De menina inocente a mulher tarada

Carioca de nascimento e criação, sou o fenótipo do puro alemão, 1,88 m, loiro, queixo quadrado, alhos azuis, musculatura bem definida, corpo proporcional a minha altura, engenheiro civil, velejador e remador esportivo. Na época do que estou prestes a relatar, com trinta e dois anos.

Resolvi tirar uma semana de férias, para descansar após ter passado seis mês nos USA fazendo curso. Estava remando meu kanui (barco a remo esportivo, fino que se rema de costas para a proa), em uma região costeira cheia de ilhas, quando vi um casal em uma lancha aparentemente a deriva, ambos fazendo sinal balançando os braços. Ao chegar próximo, um senhor bem bronzeado muito nervoso falou que tinha saído sem marinheiro e que os motores haviam parado e ele não conseguia ligar, ao lado dele um jovem branquinha com um corpo fenomenal e olhos lindos, olhava para mim fixamente. Subi na lancha e após sangrar a alimentação do combustível fiz os motores funcionar, amarrei meu barco à lancha e chegamos a marina onde o senhor guardava a lancha já no início da noite. Agradecido o senhor me convidou para jantarmos juntos, aceitei, fui ao meu quitinete tomei um banho, coloquei uma bermuda, camiseta regas, peguei um UBER e fui para o endereço que o senhor tinha fornecido, já passava das vinte e uma horas quando fui recebido em uma cobertura duplex, com certeza o cara tinha muita grana. Enquanto bebíamos um uísque o senhor me explicou que sua filha tinha um QI altíssimo, mas desde a morte da mãe dela, a jovem tinha se fechado no mundo das ciências exatas e sei comportamento passou a ser extremamente ante social, explicando o não aparecimento da moça.

Quando nos preparávamos para jantar Ana desce a escada interna do imóvel, estava linda com os cabelos castanhos claros presos na forma de rabo de cavalo, rosto levemente maquiado, dentro de um vestidinho de tecido leve, daqueles que tem um elástico pouco acima dos seios, exibindo seus ombros desnudos convidativos, seus seios certamente sem sutiã me deram agua na boca assim que a vi. Ela abriu um belo sorriso para nós, cumprimentou-me com um aperto de mão e nos dirigimos à mesa. Foi um jantar tranquilo falamos sobre vários assuntos até que começamos a falar sobre o curso de cálculo estrutural que eu acabara de fazer, ela não parava de me olhar dentro dos olhos e mostrou na conversa profundos conhecimentos de cálculo, quando então fiquei sabendo que aos vinte e três anos, ela estava quase concluindo o doutorado em física. Ao final, Ana pergunta ao pai se não iriam navegar no dia seguinte, ele em tom de brincadeira falou que se o mecânico for junto…, rimos e aceitei o convite. No dia seguinte, enquanto o pai pescava na popa eu e Ana distados no proa conversamos sobre tudo, peguei na mão dela, vi que ela controlou o nervosismo, continuamos a nos olhar até que arrisquei dar um selinho, ela ficou vermelho como camarão e pediu desculpas, pois nunca tinha feito aquilo, falei uma besteira qualquer e não resisti quando ela colocou o rosto perto do meu com os lábios entre aberto, oferecendo-os para mim, dei a ela seu primeiro beijo na boca, rápido mas delicioso, ela continuou a olhos nos meus olhos. Os olhos dela pareciam expressar uma súplica e a beijei com vontade e ela com mais vontade ainda, após esse beijo, perguntei se ela não queria colocar a língua dentro da minha boca. Ana com o rosto corado, não respondeu, fez, chupei a língua dela e senti seu corpo tremer alisei seu ombro e senti que ela estava toda arrepiada. Durante seis meses de muitos telefonemas durante a semana e encontros nos fins de semana foi o máximo que nos permitimos, beijo na boca. Tornamo-nos noivo e durante o noivado passei muito a língua em seu pescoço, muitas vezes, fazendo ela gemer de prazer. Logo que ela concluiu o doutorado, casamo-nos.

