Falko e Helga
Disclaimer
Nem eu me chamo Falko nem ela se chama Helga. São nomes fictícios e as próprias histórias que aqui contarei deste meu romance, talvez a maior paixão da minha vida, estarão com diálogos e descrições distorcidas o suficiente para não serem reconhecidos. Lamento esta traição aos leitores mas a privacidade de ambos assim o exige.
Prólogo
Antes de mais, devo dizer, apesar dos meus 40 anos na altura, agora estou nos 60’s, eu era sexualmente aquilo a que se pode chamar um tótó. Sempre adorei sexo. Mesmo antes de o ter experimentado realmente. Sou de uma geração que foi ensinada a que o sexo era um problema enorme. Não seria errado ir às prostitutas mas era errado tirar a virgindade a uma rapariga. Uma geração que em nada foi ensinada sobre sexo e lembro de ter ficado primeiro surpreendido e depois preocupado quando pela primeira vez, empurrado pela biologia me masturbei, sem saber o que estava a fazer, e senti aquela explosão dentro de mim e umas gotas de um líquido viscoso saíram do meu pénis. Lembro-me de ter ficado preocupado se teria danificado algo, mas a curiosidade foi mais forte e nessa altura fartei-me de procurar de novo aquela explosão e as poucas gotas foram-se transformando em algo abundante e que requeria muito papel para limpar. Esse despertar biológico foi muito cedo (para essa época), devia ter uns 10 a 12 anos, mas foi só quando os amigos deixaram de querer só jogar a bola e começamos a conversar sobre essas coisas que comecei a perceber o que se passava e a perceber que se calhar na companhia de uma rapariga a explosão seria mais agradável. Foi também por essa altura que descobri a Gina, uma revista que me fez saber que existia um mundo escondido. Com a ajuda dessas revistas a masturbação passou a fazer parte do meu dia-a-dia. Mas a primeira namorada, uma rapariga chamada Mira que conheci numa praia e com quem me senti namorado durante 24 horas que os primeiros beijos aconteceram e uns apalpões me fizeram saber o que era estar excitado a sério. No fim desse dia não me podia mexer tais eram as dores nos testículos por uma tesão tão prolongada sem que, no entanto, o orgasmo acontecesse. Nem me consegui masturbar nesse dia tais eram as dores. Mas o dia seguinte com as memorias do dia anterior o exercício da masturbação era ainda mais delicioso. No dia seguinte a Mia não apareceu e nunca mais a vi. Primeiro desgosto para saber como era.
O tempo passou e o respeito pelas mulheres que me passaram pelas mãos nessa altura impedia-me de ir além dos amassos e dos beijos e a primeira mulher com quem me vim foi a mulher com quem casei. Ela não era virgem e por isso nunca tirei a virgindade a ninguém. Casei por duas razões: Queria ter sexo sem ter de passar anos a procura de alguém e queria ter filhos. Foi com espanto que descobrir que no casamento o sexo dura pouco e que apenas tive um rebento que criei com amor afinco e dedicação. Manive o casamento apesar da ausência de sexo porque queria um lar para a filha. Mas depois do sexo ter desaparecido por completo no casamento a frustração foi aumentando e a masturbação era uma necessidade que ainda assim me deixava completamente frustrado. Decidi que algo tinha de mudar. Que tinha de voltar ao activo e encontrar parceiras. Admito que pela primeira vez na vida cheguei a considerar recorrer a prostituição. O meu entretenimento noturno era passar pelos sítios onde elas “atacavam” e ver o ambiente. Apesar de me excitar quando ouvia o famoso “vens?” a ideia era podre demais para mim. Aquelas mulheres nunca me dariam o que eu queria e desisti. Por força da profissão fui dos primeiros a lidar com a Internet. Nessa altura não mais do que um meio de ver uns sites científicos e que depois foi crescendo até que apareceram as salas de chat e depois o mIRC e o ICQ que posteriormente foram substituídos pelo MSN e o Skype. Nessa altura nas salas de Chat eram o mar onde se pescava e se arrastava para as apps de conversa e foi aí que acabei por conhecer 3 casos que tive localizadas na zona à volta de lisboa o que era óptimo pois eram longe o suficiente para ser seguro e como ia a lisboa com muita frequência era algo que podia acontecer.
