Casamento erótico – terceira parte
Nossa resto de semana foi de muita erotização, a todo os instantes falávamos da noite em que comemos juntos nossa amiga, até que Sheila dá um pulo na cama é pergunta: O que você quis dizer para a Martha com aquele “Estamos sempre a disposição para novas aventuras”?
Sentindo que minha resposta tinha que ser a certa, pensei antes de responder: Você não gostou de chupar aquele grelão? Não gostou de ser chupada por ela? Não gostou de me ver comer a buceta dela? Não gostou da aventura?
Sheila só bateu a cabeça afirmativamente e eu a abracei falando no seu ouvido: Meu limite é o seu limite, vê-la ter prazer é meu objetivo de vida.
Minha esposinha ficou pensativa até que falou: Nossa a buceta dela é tão diferente da minha. Você viu ? O grelo dela parecia um pintinho.
Aproveitei a deixe e perguntei: Você gostou de chupar aquele grelão?
Sheila pela primeira vez depois que casamos, ficou ruborizada e respondeu: Adorei, mas não quero repetir com ela tão cedo, não quero que você se apaixone por ela que conhece todos os truques na cama.
Abracei minha enciumada mulher no exato instante que tive uma ideia.
Fui ao quarto que tínhamos transformado em escritório, peguei o notebook, o abri na cama e digitei: Acompanhantes + casais
Apareceram perfis de casais, mulheres, homens e travestis.
Ficamos maravilhados e assistimos a todos os vídeos dos perfis, metemos muito vendo aquele mundo de sacanagens. No final do domingo garanti a minha mulher que toparia o programa que ela escolhesse.
Na quarta feira, enquanto me servia um lanche, minha quase inocente esposa abre o notebook e me mostra, “quero fazer isso”, um frio correu minha espinha, minha esposa queria fazer inversão de papeis, queria arrombar meu cu, mas felizmente ela continuou falando e abriu um perfil, mas com essa “trans”.
Meio chocado, mas tendo de admitir que era realmente algo bem excitante, concordei. Fomos para a cama e ela assumiu aquela posição com o rabo para cima e as costas em arco, durante a foda ela fala: “vou arrombar aquele cu, nessa posição”. Entrando em seu transe maravilhoso gozamos muito, até eu imaginei ela comendo cu enquanto gozava.
Sheila preparou tudo, no sábado, deixamos nossa filha com uma babá em casa e saímos em direção ao motel que ela tinha reservado, perguntei porque uma bolsa tão grande e ela me falou que eu veria em breve.
Chegamos ao motel e ocupamos um suíte gigante, própria para swing, uma tela enorme de tv, câmeras sobre tripés que projetavam imagens direto na TV, banheira para seis pessoas, espelho em uma parede inteira, cama tamanho king com colchão de agua, uma poltrona em forma de trono e uma cadeira erótica cheia de correias para imobilização.
Sheila tinha pesquisado muito, faltava só a trans que minha mulher tinha lido o perfil, visto as fotos e lido uma extensa entrevista que ela tinha dado a uma revista especializada, eu sabia que tudo aquilo sairia muito caro, mas era para agradar minha amada, então valia a pena. Sheila se veste a rigor, uma espécie de maiô de plástico preto brilhante, meia sete oitavo de linha trançada e bota com cano acima dos joelhos, estava uma delícia, como toque final, uma meia mascara de gata.
O interfone avisa a chegada da pessoa que nós tínhamos avisado que chegaria. Sheila mandou eu sentar no tal trono africano com os controles das câmeras na mão recomendando que eu não interviesse. Abre a porta da suíte e recebe a trans, trocam beijinhos no rosto e usando o zoom do equipamento, pude analisar cada centímetro daquele corpinho mignon, pele com bronzeado perfeito, bundinha com as dimensões exatas para aquele corpinho, dentro de um discreto vestidinho de tecido leve, linda de rosto, a mulher que todo homem quer levar para a cama um dia. Sem trocarem uma palavra alisaram-se mutuamente seus corpos e minha esposa passando a mão nas costas de nossa convidada abriu o zíper de seu vestido e deixa a peça cair no chão, abre o sutiã da trans e vejo peitinhos perfeitos, provavelmente criados por tratamento hormonal, pois claramente não era silicone, eu já estava desconfiado que minha esposa tinha contratado uma garota de programa e não uma trans, quando eroticamente baixa a calcinha daquele corpo que já tinha me deixado de pau duro, não vi nada, só quando minha esposa enfiou os dedos entre pernas da trans e puxou o que estava escondido, um pintinho minúsculo, menor que aqueles dois ovinho, mais parecendo um grelão do que um pênis. Minha esposa conduziu a trans até a cadeira erótica e delicadamente passou a imobiliza-la ajustando as correias, após a imobilização, o pintinho mole ficou bem visível, o toque final foi a colocação de uma bola com duas tiras que minha esposa tirou daquela bolsa enorme e a fixando na boquinha cujos lábios tinham sido pintado com um batom brilhante.
