Governanta e amante
Ainda bem novinha, com minha bundinha empinadinha, 1,60 m , pele morena jambo, buceta gordinha, coxas torneadas, seios médios tipo pera, louca para perder a virgindade, levei meu namoradinho para um cantinho da varanda da minha casa, abri sua braguilha, saquei seu pinto, vi de perto aquela coisa linda, abri a boca e engoli aquela delicia pela primeira vez, nem me incomodei em engasgar algumas vezes, estava tão gostoso que nem liguei para os gemidos do moleque. O oral se repetiu algumas vezes, o sacaninha já chegava em casa de pau duro. Em uma noite quente, eu preparei tudo, coloquei uma cadeira no nosso cantinho, esperei o boy vestindo uma blusinha, saia rodada e sem calcinha, assim que ele sentou na cadeira já com o pau apontando para o teto da varanda, abri as pernas inda com os pés no chão apontei a rola para minha buceta e fui descendo aos pouco, nossa minha vontade de dar era tão grande que meu liquido vaginal molhou toda a calça jeans do meu machinho e ele me furou. Já na primeira metida eu gozei gostoso, porém nem tudo é a maravilha que parece, em uma daquelas noites de prazer, meu pai abriu a porta de casa e me flagrou quicando na única piroca que eu conhecia, expulsou o garoto, não falou uma palavra, passei a noite em claro trancada no banheiro, pela manhã, minha mala estava pronta na sala com minha bolsa em cima, dentro meus documentos e algum dinheiro que logo imaginei que minha mãe tinha colocado lá. Saí com a mala na mão sem saber para onde ir, perambulei o dia todo, no fim da tarde, entrei em uma pensão e logo constatei que o dinheiro que tinha, só daria para eu passar três ou quatro dias, imediatamente passei a procurar emprego. Entrei em uma farmácia e enquanto implorava uma vaga ao dono, uma senhora se aproximou e puxou conversa, depois que lhe contei minha versão distorcendo um pouquinho a verdade ela me ofereceu o emprego de “governanta”, esclarecendo que ela apenas ela de sessenta e cinco anos e seu marido de sessenta e oito, com algumas exigências normais como coordenar os serviços da faxineira que prestava serviços duas vezes por semana, da cozinheira que preparava o congelava os pratos uma vez por semana, que eu continuasse os estudos que eu dormisse no emprego e aí algo estranho que eu dormisse sempre nua. Apesar da excentricidade da exigência, aceitei. Estabelecemos a rotina, o casal acordava tarde, por volta das dez da manhã eu preparava o café da manhã, quando eu chegava da escola a noite eles já estavam trancados em sua suíte e eu deitava, as vezes a Dona Clara batia na porta do meu quarto para verificar se eu estava nua, logo entendi que aquela exigência era séria, um pequeno preço a pagar pelo conforto que encontrará. Uma noite quando cheguei da escola, havia sobre a penteadeira um embrulho de presente com um bilhete, “faça bom proveito- Ass. Clara e Luiz”, abri e para minha surpresa era um pênis de silicone com vibrador já com pilha e tudo. Ri sozinha. Tomei banho, matei as saudades de chupar uma pica deitada nuazinha em minha cama, coloquei os joelhos para cima, apoiei os dois pés na cama, arreganhei as penas liguei o vibro e senti aquele coisa gostosa no grelo, mesmo sem enfiar o brinquedo, gozei muito, fazendo um circulo de umidade no lençol com meu liquido espermático e com as borrifadas da minha buceta quando gozei, dormi como um anjo aquela noite. No café da manhã, os velhinhos não esconderam o ar de sacana, claro que eles sabiam que eu tinha usado o presente, mas não falaram nada. Naquela noite, ao passar o vibrador no grelo, senti minhas pernas chutarem e meus braços fazerem movimentos involuntários, fiquei muito louca e enfiei o pinto todinho na minha caverninha, aquela vibração no canal vaginal e a pressão contra as parede era muito melhor que o pinto do meu ex-namorado e eu tive uma verdadeira convulsão de prazer, acabando na posição fetal com o corpo inteirinho tremendo. Na manhã seguinte, ainda com a musculatura do corpo meio doida devido aos espasmos da minha foda solitária, percebi uma animação no casal que