O meu novo eu: O Sexo pelo Sexo.
Isabel, um nome como outro qualquer, mas que servirá para nomear o primeiro caso. Uma mulher que tinha enviuvado cedo que trabalhava como educadora de infância numa terra próxima de Lisboa, vamos dizer que era no Cartaxo. Falámos longamente pelo ISQ horas a fio. Fui esticando a corda e a conversa acabou por gerar uma paixão entre desconhecidos. A conversa acendeu várias coisas, e, atrás de um computador, era possível esticar a corda. Abusando aqui, pedindo desculpa ali, de repente estávamos a falar abertamente e a servir de apoio a masturbação mútua e à distância. Tenho de me encontrar com ela e fazer acontecer o que descrevemos tão detalhadamente nas mensagens. Disse-lhe que ia a Lisboa no dia seguinte e que o meu dia acabaria cedo e poderíamos encontrar-nos se ela quisesse. Hesitou um pouco mas andávamos à tanto tempo a falar de foder e a artesoar-nos mutuamente que a hesitação rapidamente foi substituída por um sim mas que teria de esperar que as aulas dela acabassem. Deu-me a morada e às 6h da tarde la estava eu a mandar mensagem a dizer-lhe que estava perto a aguardar. Ela responde que ainda teria de esperar. À distancia fui vendo os pais ir buscar as crianças uma a uma ao centro e pelas 7:30 já escuro, recebi uma mensagem a dizer-me que poderia ir la. Pensava que ela viria comigo para o carro onde esperava fode-la num qualquer sitio recôndito que encontrássemos. Pensei: Estou tramado, vai querer mostra-me a chreche toda e so depois iremos jantar e foder seria tardíssimo para quem ainda tinha muitos kms pela frente. Mas não tinha feito tudo isto para agora desistir Fui até a porta e toquei a campainha. A porta abriu-se e entrei. Uma primeira decepção porque ainda não tinha aprendido uma regra (as mulheres menos bonitas são as que dão melhores fodas). Era pequena um pouco gordinha não especialmente bonita, mas pelo menos tinha umas mamas bem razoáveis. Sim foi a primeira vez que nos vimos nessa altura as fotos via mensagens e telemóvel não tinham ainda sido inventadas. Em vez de a deixar ir-me mostrar as instalações beijei-a. O beijo e os braços incendiaram-me e a ela também. Senti-a a arfar ainda antes de as minhas mãos começarem a procurar a pele no interior da roupa simples que usava. Aquele arfar simplesmente me deixou louco. Tinha pela primeira vez nas minhas mãos alguém que estava tão ansioso por sexo como eu. Muito mais atabalhoado que hoje encostei-a à parede mais próxima e desabotoei a camisa baixando-me para beijar e chupar aquelas mamas. O Arfar foi sendo substituído por gemidos abafados e sentir aquelas mamas atesoarem-se deixaram o meu caralho a querer rebentar com as calças de tal forma que até doía. A mão direita meteu-se pela saia, desceu a curva algo pronunciada da barriga e encontrou uns lábios já encharcados. Nunca tinha tido uma mulher com tanta tesão nas minhas mãos. Tinha já deixado as mamas que tanto me tinham atesoado antes, e voltei para a boca dela ficando mais à vontade para esticar o braço por dentro da saia e invadir aquela gruta encharcada de desejo e deixei pos meus dedos divertirem-se onde ainda esperava naquela noite espetar o meu caralho. A respiração e os gemidos cresceram logo e foram para muito próximo do orgasmo.Com a mao esquerda, livre, continuei a apalpar a mama direita espremendo aquele bico que estava quase tão espetado como o meu caralho. Senti a mão dela nas minhas calças a procura de me