Novos prazeres

Aos quarenta e oito anos separei-me, perdendo para minha ex-mulher parte de meus bens e ainda tendo de pagar mensalmente uma parte de meus rendimento que eu tenha certeza que é usado por ela e por seu advogado para pagar motéis, resolvi que levaria a vida sem me comprometer com mais nenhuma mulher. Em poucas semanas procurei uma academia para ocupar o tempo, fiz uma aula de musculação, mas a preguiça falou mais auto e quando estava para desistir, passei em frente de uma sala envidraçada em que estava tendo uma aula de pilates, várias mulheres gostosas fazendo exercícios que mexeram com minha imaginação, no fundo da sala, um homem mais ou menos a minha idade. Marquei uma aula de experiencia e tentando corrigir meus movimentos olhando no espelho em frente, não conseguia ver outra coisa se não o tremendo bucetão da professora dona de um corpo espetacular, quando ela fez a tal ponte, levantando o quadril com as pernas abertas, minha língua quase pula da boca, pois o tecido de sua calça de ginástica mostrou claramente no meio daqueles dois lábios vaginais volumosos eu rasgo lindo de ser fodido. Saí da aula e fiz minha matricula para ter três aulas por semana, sempre no fim da tarde, exatamente naquela turma de gostosa e do Miguel.
Na aula seguinte, vi que o meu colega também estava fissurado naquelas imagens refletidas no espelho, todas deliciosas, mas inquestionavelmente, a da professora era a melhor.
Em poucas aulas eu e Miguel desenvolvemos o habito de antes de irmos embora, trocarmos nossas observações daqueles bucetões todos, o cara era comedor como eu e criamos uma amizade legal. Em uma sexta feira no meio da tarde, meu celular toca, atendi era o meu amigo pedindo uma carona para academia, pois o automóvel dele tinha dado problema, combinamos e passei em frente a seu prédio e o peguei. Ao entrar no carro, ele me avisou que tinha deixado na geladeira umas latinhas para tomarmos na volta. Fizemos a aula e fomos para o quitinete em que ele morava, começamos a tomar umas cervejas, sentados em duas cadeiras confortáveis, quando ele resolveu jogar na televisão as fotos de seu celular, chegando nas fotos da academia, começamos a comentar sobre cada uma cavalas do grupo, quando chegamos na professora ele abrindo a mão toda agarrou seu pau e seu saco e disse : “Ela merece isso”. Apenas ri, sem esperar o que vinha veio logo depois, ele largou o próprio pau e dizendo : “ou isso”, pegou o meu e quando ia protestar, senti uma massagem gostosa tanto no pau que ele fazia com a palma da mão, quanto nas bolas que ele fazia com a ponta dos dedos. Deixei rolar, o safadinho usou sua mão livre para manobrar a cadeira que estava sentado e assim que estávamos frente a frente, ele sacou sua pica de dentro da bermuda, e passou a bater punheta, embalado, tirei meu pau para fora e o deixei bater para mim também, quando eu já estava doidão ele largou o próprio pau, puxando minha mãe direita, fazendo-me segurar sua caceta, o contato com uma caralho bem duro na minha mão, motivou-me a punhetá-lo também. Sua pica é mais comprida que a minha, mas a minha é bem mais grossa. Bastante erotizados, gozamos um na mão do outro, ele levantou e me jogou uma toalha, entrei no box e fechei a cortina de plástico, ele esperou o momento certo, abriu a cortina e me abraçou por trás, encostando a pica dura no meu rego, senti minhas nádegas tremerem e um arrepio na coluna, estava tentando resistir quando ele beijou meu pescoço, sem freio gemi gostoso. Meu amigo me levou para a cama sem largar minha cintura e me colocou ajoelhado, esfregando a rola em minha argolinha virgem, meu corpo inteiro se contorceu e ele se inclinou pegando na gaveta do criado mudo vários preservativos colocou um no pau e jogou os demais na cama, eu estava entregue, queria experimentar aquela forma de prazer. Meu comedor alisou minhas costas e me pediu calma, prometendo que