Navegando no prazer

Bem jovem ingressei em uma das Escolas Militares em regime de internato, sete anos depois foi servir no cu do mundo, continuei estudando por fora e com dez anos como oficial, dei baixa após conquistar um emprego com ótima remuneração. Curti a vida de todas as formas, até conhecer Marly, uma jovem linda, corpo com o peso certo, creia de curvas, inteligente e linda de rosto, depois de muito tentar passei a namora-la apesar da diferença de idade, casamo-nos eu com quarente e seis e ela com vinte aninhos. No ano passado com sessenta e sete e ela com quarenta e um, eu sabia que ela tinha necessidades que eu não podia atender. Ainda ligado a ex-colegas do tempo de escola, recebi a mensagem de um amigão da época dizendo que seu filha acabara a escola de soldado da polícia e que estaria em minha cidade fazendo estágio, procurei o garoto no quartel, um meninão de olhar esperto, alto, forte e muito simpático e o convidei para fazer um passei na minha lancha na quinta feira , dois dias depois do convite, quando era sua folga.

No dia combinado, eu e Marly, encontramos o jovem em um posto de gasolina próximo ao quartel de polícia onde ele estava alojado e antes, durante o cafezinho na loja de conveniência, tomei um choque ao perceber que minha amada estava medindo “a mala” do rapaz com os olhos. Por estranho que possa parecer, tive uma repentina ereção.

Chegamos ao clube, mandei colocar o barco na água, dispensando em seguida o marinheiro. Ao embarcarmos nova ereção ao ver o macho com os olhos grudados na linda bunda da minha esposa. Estranhamente excitado, tracei a rota para uma praia que eu sabia não ter ninguém ou no máximo uma ou duas lanchas por ser dia de semana, no caminho, minha esposa, apontava as coisas que podiam ser vistas à distancia e por causa do som dos dois motores tinha que falar alto próximo do ouvido do menino, em certo instante com o balanço do barco, ele teve que se segurar na cintura dela para não cair, tive a impressão que ela rebolou que ele encostou o pau em sua bunda, o garanhão, quando se afastou não teve como esconder aquele cano gigante que estufava sunga. Próximo do destino, saboreando aquela sensação que era um misto de ciúmes e tesão, sugeri aos dois que ficassem de pé na proa e imitassem aquela cena famosa do filme. Eles fizeram, ela abriu os braços e ela a abraçou por trás, não tive dúvidas, ela realmente rebolava na pica jovem. Fundiei próximo a praia e louca para adiantar as coisas, os convidei para mergulhar, certamente eles não contavam com minha estratégia, joguei uma boia ao mar, aproximei-me da borda, virei de costas para eles, tirei a sunga e pulei no mar. Quando voltei a tona, os dois estavam se olhando e eu gritei: Venham, a agua está ótima, não se preocupem, não tem ninguém perto o suficiente para nos verem. O macho tirou a sunga de frente para minha esposa, pude ver a cara de espanto dela olhando para o mastro do rapaz. Ele pulou e nadou até próximo de onde eu estava e assistimos juntos o strip fabuloso de Marly que primeiro tirou a parte de cima do biquini exibindo seus lindos e ainda firmes seios e depois a parte de baixo, mostrando sua volumosa buceta completamente depilada. O rapaz olhando fixamente para o barco, deve até ter esquecido que eu estava a seu lado e acompanhou a descida da minha mulher pela escada da popa com mostrando-nos suas maravilhosas nádegas. Quase me masturbei ali mesmo. Ela nadou até nós e ficou entre os dois, quando ela virou de costas para mim, eu voltei nadando e subi no barco, quando olhei os dois estavam agarrados a boia já se beijando. Meu pau apresentou uma ereção que a muito tempo não apresentava, estava até doendo de tão duro que estava, logo após o demorado beijo, voltaram para bordo. Minha esposa subiu primeiro e assim que seu novo parceiro pisou no barco, ela o puxou pela mão conduzindo-o para a cabine. entrei atrás e a vi deitada nas almofadas com as pernas arreganhadas e o machinho com a cabeça entre suas pernas, ela gemia gomo uma gata no cio até fez aquele som inconfundível de que estava gozando, não resisti, só de alisar o pau sem punheta-lo, gozei lançando porra a distancia, ela não perdeu tempo, jogou agarrou aquela piroca jovem e passou a chupa-la como se fosse a última do mundo, o cara queria meter e fez minha esposinha deitar de pernas abertas e em tranco só enfiou a piroca na buceta gulosa, Marly deu um gritinho e logo empurrou seu ventre contra o ventre dele, agasalhando a pica até o talo, ela me olhou com um ar de sacana sabendo demonstrando não só o prazer que estava sentindo por ter aquele membro dentro dela, mas por saber o quanto eu estava adorando aquilo, o rapaz encheu minha esposinha com sua gala mesmo antes dela gozar, mas com certeza ela já não metia a muito tempo e continuou bombando sem tirar de dentro, minha amada explodiu novamente em um gozo profundo, gritando como uma louca pedindo para ele continuar socando o fundo de sua buceta, aumentei o ritmo de minha punheta e gozei gostoso. Marly fez sinal para mim, eu imediatamente entendi, dei minha mão lambuzada para ela lamber a porra que estava nela, coisa que ela adora fazer. Fui até o convés e peguei três cervejas bem geladinhas, ao voltar vi minha esposinha manipulando aquela cobra que estava meio desmaiada, deitei ao lado dela de forma que ela ficou no meio de nós dois e ela passou a com nossos paus, hora eu massageava o grelo dela, hora nosso amante o fazia. Duas rodadas de cerveja depois os dois cacetes já estavam novamente em condições de uso quando ela revelou que queria realizar sua fantasia de dupla penetração, disse isso já deitando sobre meu corpo e engolindo minha pica com a buceta, o jovem punhetou rapidamente seu pau, Marly arrebitou a bunda e colocou sua boca ao lado do meu ouvido, emitindo aquele gostoso som de quem acaba de ter o cu invadido e continuo gemendo gostoso, já muito louca enfiou a língua no meu ouvido e falou baixinho: Obrigada, sou a mulher mais feliz do mundo meu corninho. Mal acabou de falar e se entregou a uma forte convulsão de prazer arrastando eu e nosso amante a um gozo fantástico ao mesmo tempo.

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