libertar o caralho mas a minha atividade na cona dela. Os meus dedos viajavam entre o clitoris e a cona dela procurando avaliar pelo arfar e gemidos o que a levaria ao orgasmo. Na verdade ela estava tão excitada que não precisei de me cansar. Com um grito abafado ela disse-me que se ia vir. Foi o incentivo para manter a minha mão que estava apertada e já algo dorida, a fazer os movimentos que tinha percebido mais a excitavam. Ela parou de repente e apertou a minha mão e deixou de respirar por uns segundos. Mal conseguia mexer os meus dedos no clitoris dela. De repente a respiração dela voltou, mais acelerada que antes e o corpo relaxou o suficiente para perceber que tinha acabado de se vir. Tinha feito o trabalho bem feito. Pensei eu. Mal sabia que estava apenas a começar.Depois de uns segundos ela empurrou-me uns cem para se poder ajoelhar, acabou de soltar o meu caralho que já estava dorido dos apertos. Mal as calças caíram soltou-o da roupa interior e agarrou-o com uma mão puxando a pele para tras expondo a glande. Olhei aquele quadro e pensei que nunca tinha visto o meu caralho tão teso. Vi com enorme desejo ela beijar primeiro lamber depois enquanto puxava os meus tomates para cima, devagar mas com força. Quis dizer-lhe para ir devagar mas não consegui ao ver a boca dela abraçar a minha glade extremamente inchada. Nessa altura a outra mão começou a masturbar o meu pau com movimentos que iam entre os meus tomates e a boca dela que abocanhava a cabeça do meu caralho. Aquela imagem era demais para quem nos últimos 5 anos tinha resumido a sua sexualidade à masturbação. Não sei quanto tempo durou, a mim pareceram-me não mais que um par de minutos até sentir que me ia vir. Desconhecendo o que ela estava ou não disposta a fazer avisei que estava perto de me vir. Ela não parou, pelo contrário, foi como se aquela informação lhe desse mais alento e acelerou. Gemi como último aviso e deixei-me ir. De olhos fechados mas senti que a boca tinha ficado até ao fim e quando abri os olhos o meu caralho ainda estava na boca dela e nem uma gota foi desperdiçada. Percebi então que teria engolido tudo. A minha cabeça estava a andar a roda. O que tinha começado com a desilusão de não ser um modelo tinha sido substituda por um prazer louco. Não tinha fodido, mas tinha tido um broche de primeira.
Levantou-se abraçamo-nos e ela encostou a boca ao meu ouvido e soltou aquela frase que me fez entrar em pânico: “Quero mais”
Tremi, e pensei: E agora Falko? Quantas horas precisarei para a levantar de novo?
Não terá ficado claro mas infelizmente o sexo no casamento era eu a fazer a minha mulher vir-se um par de vezes ela dizia que não queria mais e la me deixava eu vir e estava feito. Nem sabia que era possível dar uma segunda algum tempo depois. Eu tinha avisado, nos primeiros parágrafos deste texto, que era tótó.
Respondi-lhe que devíamos ir primeiro jantar e ouvi de imediato: “mas eu quero mais”. Apesar de cansado, encostei-a de novo a parede e fi-la vir-se umas 4 vezes com o meu dedo antes de irmos jantar.
Fomos a um tasco na vila ao lado e comemos uma carne à alentejana. Lia-lhe nos olhos que ainda não estava apta a deixar-me regressar. Queria mais. Saímos e voltamos para o carro. Ensinou-me o caminho para casa dela. Morava num bairro social muito simples num apartamento pequeno e de paredes finas. Lembro-me de ter pensado que se ouviria tudo da casa vizinha se alguma vez ela quisesse foder em casa.
