Fixação em pinto

Não sei exatamente quando percebi e quando tomei conhecimento que meu pinto era bem menor que a dos outros meninos, mas desde que lembro sempre evitei que me vissem fazendo xixi, ficar nu na frente das outras pessoas, não pensar, nem mesmo na frente da minha mãe eu me permitia ficar sem roupa.

Na adolescência eu sempre escolhi os últimos mictórios e adorava ver os outros balançarem suas pirocas para as calças, mas nunca me senti atraído por homem, tão pouco por mulheres, tanto que cheguei aos vinte anos virgem, até que resolvi procurar um puteiro e tomando o cuidado de apagar a luz para a mulher não ver meu pinguelinho e mesmo ela tendo feito eu esforço tremendo para me fazer acreditar que estava gozando, não achei nada de excepcional e resolvi tocar a vida abstendo-me de sexo.

Já no último ano da faculdade, quando fazia estágio em uma grande indústria, encontrei no banco do micro ônibus um jornal e ao pega-lo, encontrei dentro dele uma revista para adultos onde apareceram fotos com rolas gigantes, lindas, ao chegar na porta da fábrica, desembarquei deixando o jornal com a revista onde tinha encontrado. Durante todo o turno aquelas pirocas não saiam da minha cabeça. Naquela noite, nem fui para a faculdade, passei em uma banca e comprei uma revista igual aquela e fui direto para a república em que morava, me tranquei no banheiro e depois de muitos anos bate uma punheta usando a ponta dos dedos. Naquela mesma noite, tive que sair para jogar a revista fora para que meus companheiros de república não a encontrassem. Depois da colação de grau, a firma me contratou e eu aluguei um apartamento de quarto e sala e lá passei a colecionar revistas para gays, com fotos de pirocas, novelas eróticas, relatos, fórum de debate etc..
Em um sábado, pela manhã acordei com a campainha, era a vizinha do apartamento de cima perguntando se o teto do meu banheiro estava escurecendo por causa de um vazamento no dela, respondi que um pouco, ela perguntou que o pedreiro dela podia dar uma olhada, olhei para o homem que a acompanhava e fui entre os dois em direção ao banheiro, ele entrou e eu ela ficamos na porta, gelei quando vi que ele estava olhando para o banquinho do banheiro sobre o qual estava aberta uma revista com um boy hiper dotado exibia sua pica, ele olhou para mim com cara de tarado ou disfarcei e os levei até a porta, na saída ele falou de modo que só eu pudesse ouvir: “O meu é maior”. Fiquei completamente sem ação, só lembro que a mulher pediu o número do meu celular e me passou o cartão do pedreiro para qualquer dúvida. Na segunda feira, quando eu estava na fábrica, o pedreiro ligou pedindo para eu deixar as chaves do apartamento na portaria, pois ele precisava quebrar o teto do banheiro. Naquela noite, tomei o cuidado de recolher todas as minhas revistas e as coloquei no meu quarto, encostando a porta. Deixei as chaves como combinado , o rapaz trabalhou rápido e na sexta feira, fim da tarde quando cheguei, ele estava me esperando para mostrar o teto já pintado tudo bonitinho, seu papo era muito agradável e atendendo sugestão dele abrimos uma cerveja. Depois da terceira cerveja, por mais que eu tentasse disfarçar, não conseguia tirar os olhos da “mala” do pedreiro quando então ele falou: É bonita como aquela da revista quer ver ? Não respondi, mas o atrevido levantou abriu o zíper da calça e puxou a rola mais bonita do mundo, fazendo conjunto com as veias grossas da sua viria a piroca a meio pau também exibia veias grossas e uma cabeçorra brilhante de fato, parecia maior que as das revistas. O descarado percebendo meu embaraço, falou: Fica ainda mais bonita quando está dura, quer dar uma pegadinha? Com a boca cheia de saliva e encantado com aquela linguiça da grossura de uma linguiça, mas bem mais comprida, tentei falar que não era veado, mas o magnetismo