volumosos. A primeira pessoa significativa na minha trajetória foi a Neide, 1,68 m, olhos castanhos amendoados, boquinha pequena, linga de rosto, uma eterna lutadora contra a balança, mas alguém sempre conseguiu manter-se dentro do limite do peso.

Eu e Neide frequentamos a mesma turma de escola desde a pré-escola, nossos pais comerciantes da área do varejo na região serialista com casas na mesma rua em um bairro tradicional passávamos a semana quase todas juntas, inclusive menstruamos pela primeira vez no mesmo mês. Já no ensino médio, desconfiávamos que nossos pais faziam troca de casais e troca de carinhos entre nós duas era algo normal, como se fossemos irmãs, até um sábado pela manhã quando meu pai me mandou esvaziar o armário de um ex-funcionário, foi jogando tudo dentro de um saco de lixo, até encontrar várias revistas com fotos coloridas, na época todos se referiam a aquela literatura como revistas suecas e outras exatamente com relatos sexuais com fotos. Guardei todas as revistas entre alguns livros e as levei para casa. Naquela tarde, chamei a Neide e nos trancamos no quarto, passamos a folear uma das revistas ao chegarmos exatamente no meio da primeira, nos deparamos com duas mulheres com as bocas toda esporradas se beijando, nosso libido estava na tampa, tanto que sem trocarmos uma palavra, nos beijamos com volúpia, daí a massagear uma o grelo da outra, enquanto nos beijávamos, foi um pulo, durante aquele inesquecível beijo, gozei pela primeira vez no dedo da minha amiga em seguida ouvindo os primeiros gemidos de prazer de Neide, a levei a ter um a seu primeiro orgasmo. Naquela tarde, caíram as barreiras passamos de amigas a amantes sedentas por descobrir as várias formas de prazer, ficamos completamente nuas e alisamos nossos corpos, descobri como era gostoso mamar naqueles seios bicudos e ouvi Neide dizer: “Isso Suzana, assim, morde meu mamilo, não para de chupar, aiiii delícia, vou gozar novamente” essas palavras foram ditas enquanto ela aproveitando que eu sugava seus seios virgens manipulava seu grelo. Em seguida, como por instinto, minha primeira parceira escorregou por meu corpo, enfiou a cabeça entre minhas pernas e enfiou a língua em minha bucetinha, em minutos eu estava me debatendo em meu segundo orgasmo.

Por semanas durante nosso costumeiros “estudos”, aprendemos a trocar prazer das mais variadas formas, mas para chegarmos a saber como era de fato a sensação que as duas mulheres estavam sentindo quando foram fotografadas, precisávamos de uma esporada na cara.
Nossa turma da escola organizou um bailinho para arrecadar fundos para nossa formatura, dos quais participamos, é claro e depois de muito dançarmos arrastamos dois rapazes para um vestiário ajoelhadas lado a lado de mãos dadas, vimos nossas primeiras rolas a centímetros de nossas caras e começamos a chupar os machinhos sortudos, aplicamos todas as técnicas que tínhamos aprendido nas surradas revistas que já conhecíamos de cor e logramos atingir nosso abjetivo, nos beijamos com as bocas cheias de porra sentindo-nos as maiores depravadas do mundo. Durante a semana gozamos muito fazendo carinhos uma na outra e falando das picas que tínhamos chupado. No fim sábado seguinte, fomos ao encontro dos mesmos rapazes que já nos consideram nossos namorados e sabendo que nossos pais estavam em um aniversário em outro bairro, acabamos no meu quarto, os meninos loucos para receberem uma chupeta, mas nosso intenção era outra, ajoelhei na minha cama, baixei a calça e a calcinha até o joelhos e minha amiga fez o mesmo a meu lado, arrebitamos nossas bundas e ali com muita tesão tivemos nossas pregas dolorosamente estouradas. Durante algum tempo, nós duas nos comíamos durante a semana e tínhamos nossos rabos penetrados pelos dois rapazes que tinham um ritmo de vida diferente do nosso, pois nós duas passamos no vestibular da mesma universidade pública, eu no curso de letras e ela no de matemática e os meninos já não estudavam mais, o que nos fez romper com eles. Devido a distancia entre os dois prédios de aula, mesmo dentro do mesmo campus, eu e minha amada nos encontrávamos bem pouco, quando o fazíamos, nos fins de semana, fodíamos muito mas nossas conversas começaram a ser diferentes e para conservamos nossa amizade resolvemos que tínhamos que dar um tempo. Passei algum tempo sem pensar em sexo até ter aulas com Raul, um quarentão lindo, cabelos castanhos escuros, olhos azuis claros, super educado, inteligente de gestos marcantes, divorciado, meu professor de Literatura Portuguesa, as mulheres babavam por ele e os rapazes por mim. Em um intervalo de aula eu estava acabando uma tarefa sozinha na sala, quando ele entrou e parou ao lado da carteira que eu estava, começamos a conversar e ele me convidou para jantarmos no sábado, aceitei, durante esse jantar ele me beijou e passamos a namorar e a coisa foi evoluindo até que ele me convidou para passarmos o fim de semana prolongado no Litoral, eu sabia que aceitando o convite, estaria tornando as coisas mais sérias e aceitei. Nos instamos em um ótimo hotel, eu com uma vontade louca de dar e ele desesperado para me comer, assim que nos trancamos na suíte, mesmo planos de nos trocarmos para irmos a praia, nos abraçamos e nos beijamos, nossas respirações logo denunciaram nossas reais intenções, passamos a tirar um a roupa do outro durante o beijo até que completamente nus, ajoelhei e vi a pica Raul, pouco maior que a outra que eu conhecia bem e fiz o que sabia fazer bem, engoli a piroca toda, usando a técnica que tinha aprendido, o fiz gozar abundantemente na minha garganta com certeza a melhor chupeta que alguém tinha feito para ele, sem descanso ele me levou até a cama e me fez gozar em sua língua. Vendo que ele mantinha a ereção, o puxei para cima do meu corpo abri minhas pernas, levantei os joelhos e esperei a minha primeira penetração vaginal, Raul empurrou com cuidado e logo sentiu uma buceta pulsante e apertada fazendo força rompeu meu cabeço, percebendo meu sorriso, tirou o pau e viu o sangue na sua rola. eu o abracei e conquistei naquele instante seu coração, passamos três dias trancados na suíte, voltei com os lábios vaginais inchados e Raul nem podia tocar na caceta de tão sensível que tinha ficado.

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