Beijei-a pensando que me estava a despedir, mas mal as nossas bocas se colaram fiquei desenganado. A sua respiração começou imediatamente a crescer e instintivamente a minha mão procurou aqueles seios fartos. Por mais que não fosse aquilo que nós homens chamamos uma “mulher boa”, os detalhes eram bem inspiradores como aquelas mamas e, principalmente, aquela tesão toda. Senti que, apesar de ainda nem há uma hora me ter vindo abundantemente, o meu caralho começava a dar sinais de vida. Porra, queres ver que apesar de ter vindo desfazer-me da minha constante tesão de um casado sem sexo, ainda vou de pau feito embora?, lembro-me eu de pensar. Mas ela tinha de facto outros planos e desconcertou-me logo com um “Aqui não que os vizinhos são cuscos, vamos para cima”. Apesar da apreensão de nunca ter dado duas, os sinais animadores que o meu corpo me dava fizeram com que me não fizesse rogado.
Saímos do carro e entramos no prédio. Nas escadas até aquele primeiro andar, o ruído da criançada e de ralhetes de adultos invadia o espaço vindo dos vários apartamentos confirmando a minha suspeita que aquelas paredes eram pouco mais do que pladur. Abriu a porta, sinalizou para eu entrar fechando-a depois atrás de mim. Perguntou-me se queria beber alguma coisa, que nervosamente declinei. Queria que passássemos à acção pois mesmo que saísse naquele momento ia chegar tardíssimo a casa, mas não lho disse. Beijamo-nos mais uma vez ali, na entrada, de pé e logo comecei a sentir o meu caralho contra a barriga dela e os seios dela na minha barriga. Era altura de passar à horizontal queria aquelas mamas no meu peito e o meu caralho a roçar aquela cona. A Isabel deve ter sido capaz de ler os meus pensamentos porque agarrou na minha mão e encaminhou-me para o quarto onde uma pequena cama de solteiro ocupava, ainda assim, quase o quarto todo despido de mais mobília a não ser um armário pequeno. Tirei-lhe finalmente a camisa e voltei a desapertar o soutien com uma mão, tal como tinha feito na creche. Enquanto aqueles seios deliciosos se soltavam e eu removia o soutien desapertado ela riu-se e disse isso é que é experiencia. Senti-me ficar vermelho. As mulheres acham que um soutien é difícil de desapertar. O que é normal, já que o têm de fazer com as mãos nas costas. Foram várias ao longo da vida que comentaram a minha habilidade de desapertar um soutien apenas com uma mão, mas na verdade é mais simples com uma e a outra mão pode manter algum acariciar para não criar aqueles momentos de abrandamento da tesão como aqueles em que temos de tirar uma botas complicadas. Fomo-nos despindo mutuamente, o que eu prefiro. Aquela coisa de cada um se despe para o seu lado dá um ar mecânico e nada natural ao ato. As vezes dá até para quase perder a tesão. Mas não foi aquele caso. Foi sempre num crescendo até ela se deitar na cama e abrir as pernas convidativamente.
Receoso de que o meu caralho me traísse antes de a ter satisfeito, lembrei do velho ditado: Enquanto houver língua e dedo, não há mulher que me meta medo. Interpretei aquele convite de forma um pouco diferente e mergulhei a minha cabeça nas pernas dela e com um dedo de cada mão abri aquela cona expondo o clitroris e aquela entrada que, ainda naquela noite, haveria de penetrar. Claramente ficou surpreendida. Claro que nos flirts tínhamos falado de sexo oral, mas ela achava que os homens só se dispunham a receber e não a dar. Sejamos sinceros o cheiro nem sempre é sedutor. Todas as mulheres têm odores diferentes uns mais agradáveis e outros menos. Mas o odor inicial deixa de ser um problema quando vemos uma mulher perder a cabeça com a nossa língua, por isso vale bem a pena ultrapassar essa reação inicial a um odor que seja eventualmente