daquela cobra me levou a alisar com os dedos, senti a rigidez do membro e acabei colocando a mão toda e completamente entorpecido falei: É linda ! O safado perguntou se eu não queria por na boca, soltei aquela caceta e encarei o pedreiro pronto para sair na porra, mas aquela sensação na minha mãe me fez controlar e responder: Não, só pegar. Ele então deixou a calça jeans cair até os pés e sentou-se no sofá com aquele mastro apontando para o teto e respondeu: Pode pegar a vontade. Respirando fundo e sentindo um calor na boca do estômago, pensei: Não tem nada demais, é muito gosto apertar esse cacete, talvez nunca mais eu tenha oportunidade como essa.
Sentei ao lado do dotado e peguei o pintão com as duas mãos e ainda sobrou pica e a cabeça para fora. Apertei delicadamente só com uma das mãos levantei a pele devagarinho e vi a cara de satisfação do pintudo, a firmeza daquela piroca era impressionante e perdido nos meus pensamentos comecei a fazer movimentos para cima e para baixo, sentindo como se tivesse ondulações por baixo da carne olhei para o dono daquele tesouro e ele estava com cara de quem precisava gozar, então aumentei o ritmo, até sentir a coisa pulsar e expulsar jatos de porra. Nossa senti uma emoção que nunca tinha sentido, envergonhado pedi para ele ir embora. Depois de uma ducha fria deitei na minha cama, com aquela agitação dentro de mim e com o pintinho durinho, bati duas punhetas seguidas, só então consegui dormir. No dia seguinte, comprei um vídeo cacete e aluguei três filme e vi o prazer dos artistas ao serem sodomizados por aqueles dotados, como meu pedreiro.
Na terça feira fim da tarde, liguei para o macho e o convidei para tomar umas cervejinhas lá em casa e ele aceitou. Cheguei em casa, tomei um banho, coloquei um robe e um chinelo de dedo, ele chegou suado e pediu para tomar um banho, pelo vidro transparente eu o vi balançar a cobra daquele jeitinho que eu sempre admirei nos banheiros, ao terminar foi para a sala com a toalha enrolada na cintura, sentei a seu lado, oferendo um copo de cerveja e mal ele pegou o copo eu abri a toalha dele para ver aquela maravilha, ele sorriu, peguei no bruto que já estava a meia bomba e acariciei vendo a coisa crescer mais ainda, hipnotizado fiz o que não esperava fazer nunca na vida, engoli uma parte daquele cacete, a sensação de ter aquilo dentro da boca fez meu cu piscar ritmicamente então levei uma das mãos para minha bundinha carente e coloquei a cabeça do dedo indicador no anelzinho, meu sedutor percebendo minha manobra, enfiou o dedo na própria boca e o encheu de saliva, puxou-me para mais perto e enfiou o dedo indicador delicadamente no meu cuzinho virgem, passei a chupar com mais força e quando senti a porra na boca ele forçou ainda mais o dedo no meu cu, gozei sem por a mão no meu anãozinho. Sem eu autorizar, meu macho me pegou no colo e me levou para o quarto colocando-me de ladinho, passou a alisar meu rego com sua pica, meu corpo inteiro estava arrepiado, sem pensar duas vezes, fui até a cozinha e voltei com a lata de manteiga e pedi para ele me penetrar, mesmo sabendo a dor que eu ia passar eu queria muito ter aquela pica gigante dentro de mim. O comedor me puxou para a beira da cama ficando em pé ao lado dela, abriu minhas pernas apoiando meus calcanhares em seu ombro, usou e abusou da manteiga. Já o primeiro golpe foi certeiro, meu anel foi rasgado sem dó nem piedade, achei que ia desmaiar e o tarado não parou, continuou empurrando mais e mais e eu me contorcendo de dor, chorando copiosamente, tive vontade de pedir para ele parar, mas o dotado estava enlouquecido, passou a bombar, quando eu começava a sentir o gostoso ele encheu meu cu de porra. Depois daquele dia, o pedreiro tornou-se meu amante, visitando-me pelo menos três vezes por semana.

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