Preparação mental para ser corno

Casei-me com Alexandra quando ela tinha vinte e dois anos e eu vinte oito, depois de dois anos entre namoro e noivado. Antes do casamento todas as noites que chegava em casa, tinha que bater punheta pois ela nem dava uma pegadinha, quando muito, deixava eu dar uma roçadinha em sua magnifica bunda, mas por cima das roupas. Na lua de mel a deflorei e meti muito em sua volumosa buceta. Já com uns três meses de casado, certo de que eu era o único homem que já tinha gozado naquele corpinho, Alessandra começa a esfregar o bundão na minha caceta, na hora levantei o lençol e vi que ela estava só com a parte de cima do baby dool arranquei a calça do meu pijama e passei o cacete em seu reguinho, ela toda arrepiada passou a dar uma tremidinhas como se estivesse com febre, segurando minha pica e esfregou bem no cuzinho e passou a tremer mais ainda, deixando-me mais excitado quando falou: Como aí, por favor… Achando ser meu dia de sorte, a coloquei de joelhos, e para encontrar a direção certa do canal, enfiei o dedo no buraquinho que eu nunca tinha tocado e ela se contorceu, naquele instante vi sua buceta pingando no lençol. Louco de tesão, sabendo que ela tinha uma buceta apertadinha imaginei que teria dificuldade para penetrar seu cu. Direcionei o pau e fiz pressão, meu pau foi entrando e eu tive que me controlar para não gozar logo, ela por sua vez, rebolava, jogava a bunda contra o meu corpo e passou a gozar forte e começou a gritar: Que delícia, que gostoso, mete com mais força Ra… Não aguentei e gozei, só um problema, meu nome é Paulo e ela falou Ra e assim que falou interrompeu o gozo. Fui para o chuveiro tentando me convencer de que ela não ia falar Raul, seu namorado com quem ela tinha rompido certa de um ano antes de iniciarmos nosso namoro. Voltei para o quarto encontrando-a ainda pálida. Deitei de costas para ele e disse: Fala… Ela apoiou-se em mim e disse: Desculpa… Adquirindo certeza, já fiquei mais puto e falei: Estou ouvindo … Ela chorando responde: Desculpa meu amor, eu fui fraca… Achando que tinha me tornado corno falei com voz controlada: Explica… Alessandra teve um ataque de choro e eu olhei para ela, certamente com cara de quem queria mata-la e ela achou por bem falar. Sabe meu amor, eu tive um namoro de mais de dois anos antes de conhecer você, eu era muito nova, não era quem eu sou hoje. Alessandra deu uma pausa demorada e eu falei já com a voz alterada: Continua porra. Ela assustada engoliu o choro e recomeçou: Em uma tarde de sábado ele me levou para casa dele e não tinha ninguém lá… Me abraçou, me beijou e começou a passar a mão embaixo de mim, em um instante de fraqueza ele me deitou no tapete da sala da casa da mãe dele, levantou minha saia e começou a chupar minha buceta.
Ao ouvir aquela introdução eu já estava pronto para dar um murro na cara dela, mas me controlei e ela continuou: Ele enfiou a língua lá dentro me fazendo querer sexo, e falei para ele que minha virgindade era para o meu marido, ele me virou de costas e enfiou a língua no meu rabinho levando-me a uma sensação que eu nunca tinha tido e ele se aproveitou da minha fraqueza, dobrou meu corpo no assento do sofá ainda com o joelho no chão, só tive tempo de colocar a mão na minha racha para ele não me deflorar e ele enfiou atrás de mim.
Senti que ela ainda e tinha coisa para falar e grui: E
Ela então confessou, a partir daquele dia, passamos a ter relações anais até o dia que exigi casamento, como não rolou, não quis mais saber dele, só que ontem ele me ligou e tudo aquilo voltou.
Me vesti e saí andando pela rua sem destino, depois de andar por mais de uma hora, dei de cara com um travesti que ainda estava trabalhando e ele me convidou para um programa, não era o que eu precisava e começamos a conversar, meia hora depois estávamos sentados no meio fio e ele nem olhava mais para os fregueses que buzinavam ou davam sinal de farol, até que ele falou: Fecha os olhos, agora imagina sua mulher rebolando na pica do seu rival. Fiquei puto e falei: Porra eu não sou corno. O travesti falou: Calma, vamos tentar de novo, esquece a raiva, sua mulher encontrou uma pica e aprendeu a gozar pelo cu, que é a maior delícia do mundo o único problema é que era a piroca de outro, ela guardou boas lembranças e com certeza adoraria dar para ele com seu consentimento. Agora vamos tentar de novo, fecha os olhos e lembra de como foi gostoso foder ela excitada como estava essa noite. Isso lembra dela rebolando na rola, agora imagina você assistindo sua mulherzinha gozando… Olha como seu pau está duro, que delícia. Levantei enfiei a mão no bolso e sem contar quanto tinha, coloquei tudo na mão do travesti e tomei o menor caminho para casa, chegando lá já com a luz do dia. Alexandra estava sentada na cozinha com cara de quem tinha chorado a noite toda. Ela levantou e perguntou: Você vai me bater e depois me expulsar da casa? Eu a abracei forte e beijei seus lábios sabor de lágrimas e disse: Não, mas me deixa pensar com calma, agora vou tomar um banho, vou trabalhar e a noite conversaremos com calma.