mais forte. Também não era o caso da Isabel cujo odor era bastante excitante e nada desagradável. Passei a língua pelo clitoris que estava já tão humedecido que que brilhava na penumbra do quarto. Mal lhe toquei ela gemeu e rodei a minha lingua em volta do clitoris várias vezes e senti aquela anca ficar inquieta. Não queria que se viesse logo. Tinha lido que levando a tesão da mulher em ciclos ela atinge um maior grau de excitação antes de se vir. Desci por aquele espaço absolutamente delicioso entre o clitoris e a cona várias vezes bem devagar para que ela saboreasse e senti a mão dela na minha cabeça. Naquele vai-vem entre o clitoris e a cona a mão dela na minha cabeça que começou por ser um acariciar quase de agradecimento foi mudando e passando a indicar-me a velocidade e o que queria sentir acariciado em cada momento. Mas eu estava determinado a levá-la a patamares mais elevados ainda em termos de excitação e quando sentia que ela se aproximava do orgasmo eu parava por poucos segundos até ouvir um ligeiro abrandar da excitação, para recomeçar. Percebi na primeira vez que o fiz e confirmei nas seguintes que quando retomava ela estava num grau de excitação ainda mais elevado mas sem se vir. Fui explorando e pouco depois passou ser ela que dizia: para agora e implorava para continuar uns microssegundos depois. Ela já gritava de prazer mas nenhum de nós queria que aquele momento acabasse de crescer. Tenho certeza que os vizinhos ficaram a saber que estávamos a foder com os gritos de prazer que a Isabel me foi brindando. Foi nessa noite que descobrimos o que hoje está documentado por “edging”. A Cara dela estava vermelhíssima e num estado de excitação tal que sentia que não conseguiria prolongar muito mais. Mas tinha a noção que se parasse para a foder e enquanto mudava de posição o qpatamar a que tínhamos chegado ia perder-se. Meti o meu indicador direito naquela cona e um pouco mais no interior procurei aquela zona mais rugosa. Mesmo com aquela cona a escorrer a zona do ponto G era bem notória e não deixava dúvidas de que estava no sítio certo. Ouvi no meio de gemidos e da respiração ofegante um “que raio fazes?” Já estou louca…
Estava na altura de terminar aquilo. Dar a estocada final. Pensei eu mas mal sabia que de final tinha muito pouco. Acelerei quer a lingua quer o dedo que a penetrava num vaivém que garantia que não saía da zona rugosa e intensifiquei a pressão do dedo. A minha mão já não conseguia ir mais depressa quando a ouço vir-se num grito e sinto a cona dela ficar alagada e ainda mais quente. A respiração que estava a celeradíssima parou e ficou em suspenso no ar. Senti as pernas dela aperarem-se em volta da minha cabeça afastando-me daquele meu amigo clitoris. De repente fiquei apenas com o dedo como arma… Mas ela gritou-me que se estava a vir. Não precisava na verdade. A abundancia do liquido vaginal tinha deixado a minha mão a escorrer e uma pequena mancha no lençol. Ainda assim não parei com o meu dedo e assim que senti as pernas dela deixarem de pressionar voltei à actividade enquanto sentia a respiração dela que, entretanto, tinha quase normalizado, voltar a crescer. Tinha tirado o dedo de dentro dela e trabalhava apenas com a minha lingua. A excitação ia crescendo e eu que tinha também relaxado um pouco e o meu caralho amolecido voltei a sentir-me ficar duro com os novos gemidos dela. A respiração cresceu mas dava para perceber que estava a ficar cansada. Aquele cansaço que acaba por ser ultrapassado com a nova excitação. Quando me preparava para recomeçar o “truque” da excitação por ondas e lhe ia introduzir novamente o meu dedo, sinto as mãos dela puxar a minha cabeça e dizer-me: Já chega, fode-me mas é com o teu caralho.
