Lembranças dos meus primeiros incestos
Meus pais casaram-se muito cedo, minha mãe ainda era menor e meu pai tinha dezoito anos na época, como o caso foi um escândalo na família, meu pai perdeu completamente o contato com os seus parentes, exceto com tio Raul, de quem tenho minhas primeiras lembranças “eróticas”.
Tio Raul, nos visitava duas ou três vezes ao ano, eu ainda meninota, ganhava muitos presentes dele, mantive sempre o habito de sentar no colo dele, até o dia que minha mãe chamou minha atenção, mas como era muito gostoso sentir aquele cilindro no meio do meu rego, passei a faze-lo mais discretamente, até o dia que mudamos para um apartamento novo e fui mostrar a ele a vista da sacada e ele lamentou que ali não tinha nenhuma cadeira para ele sentar comigo no colo, já bem espertinha, debrucei no guarda corpo e empinei o bumbum, foi a primeira vez que fizemos aquilo descaradamente, ambos sabendo que se tratava de sacanagem, mesmo por cima das roupas, me esfreguei até ele gemer agarrando a minha cintura.
Essas lembranças foram a motivação para minhas masturbações por dias seguidos e várias vezes por dia, eu estava subindo pelas paredes quando minha irmã mais nova foi até minha cama lamentar a briga que teve com o namorado e me pegou no meio da minha siririca, ambas ficamos sem ação no início, mas como éramos muito amigas acabamos nos abraçando e inadvertidamente, alisei seu rosto com os dedos ainda melecados, ela segurou minha mão e levou meus dedos a sua boca, o nosso primeiro beijo lésbico/incestuoso foi uma consequência automática, foi um beijo demorado, molhado, cheio de emoção e tesão, a iniciativa em seguida foi minha, levantei sua camiseta e mamei gostoso em um de seus seios ouvindo seus gemidos e sentindo sua buceta esfregar na minha coxa, ela arrancou minha blusa de pijama e passamos a esfregar nossas bucetas uma na coxa da outra enquanto revessávamos as mamadas e assim, foi o nosso primeiro gozo com outra pessoa. Dormimos agarradinhas e seminuas. Na manhã seguinte, estávamos sozinhas, pois nossos pais estavam trabalhando, tínhamos a casa toda para nós, levantamos de mãos dadas e fomos direto para o chuveiro e com a agua caindo sobre nossos corpos pela primeira vez encontrei o grelo duro de minha irmãzinha e a masturbei até sentir seu corpo inteiro tremer e voltamos para cama sem nos enxugarmos, ela falou no meu ouvido que tinha adorado o gosto do meu dedo na noite anterior e agora queria sentir o gosto na fonte, deitei com as costas na cama, levantei e dobrei os joelhos e arreganhei as pernas, minha irmãzinha passou a língua entre meus lábios vaginais, arrancando de mim um gritinho de puro prazer e enfiou sua língua em minha bucetinha virgem, agarrei o lençol com as pontas dos dedos e senti aquela língua maravilhosa me conduzir ao paraíso, um gozo diferente da noite anterior e de todas as minhas siriricas, mais forte, mais duradouro, implorei como uma louca para ela não parar até que borrifei seu rosto com meu liquido vaginal. Tornamo-nos amantes, aprendemos a fazer sessenta e nove, tesourinha e tornamo-nos especialistas em chupar bucetas. No final daquele ano, foi aprovada no vestibular de uma ótima faculdade, só em uma cidade a trezentos quilômetros de onde eu morava e a oitenta da cidade onde tio Raul morava.
