Casamento erótico – segunda parte
Naquela noite de sábado em que minha esposinha tinha experimentado seu gozo mais intenso quando praticamos nosso primeiro anal, Sheila dormiu profundamente. Eu ainda sob os efeitos do espetáculo que foi dado por ela ao gozar, fiquei acordado até altas horas. Pela manhã a bela surpresa minha taradinha me acordou chupando meu pau, só parando para perguntar como eu queria fazer amor naquela manhã. Não me dei ao trabalho de responder, a puxei e quando ia coloca-la de quatro ela pediu para experimentar de outro jeito. A larguei, ela levantou as pernas, trançou os braços nas pernas ,com o tórax e abdômen comprimido, com as costas em arco, ficando toda arreganhada com a rosquinha para cima, disse: Acho que assim que você vai me penetrar mais fundo.
Louco com a visão daquele cuzinho com as dobrinhas daquele cuzinho esticadas, deitei sobre as coxas dela e me apoiei na cama com os dois braços, consegui acertar aquele buraquinho apertado, fiz pressão, assim que a cabeça entrou o rosto de Sheila se transformou, sua expressão era de mulher tesuda e antes que eu iniciasse o vai e vem, ela aproveitando o formato das costas, passou a executar um movimento de gangorra e aceitou meu pau inteirinho no seu ânus, aquela técnica toda só poderia vir de um lugar, a amiga deve ter ensinado para ela. Em minutos seus espasmos musculares começaram, passei a sentir seu corpo vibrar embaixo do meu e ela teve outro daqueles ataques de orgasmo múltiplo, mas dessa vez eu estava em cima e gozei dentro dela, em seu desespero durante o fantástico gozo ela conseguiu arremessar meu corpo para cima, virando de lado curtindo seus fortes tremores. Nem em filmes de sacanagem eu tinha visto aquilo, minha esposa era uma máquina de gozo. Durante todo aquele dia Sheila sentia todos os músculos do corpo dolorido e no fim da tarde teve que tomar um relaxante muscular, dormimos cedo. No dia seguinte, foi chamado por meus patrões que sabiam que a maioria dos aplicadores da corretora seguiam meus conselhos cegamente e me ofereceram sociedade, ocasião que traçamos os planos para a aposentadoria do mais velho e fundador da firma. Ao chegar em casa com as novidades, acabamos fazendo um papai e mamãe gostoso. No noite seguinte, Sheila estava mais agitada que o normal, louca para me falar alguma coisa. Depois que nossa filha Andrea dormiu, minha tesudinha se aninhou no meu peito e sem olhar para minha cara começou a falar: Ontem, a Martha não foi para escola, hoje assim que nos encontramos, ela quis saber as novidades, você sabe, eu conto tudo para ela, comecei a contar com todos os detalhes, até perdemos a primeira aula , teve um instante que até achei que ela ia gozar ouvindo, só parei de falar quando senti que ela estava com vontade de me beijar e quando parei ela disse com todas as letras que adoraria ver uma foda nossa.
Sheila aguardou minha reação imóvel, baixei minha cueca e a coloquei de joelhos em cima da minha rola e vi seus peitinhos subirem e descerem enquanto ela quicava gostoso. Só então ouvindo seus gemidos, disse: Amanhã não terei nenhuma aula importante, convida ela …
Minha mulher gozou forte ouvindo minhas palavras arrastando-me junto ao prazer.
