Meu apartamento virou motel

Em um fim de semana que nada estava dando certo, divorciada a mais de um ano, tendo tentado dois namorados, com um dos quais acabei em um motel, só para me sentir mais frustrada, o que me levou a tentar a cama com uma lésbica, com resultado igual ao obtido com os dois homens que tinha conhecido na cama. Resolvi relaxar na piscina do prédio, achando que por já passar das vinte horas, não teria ninguém, coloquei um biquininho, coloquei na bolsa cinco miniatura de garrafas de uísque e desci. Assim que cheguei, percebi que todos os condôminos tinham tido a mesma ideia, deitei em uma espreguiçadeira ao lado de um casalzinho jovem. Não pude deixar de notar o cajado duro que estava quase arrebentando a sunga do rapaz de porte atlético e simpático. Ofereci uma garrafinha para cada um e ela perguntou: Você mora no prédio? Balancei a cabeça afirmativamente e ela na maior cara de pau fala: Minha família é grande, a dele nem se fala, alugamos um apartamento aqui para o fim de semana, tem gente que vai dormir até no chão, nós estamos casados a seis meses, já viu né… não podemos fazer nada lá e aqui está mais difícil ainda. O rapaz deu um sorriso triste. Eu nunca consego segurar o que penso e falei: Querem subir para o meu apartamento? Os dois responderam ao mesmo tempo: Queremos. No elevador eles sorriam e comunicavam-se por olhar, deixando claro a excitação dos dois. Mal fechei a porta e o safadinho já grudou a boca no pescoço dela. Sabendo que eles estavam loucos para meter, para ser gentil perguntei: Querem beber alguma coisa? A menina mais do que depressa pergunta: Você tem champanhe? Fui à condicionadora de bebidas e voltei com uma garrafa, bem a tempo de assistir um beijo em que ela estava com uma mão no cacete dele e ele com uma mão na bunda dela. Tanto a saída de banho dela quanto a camisa dele já estavam jogadas sobre o sofá, então pude avaliar o tamanho da coisa que a menina ia receber e os belos seios da dela. O rapaz pega a garrafa e balança antes de abrir enquanto eu e ela segurávamos as taças. Ao estourar, o jato da garrafa molha os dois seios da bela moça, enchemos as taças, mas o varão resolve lamber os seios da bela fêmea para beber a champanhe que ali ainda borbulhava, e diz: Muito melhor que na taça, quer experimentar? A menina com expressão de sedutora, coloca a mão na minha nuca e puxa minha cabeça contra seu corpo e eu passo a língua naquele peitinho durinho cheio de juventude e tenho uma descarga de hormônio e sinto meu grelo endurecer, olho dentro daquele olhos castanhos claros sedutores no exato instante que o macho abre minha saída de banho e derrama champanhe em meus seios, ela se inclina e lambe, afastando o sutiã do biquini e abocanha meu seio esquerdo e mama em mim levando-me a um estado de torpor maravilhoso, senti meus olhos virarem dentro da orbita e a língua do danadinho invadir minha boca, minhas pernas tremeram e deitamos os três no tapete da sala, a menina substitui o rapaz e o beijo torna-se mais gostoso ainda quando ela solta meu sutiã em alisa meus seios com os seus, eu não conseguia falar nada, não conseguia pensar em nada, só chupava aquela língua deliciosa e gemia, nem senti quando um dos dois puxou o meu biquini, só senti meu grelão duro sendo mordiscado pelo rapaz e em seguida minha caverna ensopada invadida pela língua dele. Tive uma verdadeira convulsão orgástica tão forte que os dois até pararam, quando recobrei o controle ela fala no meu ouvido: Estar com uma mulher, é algo que fantasiamos desde fomos ao primeiro hotel, ainda como namorados e assistimos um filme com um trio. Nos beijamos e abraçadas fomos para o quarto, sentei na cama e vi a bela jovem ajoelhar na cama, colocar os dois braços retos para frente e esticar o corpo, mostrando com seu quadril e tórax o desenho de um violão, maravilhada, vi aquela jeba enorme procurar o cuzinho da mulher e completamente dominada pela luxuria, coloquei uma mão em cada uma daquelas nádegas volumosas e as abri, vendo o cuzinho rosa, biscando pedindo por rola. Meu tesão foi ao extremo quando a cabeça desapareceu no mesmo instante que ela produziu um som encantador indicando que tinha aceito aquela cabeçorra com prazer. Soltei as nádegas e me arrastei na cama, puxando a cabeça da menina/mulher contra a minha buceta, dei um gritinho ao sentir sua boca na minha buceta, sentindo sua língua ir do inicio de meu rasgo até meu grelo, conforme os trancos que o namorado dava na bunda dela, gozei junto com o macho vendo aquela quadril rebolar enquanto recebia leite de macho. Ainda tesuda, fiz o que não tive coragem de fazer quando tive a experiencia com a lésbica, entrei embaixo da novinha e chupei sua buceta com muita vontade, levando-a a um orgasmo profundo. Fomos os três para a ducha, e nos acariciamos muito, notando que ela não tinha ciúmes quando eu beijava aquele belo macho, me ajoelhei e engoli com a boca boa parte daquele cacete, percebendo que estava bem duro, deitei no chão do banheiro e arreganhei as pernas, recebendo na buceta aquela delícia e gozei muito sentindo as cabeçadas onde nunca tinha sentindo, lá no fundo. Antes dele gozar, nós duas saboreamos aquele sorvetão juntas. Exausta e completamente relaxada, os convidei a aparecerem quando quisessem outro sexo a três.

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