não tinha percebido até então, fui orientar a faxineira e no meio da tarde dona Clara me chamou para tomar café com ela na cozinha, perguntando de namorado, se eu estava sentindo falta de sexo, essas coisa, mas no meio da conversa ela conseguiu falar em sexo anal, revelando que adorava dar a buceta com o dedo enfiado atras, tudo em um clima descontraído, contando do tempo que além do marido tinha dois amantes e que o Sr. Luiz adorava vê-la metendo com os outros homens. A velhinha era uma devassa e adorava contar os detalhes, aquelas conversas e as revelações se repetiram quase todas as tardes, eu adorava ouvir e ela adorava contar, tornamo-nos amigas. Em uma noite quando cheguei da escola lá estava sobre a penteadeira um embrulho de presente com o mesmo papel metálico brilhante vermelho, fita branca e um bilhete com o mesmo teor acompanhado de uma foto, era ela de quadro um negão ajoelhado atrás dela e a metade do corpo do Sr. Luiz se masturbando ao fundo, o presente era um plug anal com manual de instrução, acompanhado ainda de uma bisnaga de gel. Fiquei maravilhada, mas não sabia usar, li atentamente o manual, tomei um banho rápido e deitei, imaginei que a melhor posição seria com a cara no colchão e de joelhos, enchi meu anelzinho virgem com o gel e também o plug abri as nádegas com uma das mãos e com a outra segurei o plug e apontei o objeto para o meu anelzinho virgem, fui empurrando aos pouquinhos, sentindo uma dorzinha gostosa até passar a parte mais gordinha e percebi que meu cu tinha mordido o plug e ele não sairia, nossa uma delícia sentir aquela coisa no meu canal anal, minha buceta estava toda babada, mas eu já tinha aprendido a colocar uma tolha embaixo de mim para não molhar a cama, fiquei de pé e desfilei pelo quarto, a sensação era maravilhosa, deitei, arreganhei as pernas e coloquei o vibrador no grelo, naquela noite não reprimi meus gemidos durante o orgasmo louco que tive rebolando para sentir o plug no fundo do cu, tive um orgasmo múltiplo sensacional. Na tarde seguinte, dona Clara falou que se eu quisesse trazer um homem para meu quarto, eu poderia fazê-lo sem problema, dizendo que eu era muito fogosa e que não precisava me privar das coisas boas da vida. Aquelas palavras me deixaram encafifada e me bateu uma suspeita. Não fui para a escola naquela noite e enquanto os patrões assistiam televisão, resolvi examinar meu quarto, dito e feito, encontrei cinco câmeras ocultas, disfarçadas nas partes mais escuras do papel de parede. Morri de vergonha os velhinhos tinham assistido tudo que tinha feito em todos aqueles meses, pensei em ir embora, mas para onde? Depois que passou a raiva, ponderei, que mal havia em ser vigiada? Na tarde seguinte como de habito sentei para conversar com dona Clara e coloquei as cartas na mesa, ela embaraçada confessou que graças a mim, a vida sexual dos dois tinha voltado com toda a força, nos abraçamos, choramos e rimos juntas, solidificando a cumplicidade entre nós duas. Antes da tarde acabar, o casal se trancou no quarto e quando a porta abriu, o Sr. Luiz estrava sentado nu na cama com uma ereção de fazer inveja a qualquer garoto, sua rola era bem maior que a que eu conhecia, dona Clara usando sutiã e calcinha, abriu um sorriso e me puxou pela mão, aplicando-me meu primeiro beijo lésbico, em seguida sentou ao lado do marido e como havíamos combinado anteriormente, passei a tirar a roupa do modo mais sensual possível, a patroa engoliu toda a pica do marido e quando fiquei de frente com as pernas semiabertas ela levantou a cabeça com porra escorrendo por um dos lados de seus lábios. Clara me puxou pela mão fazendo-me deitar atravessada na cama ainda com os pé no chão e a bunda bem na ponta do colchão, tudo aqui tinha me deixado extremamente excitada, meu grelo doía de tão inchado que estava, a coroa abriu minhas pernas e abocanhou minha gordinha, fui ao céu e voltei, não imaginava o quão maravilhoso era ser chupada senti aquela língua explorar cada dobrinha da minha buceta e explodi borrifando liquido vaginal na cara da chupadora.
