As aparências enganam

Para dar continuidade a meus estudos, ainda garotão, mudei para a capital, aluguei um quarto em uma casa de família, passei a fazer cursinho pela manhã, almoçava junto com o casal de idosos que tinham me alugado o quarto , a tarde e parte da noite trabalhava em loja de conveniência de um posto de gasolina perto de casa. Aproveitava cada minuto para sem cliente para estudar. Certo fim de tarde, entra na loja uma mulher maravilhosa, cerca de trinta anos, trajando uma calça justa branca que tornava impossível não notar suas nádegas carnudas e duras, suas coxas grossas e certamente bem malhadas, uma camisa de linha furadinha branca da mesma cor de seu sutiã que espremia um par de seus maravilhosos, uma sandália de salta que a deixava ainda mais alta, seus ombros largos era um charme a parte. Ela escolheu alguns produtos e ao chegar próximo do caixa tive a nítida impressão que ela mediu com o olhar “minha mala”, que realmente chama a atenção. Nossos olhares se cruzaram, mas fiquei na minha afinal, o que um mulherão daqueles ia querer com um garoto como eu. Conversamos rapidamente e ela foi embora. Suzi voltou várias vezes e a cada uma de suas “visitas” ela discretamente me interrogava. Em uma noite chuvosa de sábado, ela liga para a loja quase na hora de fecharmos, dizendo que tinha acabado seu cigarro e pedindo-me para leva-los para ela. Claro que me prontifiquei a fazê-lo em andei embaixo de chuva por dois quarteirões para levar as duas carteiras de cigarros ao endereço que ela me forneceu, chegando lá, fui recebido com beijinho no rosto por Suzi que trajava um baby doll verde clarinho transparente, quase cai de costas ao ver aquele par de seios firmes sem sutiã, completamente molhado fui convidado a entrar, assim que ela fechou a porta e com a desculpa que colocaria minha camisa para secar começou a desabotoar minha roupa de trabalho. Para minha completa surpresa, Suzi se inclinou e passou a língua em meu pescoço, meu pau reagiu na hora, ela jogou minha camisa no canto e abriu o zíper da minha calça sacando minha rola, ajoelhou e admirou meu pau por alguns segundo, em seguida mostrando grande perícia engoliu parte de minha pica enquanto alisava minhas nádegas com as duas mãos, nossa era a primeira chupeta que alguém fazia por mim, em pouco tempo gozei forte naquela boca gulosa, a mulher não desperdiçou nem uma gota de porra, engoliu tudo, mostrou-me o caminho do quarto e parou no banheiro, aparecendo envolta em uma toalha e beijou-me gostosamente, deitando de bruços, puxou a toalha e exibiu-me a mais bela bunda do mundo e para não deixar dúvidas, abriu as nádegas com as mãos, piscando seu belo botão rosa, deitei por cima dela e fui colocando o mastro devagar naquele cuzinho de meus sonhos, um cuzinho apertadinho e mastigador, Suzi passou a gemer e levantou o traseiro, passando a ficar de quatro e eu de joelho com a pica enterrada até o talo naquela coisa deliciosa e gozei muito. Tive que ir embora ainda na madrugada pois não queria deixar meus senhorios preocupados, não sem antes ouvir da minha amante que poderia voltar na noite seguinte,

No domingo a noite cheio de vontade de mostrar o quão bom eu poderia ser na cama, assim que ela fechou a porta eu a beijei e antes que ela pudesse se defender, ajoelhei e puxei sua calcinha, o que vi me espantou, uma piroca tão grande e tão grossa quanto a minha que já estava a meia bomba. Suzi chorou, pediu desculpa e disse que se eu quisesse ir embora ela entenderia, eu ali ajoelhado sem saber o que fazer, até que Suzi ainda em vira o bundão para mim, vi aquelas nádegas lisinhas separada por um rego maravilhoso e sem resisti passei a língua em cunha, o travesti parou de chorar e rebolou, ainda em pé, colocou as mãos no joelho e arrebitou, eu já doido para meter, fiz o que qualquer homem faria, enfiei a língua naquele cuzinho que no dia anterior tinha me dado tanto prazer, Suzi passou a contorcer seu corpo de prazer, suas nádegas lisas, logo mostraram-se arrepiadas, levei a mão a frente e segurei a pica dura do meu amante, uma sensação completamente diferente, muito gostosa, com a mão esquerda mantive as nádegas abertas e com a direita passei a masturbar aquele pau quente e duro, até sentir que ela estava gozando, embora confuso, senti prazer em ter feito Suzi gozar.

