Amiga da minha mulher

Casei com Sheila quando ela tinha dezessete aninhos e eu vinte e oito, ela já era um tesão de mulher, alta, magra na medida certa, peitos volumosos, sua bunda é um espetáculo a parte, gordinha empinada, sua dentição perfeita, olhos e cabelos castanhos claros e sorriso lindo. Na noite de núpcias, foi a primeira vez que a vi completamente nua, meu nervosismo foi tão grande que gozei assim que minha pica tocou naqueles lábios vaginais avantajados. Guerreiro, em poucos minutos já estava de pau duro novamente e consegui abri a fenda mais gostosa do mundo. Na praia eu achava o máximo os caras babarem ao vê-la caminhando, aquelas dobrinhas das nádegas duras fazendo-se e desfazendo-se conforme seus passos. Com dois anos de casado já tendo feito tudo que um casal podia fazer. Uma tarde ao pega-la na porta do prédio onde ela trabalhava, a beijei, senti em sua boca um hálito diferente, por instante, achei que era gosto de buceta, mas eu podia estar enganado.
Como em todos os sábados a tarde saí para ir jogar futebol na praia, ao passar por uma farmácia, vi pelo espelho, uma colega de trabalho dela, que era a segunda mais gostosa do escritório. Passei direto e me protegi atrás de um carrinho de pastel, quando vi Martha sair da farmácia e ir em direção a minha casa. Dei um tempinho e voltei. Dei a volta na casa e levantei o vaso onde escondemos a chave da porta da cozinha para qualquer eventualidade. Logo que entrei na cozinha, ouvi gemidos, era com certeza os gemidos de minha mulher e de outra, que só podia ser a Martha, sem fazer qualquer barulho cheguei a porta do quarto que estava escancarada e a cena que vi foi estarrecedora, minha mulher ajoelhada de costas para entrada, uma mão cada uma de suas nádegas abrindo-as exibindo aquele botão rosa e entre as suas pernas uma cabeça com cabelos carapinha, era a Martha, a Cabeça da minha mulher estava enterrada entre as pernas da mulata e gemendo como loucas naquele sessenta e nove maravilhoso. Entre decepcionado por descobrir daquela maneira que minha esposa estava se entregando para outra mulher e sentindo um tesão louco ouvindo aqueles gemidos desesperados de mulheres que estavam quase gozando, tirei o pau de dentro do calção e comecei a me masturbar e gozei junto com elas, devo ter emitido algum som, pois as duas pularam da cama e me olharam com expressão de terror. Dei as costas e fui lavar a caceta no chuveiro e acabei tomando um banho para esfriar a cabeça. Ao sair, minha mulher já estava vestindo sua bermuda e um top. Sentei no sofá da sala e ela com medo da minha reação perguntou:
– O que você vai fazer Arthur?
– Não sei, me explica;
– Você Melhor do que ninguém sabe o quanto eu te amo. Casei virgem e nunca tive outro na cama. Nem nunca pensei em te trair, mas a Martha é minha amiga desde que éramos bem novinhas e descobrimos o sexo juntas e depois que contei para ela como você é gostoso na cama, descrevendo para ela cada noite gostosa que tivemos, acabamos nos beijando e mantendo um relacionamento. Se você me perdoar, juro que nunca mais vou deixar ela tocar em um fio do meu cabelo.
Fiquei em silêncio o resto da tarde. A noite virei de lado e fingi estar dormindo, Sheila encostou o corpo na cabeceira da cama e as vezes soluçava baixinho. Bem tarde da noite, cansei de fingir e ele ainda estava na mesma posição, liguei o abajur e ela me abraçou dizendo:
-Por favor, me perdoe, juro que faço qualquer coisa, não me deixe.
Eu já tinha uma proposta na cabeça, já que aquela mulata tinha comido minha mulher, nada mais justo que eu a comesse também.
– Amanhã cedinho ligue para sua amiga, quero comer as duas juntas
– Jura que você vai fazer isso comigo? E se ela não aceitar?
– Te vira
Desliguei o abajur virei de lado e senti que Sheila saiu do quarto, dei um tempo, fui até a porta do quarto e na penumbra percebo que minha esposa estava ao celular cochichando, apurei o ouvido e pesquei o que ela estava falando
– Você vai gostar, vai ver que é tudo que tenho te falado. Vem bem cedinho que o pau dele fica mais duro.
Voltei para a cama eufórico e consegui dormir.
Quando acordo, lá estavam as duas de pé velando meu sono, dois mulherões de fechar o comercio, minha mulher branquinha e sua amiga mulata, eu com os trunfos todos na mão disse:
– Tirem a roupa para mim. Delícia. Agora quero ver aquele beijo de língua. Muito gostoso. Sheila, deita para sua amiga te chupar enquanto eu faço um anal gostoso com ela.
As duas se olharam em duvida, levantei e baixei a bermuda exibindo minha ereção, minha esposa deitou, abriu as pernas, e a mulata baixou a cabeça e começou o trabalho, levei algum tempo me deliciando com aquela imagem e vi aquelas duas nádegas grandes, lindas, abri e vi aquele cuzinho escuro brilhando e encostei a cabeça da pica, o rabinho piscou e eu empurrei com firmeza, a mulata apertou os dedos nas coxas da minha mulher que já mostrava a tesão que estava sentindo em suas expressões faciais. Senti que o rabinho da mulata era mais quente que o da minha mulher, enfiei até o talo e comecei o movimento minha mulher entrou em extasse, a mulata começa a gozar em seguida, apertando o cuzinho, não aguentei e gozei no fundo daquele rabão. Fui ao chuveiro e quando voltei as duas estavam trocando outro beijo e foram para o chuveiro juntas.
Quando as duas voltaram eu estava deitado com a pica apontando para o teto, a mulata com cara de tarada ajoelhou com meu quadril no meio dos joelhos e engoliu minha pica toda com a buceta. A mulata ofereceu os seios para minha esposa que enquanto mamava sentou na minha cara, a mulata não quicou como minha mulher costuma fazer, ficou fazendo círculos com o quadril e foi a primeira a gozar e quando minha esposa encheu minha boca com uma quantidade maior de liquido, indicando que estava gozando, enchi aquela buceta de porra.
Metemos o dia toda e aquele foi só o primeiro dia…

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