No dia seguinte, não fiz nenhuma negociação importante, pois não conseguia me concentrar, saí da corretora e fui direto para casa. Chegando lá, minha esposa me avisa que tinha deixado nossa filha em um hotelzinho, ela estava gostosíssima em um vestidinho agarradinho, sem sutiã e sem marca de calcinha, cabelos penteados no capricho, usando um perfume inebriante e com uma ar de felicidade contagiante. Entrei no chuveiro quando ouvi o interfone, saí do banheiro usando uma bermuda e camiseta e vi nossa visitante , alta, esguia, seios pouco maior que a média, bundinha bicudinha também dentro de um conjunto de saia e blusa que lhe dava um ar de executiva. As duas estavam meio acanhadas, abri um vinho e passamos a bebericar, para descontrair, perguntei sobre meu assunto predileto, como tinha sido a primeira vez de Martha e ela nos contou que tinha sido com uma vizinha, amiga da mãe dela, a partir de então ela tinha assumido sua bissexualidade, aquilo pareceu novidade para Sheila, mas eu já estava com o pau doendo, precisava gozar, puxei minha esposa para cama depois de rápidos beijinhos já estávamos nus, levantei a perna da minha mulher e enfiei a rola na buceta dela de ladinho, percebendo quando Martha deitou ao lado de Sheila já nua, sua buceta gigante tinha os pelos aparado parecendo um gramado baixinho, cada lábios daquele bucetona era do tamanho da bucetinha da minha mulher vi a visita massagear eu grelo enorme, parecendo um pintinho de criança e continuei bombando com mais vontade, Sheila com os olhos fechados provavelmente por inibição diante da situação inusitada começou a apresentar espasmos e o tom de seus gemidos era de que ela estava para gozar, vi que nossa parceira também já estava doidona e quando Sheila começou a tremer forte, Martha abocanhou um dos seios que só eu e minha filha tínhamos colocado a boca e gozamos os três juntos, assim que voltamos com Sheila apresentando os últimos tremores, Martha beijou a boca da minha mulher que correspondeu ao beijo lésbico, segurando a amiga pelo nuca. No fim do beijo Martha fala olhando nos olhos da minha esposa: Você é ainda mais deliciosa do que eu imaginava.
Em aquelas palavras, Martha tirou um peso da minhas costas, pois eu estava desconfiado que as duas já tinham se comido, eu não era corno, pelo menos não ainda.
As duas voltaram a se beijar aparentemente esquecendo que eu estava ali.
Martha parecendo uma cobra, escorregou e ajoelhou na cama, erguendo os joelhos de minha mulher, enfiando a cabeça entre as pernas de Sheila, fazendo o que só eu tinha feito ali, Sheila abriu os olhos ao máximo e pareceu me pedir permissão, só pude dizer: Aproveita!
Martha alisou a cabeça da amiga e assumiu suas feições de tesuda. Só então notei que nossa acompanhante tinha permanecido de joelhos levantando estrategicamente o rabo, fui para trás dela e vi aquele bucetão molhado pedindo rola, em um tranco só entrou até o talo na segunda buceta da minha vida e enquanto bombava, admirava minha esposa que se contorcia e emitia sons maravilhosos ao ver meus movimentos atrás da amiga. Martha foi a primeira a gozar borrifando liquido vaginal nos meus pentelhos, eu e Sheila, gozamos ao mesmo tempo.
As duas trocaram um caloroso beijo, até que Martha finalmente se dirigiu a mim falando: Você sabia que eu sonhava com esse momento a muito tempo, não é?
Para não parecer marido traído, afirmei que desconfiava afirmando ainda que estávamos a disposição para novas aventuras. Estimulada com minhas palavras, Sheila mamou demoradamente em Martha e acabou levando os dedos ao meio das pernas da amiga, fazendo cara de surpresa, logo desceu para constatar e viu o que também estava me deixando admirado, um grelo enorme e duro, parecendo não querer acreditar no que via, chupou delicadamente o pintinho da amiga que se contorceu e arreganhou as pernas, minha mulher enfiou a boca naquele rasgão com ferocidade, vendo a buceta da minha mulher babar, caí de boca enquanto me masturbava, acabei virando o corpo e estabelecemos um triangulo a partir do momento que nossa amante passou a chupar meu pau e quando gozei na garganta de Martha as duas voltaram a se beijar. As duas tomaram uma demorada chuveirada juntas, saído do banheiro de mãos dadas e eu entrei, ao sair Martha já tinha ido e escuto minha mulher afirmar: Nossa, nunca imaginei que ia ter tesão te vendo comer outra mulher, muito menos fazendo o que fiz …
