Vingança ou fantasia?

Meu marido é um homem de porte atlético, bonitão, profissional de prestígio e professor universitário rigoroso, com uma rotina de trabalho intensa e perfeitamente organizada. Sai de casa junto comigo, sempre por volta das nove horas da manhã, normalmente me deixava na frente do prédio onde tenho um escritório de arquitetura e decoração indo em seguida para seu escritório. Ele conseguiu organizar-se para acompanhar as audiências no fórum local de segunda a quarta e na quinta pela manhã eu o deixava no aeroporto para ele ir a comarca mais distantes ou o motorista do escritório o levava no carro da firma nas comarcas mais próximas. De segunda a quarta, ele ainda dava aulas na faculdade de nossa cidade. Viril e safadinho na cama, todas as noites que estava em casa, ele me saciava minha sede de sexo que sempre foi muito intensa, aos finais de semana, invariavelmente ele me contemplava com um sexo anal selvagem, com muita gritaria e tapas na bunda. Eu não tinha motivos para desconfiar da sua fidelidade, embora eu por muitas vezes estive a um passo de sair com outros homens e até duas ou três mulheres, sempre resisti a tentação.

Em um fim de semana, senti meu marido muito estranho e carinhosamente tentei descobrir o que estava acontecendo, ele controlando-se para não chorar me pediu desculpas. Sem entender nada, mostrou-me uma fato dele dormindo e uma loira com peitos lindos fazendo uma self. Fiquei chocada. Arthur passou a confessar que em muitas daquelas viagens semanais, ele ia a boates liberais acompanhado de advogadas locais ou que ele levava de nossa própria cidade e que agora estava sendo chantageada pela loira, ou ele a aceitava como sócia em seu escritório ou ela contaria toda a verdade para mim. Fiquei puta, falei um monte para ele e no final, falei agora que já sei de tudo, ou quase tudo manda essa puta se foder e pode até facilitar a vida dela, dá o número do meu celular para ela. No meio do esporro que dei nele, acabei ficando com a foto na mão. Passamos dias sem nos falarmos, a falta de rola estava me deixando ainda mais nervosa, naquela quinta feira ele não saiu da cidade como era a programação, mandou outro associado do escritório viajar em seu lugar, a noite, depois de ter tomado meia garrafa de vinho deixei ele ouvir minha voz: Qual o telefone dessa vaca? Falei exibindo a foto, ele mexeu no celular e me mostrou o contato da Sheila. Tentando me controlar acionei o celular e no segundo toque ouvi aquela voz de travesseiro atender: Oi doutor. Eu com voz controlada falei: Oi aqui é a Martha, esposa do Arthur, estou te ligando para saber se você não quer vir tomar um vinho amanhã aqui em casa. Meu marido arregalou os olhos e foi visível o embaraço da moça do outro lado, até que gaguejando ela fala: Vô, vou sim, a senhora me passa o endereço. Para espanto do comedor sorri maliciosamente na cara dele, digitei nosso endereço no celular, devolvi o aparelho para meu marido que com cara de bobo não teve coragem de falar nada. Agarrei a garrafa de vinho e a taça, me tranquei no banheiro da suíte, preparei a banheira e entrei, levei mais de uma hora ali dentro da agua, pensando em como mostrar aos dois quem eu era. Sai e quando ele gaguejou alguma coisa, só falei para ele: Esteja bem bonito para receber nossa visita amanhã. Agora vamos dormir.