Papai alugou um apartamento próximo do campus universitário para mim, não queria que eu sofresse influencias de garotas que ele não conhecia. No primeiro fim de semana após minha instalação meu tio foi me visitar, abraçamo-nos como dois namorados e assim que fechei a porta ele abraçou minha cintura como tinha feito na varanda anos atrás, só que dessa vez colocou o pau para fora, eu segurei com força, para matar minha curiosidade, virei de frente e vi aquela linguiçona, com a cabeça brilhante com um fio de baba saindo do furinho e fiz o que tantas vezes tinha sonhado em fazer, engoli o máximo que deu, a sensação de ter uma pica na boca fez meu corpo inteiro arrepiar e eu suguei, babei, bati com aquele cilindro gostoso no meu rosto, fazendo as pernas do quarentão tremerem enquanto ele soltava um som gutural, o empurrei fazendo-o sentar no sofá e continuei a chupar até receber vários jatos de porra na boca, tentei engolir mas erra muita coisa e acabei deixando escorrer nos cantos da boca. Corri e me tranquei no banheiro e escovei os dentes, abandonando meu tio ainda com o pau duro na sala. Ao voltar expliquei que tinha uma tesão louca por ele, mas era tudo que podíamos fazer por eu ser virgem. Ele me beijou carinhosamente, logo aquele beijo tornou um incêndio, eu louca para ser arrobada por aquele pauzão e ele louco para me foder, acabamos completamente nus no tapete da sala e travamos uma luta insana entre a razão e o tesão, até que acabei de quatro e ele pincelando meu rego com aquele pinto que eu tanto queria, todas as vezes que a cabeçona era esfregada no meu botão eu tinha vontade de ser penetrada, passei a ficar em três apoios, pois levei uma das mãos a minha buceta e me masturbei como uma louca sentindo aquela piroca passeando entre minhas nádegas, meus músculos entraram em espasmos e eu gozei muito sentindo o quentinho da porra que meu tio depositava no meu rabinho até então só chupado por minha irmãzinha querida. Fomos juntos para o chuveiro e senti aquele membro quentinho no meio de minhas coxas sendo esfregado na minha bucetinha gozei novamente, só com o pau sendo esfregado, com medo de ser fecundada sem penetração, cai de boca e titio gozou novamente em minha boca.
Como Raul tinha compromisso em sua cidade naquele sábado a noite, teve que ir embora, durante a semana certa de que um não aguentaria mais uma tarde como a do sábado, fui a uma ginecologista que me receitou e ensinou a tomar anticoncepcional, a semana se arrastou, mas instruída pela médica, eu sabia que naquele fim de semana eu não poderia ser descabaçada correndo sério risco de engravidar.
No sábado, meu tio chegou antes do almoço e fomos ao meu restaurante habitual, na volta levamos uma cervejas para casa e assim que chegamos passamos a consumi-las e durante a conversa, não pude negar que queria muito fazer sexo com ele mas não podia arriscar uma gravidez, não foi preciso palavras, enquanto nos despíamos, ele alisava minha bunda como louco, cada dedada que eu recebia no anel era um gemido novo de prazer, nus na cama, deitei com a barriga para cima, titio colocou dois travesseiros embaixo do meu quadril, empurrou minhas pernas contra meu tronco e pincelou minha bichinha com aquela piroca máxima, por pouco não mando ele enfiar nela, mas ele bom fodedor com o pau duríssimo, apontou no meu anelzinho e forçou, não cheguei a sentir nenhuma dor, pois nas três primeiras tentativas a vara resvalou, mas na quarta, entrou rasgando meu anelzinho tentei resistir, mas a dor de ter o cu arrombado é terrível, chorei de dor, ele parou e me olhou com uma cara de tarado, enquanto eu olhava em seus olhos ele empurrou novamente, me contorci, quase peço para ele parar, mas aquele era o meu sonho, ser fodida por meu tio e aguentei, mordi os lábios, apertei minhas unhas contra os braços do meu fodedor e mandei ele enterrar de vez, com alguns golpes, senti as bolas baterem em minha bunda, pronto eu estava arrombadinha agora era só aprender a gozar com o cu, o que não foi tão fácil, titio encheu meu canal anal com muita porra, deixando-me desesperada para gozar, levantei fui ao banheiro tentei esvaziar meu intestino, mas a dor no cu não deixou, entrei no box, fiquei de cócoras e enfiei o mangueira do chuveirinho no buraco recém arregaçado, vi escorrer para o ralo levado pela água um pouco de sangue, voltei para a cama, puxei a cabeça do meu tio para o meio de minhas pernas e gozei gostoso lembrando das chupadas de minha irmã.
