Barraca de praia

Sempre fui sapequinha, desde novinha peguei em muitos paus e meu prazer era mandar os garotos com as cuecas meladas para casa. Já no fim do ensino médio, aceitei uma carona de um professor com seus cinquenta anos, achando que poderia fazer o mesmo com ele, me dei mal, ele com a desculpa de que iria encurtar o caminho, pegou uma estradinha que é ladeada por vários campos de futebol de várzea, no meio do caminho ele parou e pela cara de tarado que fez, vi que não teria saída, pensei em fazer um anal, mas ao ver o tamanho do pau dele, sabendo como dar o cu doe, preferi perder a virgindade mesmo. O canalha meteu em mim várias vezes. Fui para casa jurando que nunca mais daria para ninguém, por muita sorte, não engravidei e toquei a vida sem pensar em sexo. Cursei uma faculdade em uma instituição renomada, ao final fiz um concurso público e escolhi para local de exercício, uma cidade litorânea bem no centro de uma região metropolitana. Assumi as funções e estava tocando a vida curtindo a cidade nova. Não tendo facilidade para fazer amizades, além de trabalhar e frequentar o ambiente da academia, meu prazer eram as longas corridas que eu fazia no calçadão da orla da praia. Em um fim de tarde, após correr por cerca de uma hora, resolvi tomar uma água com gás em uma barraca bem decorada e com bastante mesas ocupadas. Fiz meu pedido, fui servida e comecei a consumir olhando o pôr do sol, quando escuto uma vozinha gostosa a meu lado: Posso sentar aqui na sua mesa, todas as outras estão ocupadas. Sentada, olhei para cima e vi um belo sorriso enfeitando grandes olhos brilhantes. Minha interlocutora, usava um agasalho de educação física que não escondia suas belas curvas, olhou dentro dos meus olhos aguardando minha resposta. Acanhada fiz um gesto convidando-a a sentar. Ela bem desinibida, movimentou seus lábios sensuais e disse esticando a mão: Sou Sheila, figurinha carimbada por aqui. É a primeira vez que a vejo. Retribui aquele sorriso bonito dizendo: Sou a Martha, nova na cidade, estou aqui a menos de três meses e é a primeira vez que interrompo minha corrida para tomar uma agua. Ela com seu olhar cativante diz: Parou no lugar certo, a noite vai ter um showzinho de voz e violão. Fingi estar consultando mentalmente minha e agenda respondi: Acho que darei uma passadinha rápida mais tarde. Quando eu ia levantando, do nada ela me dá um selinho e diz: Vou te esperar. Voltei a correr impressionada com a atitude de minha nova amiga, cheguei em casa e depois de banho demorado, coloquei uma bermuda lycra bem apertadinha, uma camiseta cropped sem manga e como estava quente, não coloquei sutiã e nem calcinha, complementei com uma sandalinha de tirinha, uma maquiagem só em volta dos olhos, fiz um lanche, passei um brilho nos lábios e fui. Estacionei próximo da barraca e ouvi aquela voz deliciosa que saia da caixa de som. Era o voz da Sheila, ao vê-la cantando senti uma alegria inexplicável, com um sorriso sincero balancei a mão para ela que já tinha percebido minha chegada, ela usando um macacãozinho largo e uma camiseta por baixo, fez um gesto de beijo para mim. Sentei na mesma mesa que tinha sentado anteriormente e passei a curtir aquela música gostosa. No intervalo, minha amiga colocou o violão em um lugar próprio e veio a minha mesa segurando minha mão, me deu novo selinho, sentando em seguida, sem soltar a minha mãe diz: Nossa, estava ansiosa aguardando você voltar. Senti que meus olhos brilharam e ela beijou as costas da minha mão, encostando a ponta da língua nela. Nunca imaginei que um beijo na mão pudesse fazer uma buceta piscar, mas fez e ficamos nos olhando por alguns tempo, até que a dona da barraca se aproximou e disse: As meninas daquela mesa, querem te conhecer. Ela olha para a madura e fala: Eu vou lá, mas não deixa nenhuma das meninas incomodar a Martha. Levanta-se, inclina o corpo, me dá um beijo no rosto e se afasta. A dona da barraca com ar de surpresa observa Sheila andando entre as mesas e diz: Nunca vi essa menina se preocupar com a concorrência. Achando o comentário interessante, olhei em volta e percebi que quase a totalidade das pessoas presentes eram mulheres e a maioria comportando-se como casal, logo imaginei que Sheila estava achando que eu era lésbica, mas ela tinha sido tão simpática e o ambiente tão gostoso que resolvi ficar. Logo que assumiu o microfone, Sheila anuncia que por força do alvará e por ser dia de semana, aquela seria a última seleção. Pontualmente as vinte e duas horas, Sheila parou de cantar, desligou o equipamento e veio até minha mesa e com aquele jeitinho cativante me convida para andarmos na areia da praia. Aceitei e caminhamos de mãos dadas, quando saímos da parte iluminada, percebi o vulto de vários casais de mulheres se beijando e Sheila para de andar e puxa minha mão fazendo meu corpo grudar no dela e imediatamente me abraça e me dá um excitante beijo na boca, ao qual correspondi. Ao receber sua língua em minha boca a chupei com um prazer enorme, que só não foi maior de quando ela chupou a minha língua que eu enfiei em sua boca ao mesmo tempo que alisava minha rachinha, que eu estava a tanto tempo sem usar, completamente molhada. Fazendo aquele carinho incrível em baixo, Sheila colocou sua boca em meu pescoço e eu gemi, ela aumentou a pressão no meu grelo e eu a agarrei forte quando ouvi: “Quer ir para outro lugar?”. Desesperada respondi: hum, hum . Caminhamos para a área iluminada e atravessamos a avenida entrando em um prédio. No elevador, Sheila me abraçou e enquanto me beijava, alisou minhas nádegas e fez discreta pressão exatamente no meu anel virgem, quase desmaiei de tesão . Percorremos o corredor do andar com nossas bocas grudadas com Sheila alisando meus seios por cima da blusa. Ao abrirmos a porta, a dono do barraca da praia estava lá, e surpresa fala: Filha ! Minha devoradora responde: Depois agente conversa mãe. Assim que entramos no quarto, já com porta fechada, Sheila ajoelha e enfia a língua no meu umbigo, sem perder tempo, ela baixa minha bermuda e abocanha minha buceta levando-me instantaneamente a um orgasmo profundo ao final do qual, sem forças, deixei meu corpo cair na cama, minha comedora, arranca minha camiseta e passa a mamar nos meus seios, enquanto alisava minhas coxas, deixando-me novamente em estado de excitação, ela se livra da calcinha, única coisa que estava usando a aquela altura e eu vejo seu grande grelo armado. Ela conclui o movimento entrelaçando nossas pernas e começa a esfregar aquela buceta greluda em minha racha, logo, aprendi o ritmo, sentindo aquele grelo ser esfregado nos meus lábios vaginais, fui a loucura e gozamos muito com direito a gemidos, gritinhos e trocas de elogios, tudo sendo ouvido com certeza pela mulher que veio a ser minha sogra.

O que você achou desse conto erótico?

Clique nas estrelas

Média da classificação 5 / 5. Número de votos: 1

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este conto.