Caros leitores e leitoras, se há coisa que um homem excitado não resiste é a um “fode-me”. Subi pelo corpo dela beijando-a e ainda parei fugazmente nos bicos tesos daquelas mamas deliciosas, mas só parei na boca dela. Com o meu caralho já a tremer excitado pela antecipação, mesmo sem o encaminhar, acabei a penetrá-la. Que calor confortável tinha aquela cona! Sem tirar a lingua da boca dela e sem largar aquela boca, deixando so o espaço necessário para que as nossas respirações acontecessem já que o nariz não supria o ar suficiente, os gemidos mútuos cresceram a uma velocidade estonteante. Já não eram penetrações lentas e meigas. Tirava completamente o meu caralho e voltava a metê-lo até sentir os meus tomates bater no cuzinho. Meti as mãos por debaixo dela até lhe agarrar as nádegas naquela posição de missionário e o meu caralho saía e entrava de novo a um ritmo cada vez mais forte. Os gemidos dela passaram a gritos de prazer entremeados com a palavra mágica: “Fode-me”. Eu não ia aguentar muito mais. Sinto-a parar de respirar, a rodar a cara para um lado e para o outro alternado olhar nos meus olhos e o canto do quarto. Não estava a foder há muitos minutos mas já me sentia a explodir e a pensar: Tens de te aguentar. Lembra-te do “Quero mais”.
Mas aquele abanar de cabeça dela que descrevi era mesmo já o início do seu orgasmo e senti a cona dela ficar a ferver. Um calor imenso inundou o meu caralho e isso foi mais forte do que qualquer medo de ficar mal por não conseguir continuar a foder. Deixei-me ir. Esporrei-me com espasmos de prazer. Um atrás do outro. Ela contorcia-se ainda do orgasmo dela enquanto eu sentia as últimas golfadas de esporra a sair do meu caralho directamente na cona dela. Caí para o lado a tentar respirar. Faltava-me o ar e sentia o meu corpo sem forças. Ficamos alguns minutos em silencio a olhar o teto encharcados em suor. Do meu caralho ainda saíam algumas gotas que se espalharam pelo meu ventre e o quarto cheirava a sexo e a suor. Olhei para aquela cona que tanto prazer me tinha dado e vi que ainda escorria uma mistura dos nossos líquidos. Entrei em pânico. Bolas eu vim-me dentro. Nem pensei… “Oh porra… nem pensei vim-me dentro de ti e nem me lembrei te de por o preservativo…”. Na verdade não me tinha lembrado de nada na última hora e meia. Só pensava em foder prazer dela e depois no meu. Primeiro ela ficou com um ar muito assustado e disse-me “Pois … nós tínhamos falado em usar o preservativo”. Respondi-lhe que estavam no bolso do casaco mas que agora não serviria de nada. Ela ficou pensativa e depois disse: “Acho que não vai haver problema, o meu período deveria chegar esta semana.” Acreditem foi uma semana ansiosa.
Olhei para o relógio e percebi que ia chegar depois das 2 da manhã a casa e que no dia seguinte lá teria de estar às 8 no emprego. Vesti-me da roupa e da culpa pela traição, despedi-me, meti-me no carro e desapareci em grande velocidade. Outros tempos onde o controlo de velocidade era menos apertado e lá cheguei meia hora mais cedo do que tinha pensado. Mesmo assim foi noite de pouco sono…
Apesar da gratidão à Isabel por esta noite e por todas as outras que se lhe seguiram (passei a vida a arranjar reuniões em Lisboa), nunca houve grandes sentimentos. Mal o sexo acabava ficávamos em silencio a olhar o teto. Não havia conversa, não tínhamos sequer temas comuns. Era como se fossemos de planetas diferentes, só mesmo o sexo nos unia.
Agora consigo imaginar o caro leitor e leitora mais atentos a perguntarem: “Falko, o lá como é que te chamas, porque raio falas da Helga se depois contas uma queca com a Isabel?”
Pois meus amigos, estes escritos são acerca do meu maior romance, mas ainda faltam alguns capítulos para lá chegar. Este foi apenas a minha aprendizagem que se não te aceitam para sexo em casa não faz sentido desperdiçar a vida e mais vale encontrar parceiras que estejam interessadas. O próximo capitulo contará outra história acerca de uma mulher com um nome bem invulgar, mas que tratarei por Kat para efeitos desta conversa.