Na lua de mel, após tomarmos a tradicional taça de champanhe, a deixei completamente nua na cama, meu pau parecia feito de aço e ela o pegou, acariciou, o estudou e com grande volúpia o abocanhou, chupou com tanta vontade que acabei em menos de um minuto enchendo sua boca com meu leite, ela estudou a consistência da porra esfregando o dedo, comentando que tinha um gosto ótimo, passei meu dedo na sua racha, lambuzando-o com a baba vaginal, levei a boca e falei que o “gosto dela” era a melhor coisa que eu já havia provado, ela pensativa, passou a mão no meio das pernas e levou a boca, dizendo que era bom, mas meu leite era muito melhor, ainda com o pau parecendo uma rocha, esfreguei a cabecinha entre os lábios vaginais, ela choramingou, ao sentir na cabeça do pau aquele grelo duro, manobrei o corpo e cai de boca e vi minha esposinha linda e virgem se contorcer e implorar para penetra-la, mas resolvi tortura-la e continuei chupando, Ana teve uma esplendida convulsão de prazer a primeira de sua vida, ainda sem conseguir se controlar, me puxou para cima dela, só tive tempo de levantar suas pernas com meus braços deixando sua volumosa vagina exposta para cima e acertei de primeira, com a cabeça do pau encaixado na fenda empurrei várias vezes, ela contraiu as feições e eu senti que meu pau havia rompido o hímen da minha mulher, empurrei mais um pouco e vi as lágrimas rolarem por aquele belo rosto, tirei a caceta molhada de suco vaginal e manchada de sangue. Limpei a rola com uma toalhinha de mão prometendo a ela que guardaria a peça sem lavar por toda a vida. Em seguida a penetrei novamente com a maior delicadeza possível e enchi aquele túnel apertado de leite, assim que ela sentiu as borrifadas no fundo de sua buceta recém arrombada, Ana cravou as unhas nas minhas costas gemeu de forma magnifica, aquele som gostoso de gozo tornou-se sua marca registrada. Durante aquele mês de lua de mel, fiquei com o pau todo esfolado, Ana mostrou-se insaciável, não havia pau, dedo e língua que desse conta. Voltei ao trabalho, ela começou a dar aulas e a pesquisar durante o dia com grande competência, até fez amizade com uma professora quarentona e bem louca que pesquisava junto com ela, casada com um francês dedicado ao comercio de importação e exportação, a mulher tornou-se em pouco tempo sua confidente. Com aproximadamente três meses de casado, tendo plena consciência que eu tinha criado um mostro, durante as preliminares, passei a pica naquele rego maravilhoso e ela arrebitou a bundinha para mim, imediatamente puxei seu quadril colocando-a de quatro, abri suas nádegas e vi aquele cuzinho rosa fechadinho e quase gozo só olhando. De joelhos na cama atrás naquele corpo lindo, vi ela balançar o quadril com o rosto enfiado no travessei. Ana aguardava a penetração que eu estava louco para fazer, mas não podia deixar passar, enfiei a língua naquele anelzinho virgem. A tarada levantou a cabeça e emite um gritinho tesudo empurrando o bumbum contra a minha cara, ao mesmo tempo que agarrava o lençol com as duas mãos. Continuei a movimentar minha língua naquele cuzinho, sentindo-o tentar morder o que o penetrava. Ana explodiu em seu primeiro profundo e prolongado gozo anal. Deixou o corpo cair, fiquei admirando aquele máquina desenfreada de fazer sexo que eu tinha conhecida tão inocente sem acreditar na transformação. Enquanto pensava ela se virou e deu uma chupada no meu ferro, constatando a ereção, virou o corpo, sem falar em lubrificante apoiou a parte da frente do com o ombro e a cabeça, abriu as nádegas com as duas mãos e esperou com aquela linda bunda para cima. Vi o olhinho virgem se contrair, pela primeira vez na vida dei uma palmada naquela bundinha deliciosa e mandei ela relaxar, notando o prazer que ela deve ao ser agredida, dei nova palmada, vi a baba de sua buceta pingar no lençol, segurei o quadril com força, encostei a cabeça da pica e empurrei ela deu um gritinho mais de tesão que de dor, empurrei de novo, tornando a penetração efetiva, a maluca empurrou o quadril para trás e manteve a pressão, minha pica passou a ser mordida por aquele cuzinho que levava ferro pela primeira vez, o canal apertado estava me levando a loucura quando resolvi da mais um tapa, ela emitiu um som gutural diferente e passou a ter nítidos espasmos musculares, seu cu passou a morder minha pica e ela entrou em extasse, tive o que foi provavelmente o melhor orgasmo da minha vida segurando aquele quadril que balançava em todos os sentidos como se fosse um touro brabo. Na manhã seguinte ela confessou que estava sentindo uma dorzinha GOSTOSA “lá embaixo” e que a noite queria tomar mais uns tapas.

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