Ficou barato – terceira parte

Acho que essa será a última parte, sei que muitos leitores estão com inveja, alguns podem não acreditar, na minha sorte, mas todo o relato é verdadeiro.
Após saciar meu desejo de comer o cuzinho da minha sobrinha, com a conivência da minha esposa, as ouvi contarem boa parte das conversas que tiveram e os planos para me seduzir assim que Suzi fizesse dezoito anos. Quando intrigado perguntei: E com vocês duas, o que rolou. Sheila com aquele ar de sacana responde: Muitos planos, mas nos seguramos para realiza-los junto com você. Foi sem dúvida a melhor resposta que eu podia ouvir e cheio de tesão falei: Então chegou a hora de vocês realizarem o que reprimiram até agora. As duas se olharam, alisaram-se, abraçaram-se e beijaram-se ali na minha frente proporcionando-me uma das mais belas cenas que vi até hoje, apostando que minha mulher estava chupando a língua sobrinha, peguei o controle das câmeras e filmei aquele beijo maravilhoso. As duas que até então estavam de joelhos na cama, deixaram os corpos caírem de lado na cama e passaram a masturbar-se mutuamente e gozaram muito, sob meu olhar de admiração e desejo.
Na manhã seguinte, acordei com Sheila chupando o meu pau, a seu lado Suzi prestando atenção em cada movimento da tia que ao ver meu pau duro, ajoelhou com a caceta apontado para sua buceta, soltou o corpo e ao sentir meu pau no fundo do seu canal vaginal passou a quicar, fiz sinal para Suzi que começava a esfregar o grelo e ela sentou na minha cara. Enquanto chupava aquela bucetinha virgem, sentia a buceta da minha mulher mastigar meu pau, me controlei e esperei as duas começarem a gozar e só então gozei. Fomos à praia e desfilei de mãos dadas com as duas, vendo os caras babarem ao ver aquelas duas mulheres beijando-me durante toda caminhada. Voltamos ao apartamento e naquela tarde apenas trocamos carinho completamente nus, até que Suzi encostou seu belo rabo na minha virilha claramente pedindo rola. A deitei de barriga para beijo, abri suas nádegas com as duas mãos e penetrei aquele cuzinho com minha língua, os gritinhos de Suzi acenderam minha mulher que deitou na frente dela, com o quadril bem próximo da cara da jovem, levantando as duas pernas para cima, Sheila recebeu no cuzinho a segunda língua naquele lugar tão sensível e seu corpo passou a tremer, vendo a situação que tinha se estabelecido, levei um de meus dedos médios e passei a massagear o grelo durinho de minha sobrinha, quando comecei a ouvir o som molhado da masturbação de Sheila. Logo em seguida as duas gozaram. Ao tentar posicionar Suzi para comer seu cuzinho novamente ela fala: Eu adorei o anal, faremos novamente quando você quiser, mas agora é hora de você me fazer mulher.
As palavras de Suzi surpreenderam minha mulher também, parecendo-me que aquilo estava além do combinado por elas, Sheila perguntou: Você se preveniu? Suzi beijando levemente os lábios de minha mulher responde: Eu sabia que não ia resistir a esse pau gostoso e calculando que nossa primeira cama seria nesse feriado prolongado, estou tomando anticoncepcional a três meses. Deitei a donzela com as costas na cama, levantei e travei suas pernas com meus braços, aproximando minha caceta daquela grutinha, empurrei, sentindo meu pau arrebentar o segundo cabaço da minha vida, passei a bombar devagarinho soltando as pernas de Suzi que já de primeira saboreava meu cacete, Sheila esticou-se a nosso lado, jogando uma de suas pernas sobre as minhas esfregando sua buceta na minha coxa, enfiou a cabeça entre nossos corpos e passou a mamar na recém deflorada. Foi sensacional o primeiro gozo vaginal da danadinha e arrastou eu e sua tia aos domínios do prazer.
Ainda naquele feriadão comi mais uma vez aquele cuzinho delicioso e desde então, Suzi passou a morar conosco com a jura mútua de que essa aliança tripla se perpetuará enquanto formos vivos.

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