Entramos os dois embaixo do chuveiro e trocamos carinhos como um casal hetero, em dado instante unidos por um beijo lascivo, senti o dedo indicador ensaboado de Suzi invadir meu anel virgem, tentei fingir que não tinha sentido prazer naquela dedada e fomos para a cama, logo que deitamos, Suzi iniciou uma chupeta deliciosa, quando percebeu que eu já estava bem embalado, levantou uma de minhas pernas e enfiou a minha no meu cuzinho, foi como tomar um choque, gemi alto, ela parou e perguntou se eu queria que ala continuasse, não respondi, apenas levantei as duas pernas para o alto e arreganhei o rabo com as mãos, Suzi voltou a enfiar a língua e foi minha vez de me contorcer de prazer, ela malandramente se esgueirou para o meu lado e pincelou meu anel com sua estaca que proporcionando-me a vontade de ser penetrado, com o pau sendo esfregado na portinha do meu cuzinho, ela se esticou e mamou no meu mamilo esquerdo, não resisti, pedi para ela enfiar, ela respondeu que ainda não era hora e sentou no meu pau engolindo ele inteirinho, passando a quicar e rebolar, vi aquela linda piroca dura, grossa, comprida, cabeçuda balançando no ar, segurei com força e passei a masturba-la. Gozamos juntos, a expressão de prazer naquele rosto me deu muita satisfação. Levantamos e voltamos a ducha, eu tentava ser tão carinhoso com Suzi quanto ela estava sendo comigo. Dado o horário, fui para casa com o cu piscando e de pau duro.
Na segunda feira, meu dia de folga no serviço, cheguei na casa de Suzi logo depois do almoço, ela não estava, esperei por mais de uma hora, quando finalmente ela chegou com vários pacotes eu a ajudei com os volumes e entramos juntos no chuveiro, onde recebi várias daquelas dedadas maravilhosas.

Ao chegarmos no quarto Suzi me perguntou se eu queria tentar aguentar sua geba, em resposta eu a beijei, ela então me deitou na cama com a metade da bunda para fora, untou os dedos com gel, levantou minhas pernas fazendo meus calcanhares se aboiarem no colchão e enfiou primeiro um dedo indicador, perguntou se estava gostoso, balancei a cabeça afirmativamente ela voltou a colocar mais gel nos dedo e enfiou o dedo médio e o indicador que me deu um certo desconforto, ela pacientemente passageou meu canal anal e alisou minha próstata deixando-me com ereção máxima e enquanto eu me deliciava com a massagem ela tirou os dedos, levantou minhas pernas apoiando meus calcanhares em seus ombros e empurrou seu cilindro para dentro de mim, senti uma dor horrível, segurei o lençol com força, quando Suzi pediu para eu relaxar que a cabeça já tinha entrado. Pedi para ela esperar um pouco e rebolei de um lado para outro e tentei abrir o anel dolorosamente quando Suzi empurrou um pouco mais, sofri mas logo veio a recompensa, Suzi paradinha, fazia uma cara de tarada para mim, e eu pedi para ela gozar, com todo cuidado de quem está comendo eu cu que nunca tinha levado ferro, meu “macho” começou o movimento de vai e vem, mesmo sentindo dor em todo o canal anal, passei a sentir o prazer de estar empaladinho, uma delicia …quando Suzi borrifou seu esperma dentro de mim, gozei sem por a mão no pau. Passei a minha graduação toda como amante da Suzi. Hoje trabalho em um Pais Europeu onde tenho vários namorados.

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