Acordei cedinho fui ao escritório fazer algumas coisas urgentes e depois fui a um instituto de beleza, fiz depilação completa, deixando só aquele caminhozinho de pentelho que saiem do meio do abdômen bem fininho e terminava no inicio do rasgo da buceta bem grandinho, tomei uma massagem de corpo inteiro, fiz sauna e ducha. No fim da tarde, passei em um empório chic e comprei duas tábuas de frios, várias garrafas de um quarto dos melhores vinhos, chegando em casa os coloquei para resfriar. As vinte horas eu estava dentro de um tubinho branco agarradinho, por baixo uma micro calcinha com lantejoulas enfeitando a parte da buceta, calcinha que nunca poderia ser usada com aquele vestido branco em público, exatamente por seu brilho, para levantar ainda mais minha bundinha, um salto agulha enorme. Em pé no meio da sala, aguardei meu marido muito sem jeito conduzir até mim aquele loira linda, em seu um elegante taier verdinho e blusa branca com babados no centro. Ela muito bem maquiada, mantinha a pose de executiva, bunda larga e volumosa, seios que eu já conhecia da foto e tinha que admitir, eram lindos. Ela tentou beijar meu rosto ao ser apresentada, mas seguindo meus plano, passei uma de minhas mãos por sua nuca e lhe apliquei um beijo de língua enquanto alisava aquela bunda durinha. Arthur quase desmaia e fica completamente sem ação. Puxei a desconcertada putinha e a puxei pela mão fazendo-a sentar no sofá. Na mesa de centro, estava uma das tábuas de frio e três baldes com gelo, cada um contendo uma espécie de vinho, enchendo as taças falei: Gosto de abrir a noite com o tinto seco, está bom para você? Então, gostou do meu maridinho na cama? A jovem não sabia o que responder e a mão dela que segurava a taça passou a tremer. Continuei: Olha não são todas as namoradas do meu marido que eu convido para nossa cama. Diante da perplexidade dos dois, afastei a mão dela que segurava a taxa e a beijei demoradamente, dessa vez alisei aqueles seios. Assim que me afastei ela depositou a taça na mesinha. Sem dar tempo para os dois pensarem, levantei e a puxei pela mão em direção a suíte master. Ainda no corredor, coloquei minha caça a minha frente e a abracei por trás, passei a língua em sua nuca, senti ela encolher o corpo e produzir um som de tesuda, concluindo que ela já tinha superado a surpresa e mais estava pronta da se entregar. Nesse momento me bateu uma dúvida, eu estava prestes a realizar a fantasia que jamais teria coragem de confessar a alguém ou realmente estava me vingando? Antes da porta da suíte, tirei o paletó do costume de minha caça e ao chegarmos ao lado da cama, eu já tinha desabotoado partes dos botões de sua blusa, o suficiente para passar uma das mãos e soltar a sutiã e cair de boca naqueles seios maravilhosos, então tive minha resposta, eu estava realizando minha fantasia. Enquanto mamava na bela loira, ela já excitada, alisava minha bunda e fungava como uma gata no cio. Ela mesma puxou meu vestido pela minha cabeça deixando-me só de calcinha e senti meus mamilos serem chupados de modo diferente, gemi alto, baixei a calcinha dela, ajoelhei, levantei sua perna, apoiando seu pé na cama, vi a centímetros do meu rosto a buceta que eu estava prestes a chupar já bem molhadinha. Enfiei a língua fundo, sentindo pela primeira vez o aroma de uma buceta excitada que não era a minha no instante que ouvia um som tesudo produzida pela putinha, ainda dando vazão a meus instintos, contornei aquele corpão e enfiei a língua em seu cuzinho, ela choramingou e levou a mão no meu das pernas, a joguei na cama ajoelhei de tal forma a deixar meu bumbum de jeito e falei para meu marido que estava parecendo uma estátua, me come e enterrei minha cara no meio das pernas da vagaba, logo eu estava sentindo aquele grelo duro na minha boca e a piroca do meu marido no cu, na quarta ou quinta palmada na minha bunda a minha vadia estava gozando e eu acompanhei, enchendo a suíte com o som de foda , o taradinho não seguro, encheu meu cu de porra. Sem dar descanso para minha rival que me puxou para me beijar já toda despenteada e com a maquiagem borrada, entrelacei minhas pernas na perna dela e iniciamos uma tesourinha. Arthur com aquela cara de corno, começou uma vigorosa punheta. Nós duas encontramos rapidinho nosso ritmo e gozamos juntas, fazendo um escândalo. Deitamos lado a lado e falei para Arthur ouvir: Sheila, você é sempre bem vinda para uma foda sempre que tiver vontade, pode ser até que nos encontremos nas boates liberais que vou passar a ir com meu marido, mas você não vai poder trabalhar no escritório dele.

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