Pagando as dívidas – segunda parte

Naquela noite após descobrir o que era sexo de verdade, apertei meu corno para saber quais as outras dividas que tínhamos, foi quando ele revelou que devia bastante ao seu patrão que emprestava dinheiro a juros, disposta a conhecer pirocas novas, mandei ele perguntar se o pagamento poderia ser feito de outra forma. O corno entendeu na hora e já não estava com aquele sorriso sarcástico no rosto, acho que tinha entendido que eu era mulher para suficiente para encarar qualquer rola. Eu conhecia o patrão dele, era um cara branco, magro, narigudo, feio, nas duas vezes que me viu, tinha me comido com os olhos, com certeza não sabia meter como o Sr. Josias. Na noite seguinte Ricardo chegou cedo em casa e sóbrio, muito sem jeito falou que seu patrão aceitaria sim que eu pagasse a dívida, mas ele sabia que eu não aceitaria, pois teria que ser com anal e ele sabia que eu não gostava de ser penetrada por trás. Pela manhã respondi : “Eu topo, mas tem que ser em um motel bem legal e com você assistindo”.
Naquela tarde, ao sair da loja vi meu marido dentro de um carro bacana balançando a mão para mim, ao volante seu patrão, entrei no carro e sentei no banco de trás, Ricardo nervoso, não parava de falar, o que me deixou mais nervosa ainda, depois de rodarmos por tempo que me pareceu uma eternidade, chegamos a portaria de um belo hotel, ao chegarmos na suíte, corri para o banheiro, enchi a banheira e matei as saudades dos banhos de sais dos tempos de solteira, minha paz foi interrompida quando o narigudo entrou para tomar uma ducha, foi até bom, pois vi que seu pau não era maior que o do Ricardo, sabia que ia sofrer, mas com sorte, o cara soubesse comer um cu.
Ao voltar para suíte enrolada em uma toalha, vi os dois com cara de muita ansiedade e para controlar a situação, aproveitei o som ambiente para fazer um strip, os dois, em determinado momento, o magrão tirou jogou a toalha que usava no chão e começou a se masturbar, quando vi que ele estava a ponto de gozar o puxei pela mão, ajoelhei na cama, empinei a bunda e senti algumas gostosas pinceladas no rego, lembrando imediatamente do Sr. Josias que tinha me arrombado gostosamente dias antes, sentindo em seguida a penetração, no inicio um pouco dolorida, mas logo comecei a rebolar imaginando que poderia ser meu vendeiro nordestino e senti o pau pulsar no meu ânus, certamente enchendo a camisinha de porra. Quando o cara parou de gemer, puxei meu corpo para a frente e senti o vazio do meu canal anal, corri para o banheiro e só sai de lá vestida.
O resto da semana passei intrigada por que eu tinha lembrado do Sr. Josias quando estava prestes a dar o Cu ? Na verdade eu sabia a resposta, no sábado pela manhã, fui a venda comprar um refrigerante, logo que vi o nordestino, meu cuzinho piscou e quando ele se aproximou para me atender um calorão subiu da minha buceta até minha cara. Como tinha gente ao redor eu perguntei a que horas ele fechava aos domingos, certa de que ele entenderia e ele respondeu com um brilho no olhar as quatorze horas, na hora falei, vou levar um litro da cachaça que meu marido gosta. Ela abriu um sorriso e me entregou a garrafa. Logo que cheguei em casa escondi a pinga em baixo da pia só tirando de lá quando Ricardo acordou no dia seguinte, o corno não estranhou eu fazer uma caipirinha para ele as dez horas e as treze meu plano se mostrou infalível, a garrafa estava vazia e Ricardo dormindo a sono solto. Tomei um banho caprichado e fui em direção a venda carregando em minha bolsa um tubo de gel tamanho grande novinho.
A porta lateral já estava aberta e deitado na cama o macho que eu queria comer todinho.
Tranquei a porta fui até a cama e o beijei pela primeira vez, enquanto o beijava senti seus dedos bolinarem meu grelo, prevenida eu estava só com o vestidinho sem nada por baixo, o qual arranquei pela cabeça. Por sorte e não por caso pensado, ajoelhei na cama com uma das coxas do macho entre as minhas e enquanto ele me mamava os seios eu esfreguei minha xana molhadinha em sua perna e tive o primeiro gozo da tarde, magnifico, diferente da semana anterior e para satisfazer minha vontade, apoiei minas duas mãos nas coxas do meu gostoso dei as costas para ele e esfreguei meu rego em seu gigantesco pau duro, meu corpo inteiro passou a tremer de tesão, quando ameacei para ele pediu para eu continuar, como ela posição que eu acabara de inventar se fazia sentir todo o cilindro percorrer meu rego fazendo minha buceta chorar de prazer eu continuei até sentir a porra lambuzar meu rego e o ventre do nordestino, eu tinha certeza que aquela vara de jegue não amoleceria então virei para ele, mudei minha posição para cócoras, peguei a cobra e passei a esfregar a pontinha da cabeça em meu anelzinho, eu termia tanto que até ouvia meu queixo bater, era muito tesão para uma mulher só, o macho só soltava som gutural e de tempos em tempos seu corpo dava pulinhos, puxei minha bolsa e tirei o tubo de gel, o fodedor mostrou tudo que sabia de cama labuzando todos os dedos da mão e começou enriando o dedo mínimo proporcionando-me um prazer incrível, foi trocando os dedos até chegar no polegar, meu cu estava perfeitamente lubrificado e ainda mantendo o comedor deitado como estava desde o inicio, segurei a pica e soltei um pouco do peso, nossa, assim que entrou parecia que ia me rasgar toda, tirei e passei bastante gel na pica toda deixando-a brilhante refletindo a luz, estava linda e tentei sentar novamente, o gel ajudou, a dor diminuiu, mas estava lá, insisti e quando estava na metade passei a quicar o som da foda nos envolveu, enquanto ele alisava meus seios, eu rebolava e senti a cobra pulsar passei a gozar junto com ele, no desespero, engoli com meu cuzinho aquela piroca todinha. Aquele dia eu aprendi o que era prazer anal e que nunca mais precisaria pagar as despesas do meu marido na vendinha.

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