doeria um pouco no início, levado pelo desejo, arrebitei e senti meu cuzinho ser arrombado. Aguentei firme e para aliviar a dor dei umas reboladinhas e ele começou o movimento de vai e vem, começou a ficar gostoso e instintivamente comecei a rebolar no ritmo das entocadas e só ouvia Miguel pedir para eu não gozar porque ele também queria minha rola, mas senti a porra passar por aquele cilindro duro e encher a camizinha e acabei gozando sem por a mão no pau. Com as pernas tremendo, deitei, logo em seguida ele deitou a meu lado fazendo beicinho choramingou dizendo que eu não podia deixa-lo na mão, passando a chupar meu pau, conseguiu o que minha ex após o segundo ano de casada nunca tentou, deixar meu cacete pronto para a terceira e colocou dois travesseiro embaixo do quadril, colocando um tubo de gel na minha mão falou: “Seu pau é muito grosso, você é meu segundo homem, o outro com quem faz tempo que rompi tinha o pau bem mais fino que o meu”. Entendendo a preocupação dele, pois minha ex se negava a me dar o cu, exatamente pela grossura do meu cajado. Enquanto passava o gel no pau eu o vi colocar uma chupeta grande na boca e empurrei, ouvi aquele gemido gostoso de quem estava sendo arregaçado e esperei ele chorar como minha mulher fazia, mas ouvi um gemido sensual e senti meu pau ser puxado para dentro daquele cu apertado fiz mais pressão e iniciei os movimentos, ele colocou as duas mãos para trás e afastou bem as nádegas, passou a jogar o quadril contra o meu corpo e só largou uma das nádegas para se masturbar. Gozei com muita vontade sentindo que ele também estava gozando. No chuveiro perguntei se a chupeta era vontade de chupar uma caceta enquanto tomava na bunda e ele respondeu : “Eu te falei, só tive um namorado, nos encontrávamos aqui por quase um ano, mas ele morreu atropelado a mais de seis meses e nunca mais tive ninguém antes de você, mas o faxineiro do prédio sempre me lança olhares convidativos, mas se você quiser uma brincadeirinha a três, tem que ser em outro lugar”. Meio que seduzido por meu instinto de putanheiro, sugeri que poderia ser no meu apartamento.
Na academia, continuamos a secar as gostosas evitando de falar daquela nossa aventura, até que na sexta feira, ele fala tudo acertado para amanhã as quinze horas.
No dia seguinte no horário marcado, o interfone toca e eu autorizo a subida dos dois, Clovis, o faxineiro é um nordestino baixinho, magrinho e simpático. Começamos tomando uma cerveja sentados na sala assistindo um jogo qualquer, em dado momento Miguel puxa a piroca do nordestino de dentro da bermuda e o que vi me impressionou, uma geba mais comprida que a do Miguel e mais grossa que a minha, sou obrigado a dizer, linda.
Miguel chupou aquela cobra com vontade, até ficar com a boca cheia de porra, corre para o banheiro e cuspiu a porra na pia. Eu já estava excitado quando Miguel colocando Clovis em pé, acaba de baixar a bermuda do caralhudo e manda eu dar a minha rola para o rapaz chupar, o baixinho esfrega a bunda com vontade no cacete que estava atrás dele, fomos os três nus para o quarto, colocamos o nordestino de quatro. Miguel falou: “Como dono da casa, você vai arrombar esse cuzinho que parece estar acostumado a levar ferro, enquanto meu cacete será o chupetão dele”. Enquanto eu vestia o preservativo, Clovis olhou bem para o meu pau grosso provavelmente calculando o calibre. Sem lubrificante, mirei e empurrei, aquele cu podia estar acostumado com rola, mas não da grossura da minha. O empalado quis falar alguma coisa, mas Miguel enfiou a pica na boca dele e fodemos como três loucos. Aquele foi apenas o primeiro dia depois disso, depois de quase todas as aulas saímos direto da academia para a casa de Miguel e em alguns sábados, convidamos alguém para brincar conosco em minha casa, as vezes até o Clovis que gamou na minha rola grossa.

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