Ficou barato – segunda parte
Opa ! Continuando meu relato.
Mas minha tara por bunda continuou se fazendo presente, sempre que via o rabão da sobrinha, eu lamentava não poder sodomizar minha esposa e quando via a amizade das duas, que as vezes até me dava ciúmes, tinha certeza que nunca comeria aquela delicia. Aproveitando uma excelente oportunidade de negócio, adquiri de uma das modelos de nossa agencia que estava indo trabalhar na Europa um apartamento no litoral. O imóvel era localizado no último andar de um edifício erguido no alto de um morro em uma ilha com vistas para uma praia bem urbanizada, tinha duas paredes de vidro, uma cama enorme ocupando boa parte do que seria o quarto, que certamente a vendedora usava para festas de swing, um corredorzinho estreito ao lado da cama, o suficiente para abrir as portas de espelho de um grande armário que tomava a terceira parede, para completar o ambiente, na quarta parede um tela de TV enorme e a porta, havendo ainda um banheiro com uma banheira de hidro massagem e uma cozinha minúscula, equipada com geladeira e um forno de micro-ondas e uma pequena pia. Quando a vendedora me entregou as chaves, se comprometeu que em breve mandaria alguém buscar o equipamento de som e imagem que estavam dentro da primeira porta do armário. Aproveitando o fim de semana prolongado, levei minha esposa para conhecer nosso novo imóvel, para variar, ela levou a sobrinha que acabara de completar dezoito anos, apesar de sua aparência de bem mais nova. As duas se encantaram com a vista, Sheila que já não escondia de mim sua mente erotizada, cochichou no meu ouvido: Parece um lugar para putaria. Balancei a cabeça e sorri, fomos para a marina e passamos o dia circulando em minha lancha. Já quase no fim da tarde, em dado momento quando eu estava ensinando Suzi a manobrar o timão, meu pau encostou em seu reguinho, a ereção foi imediata, a sacaninha percebeu e deu uma reboladinha, olhando-me com cara de sacana. Passei mal o resto do passeio, louco para me ver sozinho com minha mulher e castigar sua boceta, mas não teve jeito de dispensar nossa sobrinha. Logo que chegamos ao apartamento, percebi o problema do imóvel, ele tinha tomado sol o dia todo, estava um forno, ao ver que as duas iam dormir de biquini me veio a ideia, desliguei o disjuntor do ar condicionado, e me mostrei surpreso quando Sheila tentou ligar o equipamento que obviamente não funcionou, enquanto fazíamos um lanche leve, vendo minha amada suar por todos os poros sugeri a ela que tirasse o sutiã do biquini, ela com seu jeito sensual, o fez, nos exibindo seus belos seios, Suzi olhando com admiração para minha esposa, deu-me a certeza de que ali existia algo mais que amizade, pelo menos da parte de Suzi. Fiquei subindo pelas paredes, para me distrair, resolvi olhar o tal equipamento que a vendedora do apartamento tinha falado, eram cabos e duas câmeras profissionais bem sofisticadas, com controle remoto independentes. Me distrai montando tudo, enquanto as duas sentadas juntinhas na cama apreciavam as luzes da orla marítima e falavam baixinho. Consegui jogar as imagens na enorme tela e dei um zoom nos seio de minha esposa, e por um momento fiquei apreciando aquela beleza aumentada, Suzi maravilhada com a imagem, pede com sua voz juvenil: Foca nos meus. Dizendo isso, tira o sutiã do biquini, deixando-me com o pau doendo de tão duro. Minha esposinha vendo minha situação desesperadora segura minha rola por cima da sunga, eu a beijo olhando diretamente os lindos seios jovens de Suzi que sorri para mim. Completamente hipnotizado perdi a noção e estiquei o braço alisando uma das tetas durinha de Suzi, minha esposa tesuda devorando minha língua e para minha surpresa, alisa o seio livre da sobrinha, como que se combinado, participei do primeiro beijo triplo da minha vida e também da vida delas. Sheila fala no meu ouvido: Ela vai fazer por nós, o que eu não posso. Quase gozo ao ouvir aquilo, a única coisa que Sheila não podia fazer por mim, era dar o cuzinho e por certo as duas tinham combinado a sodomia. Minha mulher tira de algum lugar e nos mostra um tubo de gel igual ao que eu tinha usado para arromba-la e beija a sobrinha na boca. Tremendo de tesão, vi Suzi se colocar de quatro e empinar o bumbum. Sheila encheu meu pau de gel e quando levou o dedinho ao alvo para colocar gel lá também, a jovenzinha rebolou e gemeu. Não perdi mais tempo, apontei a cobra e puxei a cabacinho contra mim, a menina crispou os dedos e arranhou o lençol, empurrei mais um pouco vendo que ela se contorcia, mas estava aguentando bravamente, mas quando vi a imagem daquela carinha no espelho depositei em seu canal anal todo o esperma que pedia passagem o dia todo. Suzi soltou a massaroca de lençol que tinha formado nas duas mãos e sorriu, enebriado a virei e beijei sua bucetinha ela segurou minha cabeça entre suas pernas e passei a chupa-la, Sheila cheia de tesão passou a mamar na sobrinha manipulando seu grelo e as duas gozaram juntas em uma sinfonia de prazer que deixou meu ferro pronto para o combate. Louco para comer uma das duas, sinto minha mulher pegar no meu cacete e dizer: Agora você pode matar sua vontade. Suzi imediatamente abocanha meu pau e minha esposa fala no meu ouvido: Estávamos só esperando ela completar a maior idade para formarmos para ela participar de nossa cama, sonho que temos desde que ela te conheceu.