A dominadora pegou o pauzinho com as pontas do dedo e passou a masturba-lo, deixando-o durinho, a trans expressou com os olhos sua felicidade ao ver que eu estava me masturbando olhando fixamente para tela que mostrava seu pintinho durinho e seu cuzinho piscando, sem saber se tinha sido isso ou se fazia parte do script os olhos da trans arregalaram e passaram a mostrar toda a sua agonia, pois minha esposa apertava com toda sua força os ovos da trans. Minha esposa com feição de quem estava possuída por uma entidade maligna sorria enquanto friccionava uma bola contra a outra o pavor estampado no rosto da trans, dava a noção exata de uma dor extrema, para minha surpresa, quando Sheila soltou os bagos, o pintinho estava todo esporrado então ouvi a voz de minha esposa em tom ameaçador: Você disse na entrevista que gostava de sentir dor e que o tamanho do pau de seus clientes não te assustavam, vamos ver agora.
Sheila pegou dentro da bolsa um vibrador de tamanho normal e enfiou na própria buceta, puxou uma banqueta e sentou entre as pernas do corpo amarrado, o que pareceu um instante de alívio para o corpo que ainda tentava se contorcer devido a tortura que tinha sofrido, não foi. A sádica enquanto manobrava o vibrador na boceta com a mão esquerda, fez um alicate com os dedos médio e indicador da outra mão e aplicou uma torção no mamilo esquerdo da trans, vi os dois corpos tremerem, minha mulher estava gozando e sua vítima estava sofrendo uma dor horrível. Quando a tarraxa feita com os dedos aliviou a pressão, a torturadora ainda com aquela expressão no rosto que estava me dando medo com estranho brilho no olhar meteu a mão na maleta e tirou de lá várias folhas de lenço de papel umedecidos e limpou o pintinho que estava todo melado com porra novinha. Sheila levantou assumindo uma posição de vitória e fez o que eu nunca a tinha visto fazer, pegou um copo, colocou uma dose dupla de uísque e tomou em um gole só. Olhei o rosto que antes estava bem maquiado e o vi coberto de lágrimas que escorriam daqueles olhos cheio de pavor, senti dó. Achei que tudo tinha terminado, mas Sheila substituiu o consolo por um excitador de clitóris e por cima ajustou uma cinta com um pinto de silicone grande, mas com uma grossura incompatível a qualquer penetração, a trans chorando convulsivamente viu sua torturadora cuspir três vezes em seu cuzinho e se posicionar para arromba-lo. A dominadora colou-se entre aquelas pernas amarradas, flexionou as pernas e sem qualquer compaixão empurrou, a trans contraiu todos os músculos do corpo em desespero mas a torturadora continuou a pressão, vi que a trans perdeu os sentidos e quando os recuperou, sua fodedora estava fazendo movimentos para trás e para frente em minutos que devem ter parecido uma eternidade para a torturada, minha mulher abraçou o corpinho de sua vítima para não cair no chão, estava tendo um de seus orgasmos múltiplos, após o qual continuou ali abraçada. Sheila tirou aquela trolha, jogando o equipamento na mala. deixando aquele cu completamente irreconhecível, estava todo arrobado, agora aquele cuzinho rosa era um grande buraco com as bordas vermelhas. Em tom normal perguntou: Então gostou? Parece que sim, está toda gozada novamente.
Minha amada voltando a mulher gentil com quem casei, soltou as correias, amparou aquela trans descabelada e a colocou na banheira, voltando a suíte pegou as próprias roupas e as da sua acompanhante, desliguei a aparelhagem de imagem e meia hora depois as vejo sair do banheiro, mais ou menos arrumadas.
Ainda aturdido com os acontecimentos abri o talão de cheques quando ouvi a voz da trans ainda um pouco chorosa: Não, se alguém tem que pagar sou eu, tive minha fantasia realizada, nunca imaginei que um dia tivesse emoções tão fortes, gozei como nunca. O interfone anunciou que o UBER já estava esperando .
No caminho para casa, Sheila mandou eu parar ao lado de uma caçamba de lixo e jogou a mala com tudo que tinha dentro na caçamba, voltamos a rodar e ela falou: Quando liguei para a trans, ela duvidou que eu seria capaz de lhe dar uma tarde inesquecível. Mas, não quero nunca falar sobre o que aconteceu.
