Remedio para broxadas – segunda parte
Minha neta ficou eufórica, pois não esperava o presente que lhe dei. Depois que sua mãe dormiu ela me acordou e sem rodeios pediu: “Me ensina a chupar”. Nossa, minha rola que começava a mostrar nova vida subiu como um elevador e eu levantei sua camiseta e mamei em ambos os peitinhos fazendo-a gemer, tirei meu pijama e sua camiseta e lhe ofereci minha pica, ela pegou desajeitadamente, deitou seu corpo sobre o meu e enfiou na boca, controlei a entrada para ela não engasgar e falei para ela fechar os lábios e levantar a cabeça em seguida a ensinei a baixar a boca aberta e chupar, ensinei ela a mordiscar o cilindro, a brincar com os dedos nas bolas tendo muito mais satisfação ensinando do que tinha ao ser chupado por mulheres experientes, ela aprendeu rápido e quando ainda estava se empolgando, enchi sua boca com minha porra ralinha. Ela correu para o banheiro da suíte e cuspiu na pia, voltou esfregando pasta nos dentes e sorriu, aquele corpinho jovem, aquela carinha de sacana me fez manter a ereção por algum tempo, mas ela saiu da minha suíte me deixando lembrar cada segundo daquela chupada. No fim da tarde, agoniado, avisei a recepcionista que estava em uma emergência e a mandei transferir o restante das consultas e fui direto para a faculdade pegar minha neta. Ela já estava na calçada. Recebi o comprimento que a maioria dos avós não recebem, além do beijinho no rosto uma alisada no pinto. Rumamos para a concessionaria, tão logo o vendedor acabou as explicações sentei no banco do passageiro, minha neta falou: “Só posso lhe agradecer com meu cabacinho. A noite mamãe estará de plantão”. Fiquei sem ação, coloquei o dinheiro para minha neta abastecer o tanque no primeiro posto e fui para o meu carro parecendo estar nas nuvens. Naquele instante meu pau já estava a meio mastro, mas para garantir a ereção necessária para furar minha netinha, parei em uma farmácia e comprei uma cartela de pílulas estimulantes. Cheguei em casa, minha filha ainda estava fazendo lanche, ao perguntar por Claudia, minha filha respondeu que minha neta tinha resolvido tomar banhos de na banheira com sais. Logo minha filha saiu e eu subi, entrei no chuveiro, tomando o cuidado de tomar uma dar pílulas e quando sai, lá estava minha novinha em um baby dool branco em pé ao lado da minha cama. A abracei e perguntei no seu ouvido se ela tinha certeza, ela cochichou que nenhum outro homem merecia sua virgindade, e que ela seria minha amante enquanto eu quisesse. A fiz deitar e tirei suas roupas aos poucos, após vê-la nuazinha a virei de gostas e passei a minha língua na parte de trás de suas coxas, notando que estava com a ereção que não tinha a anos, voltei a coloca-la com a barriga para cima, dei vários beijos naqueles lábios vaginais ainda virgem, me apoiei com um braço e com a outra mão peguei a pica e a levei até a fendinha imaculada e forcei o quadril ainda segurando o pau, senti os lábios vaginais beijarem a cabeça de meu velho amiguinho que tinha voltado a ser um guerreiro e pressionei, a bucetinha engoliu a cabeça e alguns centímetros de rola e deixei o peso do corpo fazer o trabalho, sentindo as paredes vaginais abrirem passagem pela primeira vez, minha neta fez uma careta e me abraçou falando no meu ouvido: “Sua netinha acaba de se tornar mulher”. Tirei a cobra da toca e vi a cabeça da minha caceta manchada de sangue, voltei a enfiar delicadamente minha pica naquela bucetinha apertadinha e quentinha e comecei o momento para frente e para trás enchendo pela primeira vez aquela buceta com leite de macho.
Passei a meter com minha netinha sempre que nos era possível, muitas vezes até com minha filha em casa ensinando-lhe todas as posições possíveis até entrega-la no altar a seu marido ainda com o ânus virgem e para ela não esquecer, dei ao casal de presente de casamento, outro carro zerinho na cor branca.