Passei o dia todo fazendo o exercício que o travesti me ensinou e cada vez que eu via minha mulher gozando com aquele vulto atrás dela, eu ficava mais tesudo.
A noite cheguei em casa ela já estava de bainho tomado, perfumadinha com carinha de santa, joguei uma agua no corpo e a encontrei na cama. Deitei nuzão com o pau em riste e falei para ela, agora engole minha pica com o seu cuzinho. Ela com cara de espanto e sem entender nada, se colocou de cócoras e foi fazendo minha piroca sumir dentro do seu cuzinho, assim que começou a quicar enquanto eu apertava com uma mão seus seios, com os dedos da outra mão e brinca com o grelão dela, até que ela gozou forte e caiu no meio peito ainda tremendo, fazendo-me gozar, ainda com forças para falar enquanto gozava falei: Eu quero ver ele te comendo. Ela ainda com a rola enfiada no cu olha seria dentro dos meus olhos e pergunta: Quem? O Raul! Você ficou louco?
Não Alessandra, esse é o único meio para eu encontrar nosso equilíbrio novamente. Pensa, se decidir, liga para ele, aproveite que amanhã é sábado e convide-o para vir aqui a tarde ou a noite e avise que eu estarei presente.
Naquela noite, percebi que Alessandra rolou a noite toda na cama e de manhã, sai para correr, deixando-a dormindo.
Cheguei na hora do almoço, ela nervosa pergunta: Você tem certeza? Ele ficou de estar aqui às dezesseis horas. E se ele não fizer nada na tua frente? Olhei sério para ela e falei: Ele sabe o quanto você é gostosa, dá teu jeito.
Tentando manter-me tranquilo ouvi o interfone tocar, estava deitado no sofá só de bermuda, Alessandra passou por mim com um vestidinho que eu nunca tinha visto, pensei: A putinha deve ter comprado um vestido igual ao que usava quando teve o cu arrombado.
Sentei-me em uma poltrona e vi o comedor cumprimentar minha esposa com três beijinho e avaliei que ele não parecia ter nada mais que eu.
Fomos apresentado e quando ele foi sentar na outra poltrona eu falei: Não, não, sente-se no sofá, ao lado da Alessandra.
Achei que ela fosse chorar naquela hora, levantei e fingi ir ao banheiro, aproveitando um espelho no corredor, passei a observar os dois, ele ouvindo com atenção o que ela dizia parecendo não acreditar, quando voltei na sala, os dois já estavam de mãos dadas, na hora massageei meu pau e a ansiedade tomou conta de mim, não segurei e falei: Beija ela para matar as saudades e os vi se beijarem carinhosamente e o efeito inesperado, meu pau foi levantando dentro da bermuda e os dois passaram a beijar com volúpia, ela olhou para minha cara provavelmente para conferir se eu não tinha mudado de ideia e eu peguei o cilindro ainda dentro da bermuda e mostrei para ela, vi que naquele instante ela tomou a decisão, levantou e quando ia puxar seu arrombador eu falei: Não, com o corpo dobrado no sofá.
Ela me obedeceu imediatamente, ajoelhou e dobrou o corpo no assento do sofá, levantando a parte de trás da sai, quando vi que a safada não estava usando calcinha.
Ele abriu às nádegas da minha mulherzinha e com movimentos de quadril fez sua pica alisar o cuzinho dela que estremeceu o corpo, virando o rosto para trás fala: Vai me fode.
O macho não perdeu tempo e empurrou, minha esposa tremendo de tesão pegou uma almofada e passou a morder a peça. Não aquentei e gozei massageando o pau dentro da bermuda. Tirei a roupa e limpei o pau e a mão com ela e continuei me masturbando, não deve ter dado cinco minutos e vi o mais belo gozo da minha mulher que produzia um som gutural maravilhoso e meu rival a galou logo em seguida. Ela olhou para mim e sorriu, ao perceber que o seu empalador iniciava novamente os movimentos, sem tirar de dentro, virou o corpo ficando de joelhos, fez sinal para eu me aproximar, sentei no chão e ela abocanhou minha pica e enquanto ela me fodia com a boca, mexia o quadril em um balé fantástico, ela gozou rebolando desesperadamente e eu enchi sua boca de porra, mesmo depois de ter gozado, continuou se mexendo como uma louca e quando o cara esporrou em seu cuzinho pela segunda vez, ela gozou de novo.
Naquela noite, combinamos que sempre que ela quisesse meter com alguém, era só me avisar para eu estar presente.

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