Unidas pela luxúria – segunda parte

Sou a Alessandra e continuarei o relato da minha vida sexual intimamente ligada à vida sexual de Sheila, minha inseparável amiga.
Depois da prisão de nossos namorados que tinham se tornado nossos amigos de cama, nossas colegas da república estudantil, nos convidaram a nos mudarmos, pois não queriam envolvimentos que comprometessem suas carreira, pura hipocrisia, pois sabíamos que todas tinham esquema nos fins de semana para segurar as despesas, isso acontecendo exatamente quando iniciávamos o internato médico, ficamos sem chão. Com a grana curta conseguimos iniciar nossa residência em um grande hospital juntas. Nosso orientador, um Professor Doutor muito respeitado era um homem exigente nunca levando a conversa para o campo pessoal, não sabíamos se ele tinha conhecimento do nosso envolvimento com os dois que tinham sido presos e que por mais de dois anos tinham bancado nossas vidas de orgia e ostentação. Após um plantão de sexta para sábado, paramos em uma padaria em frente ao hospital para tomarmos o café da manhã, quando fomos abordados por um casal que se diziam advogados de nossos amigos e nos convidaram para visita-los em uma penitenciária de uma cidade a quatro horas da Capital. Concordamos, passamos ainda na república, tomamos banho e nos trocamos, embarcamos no automóvel deles e dormimos a viagem inteira no banco de trás do carro. Chegando lá, nos emocionamos ao vê-los, nos abraçamos e depois de uma breve conversa entre eles e os advogados, fomos separados dos demais presos e visitantes, acredito que tenha rolado uma graninha, pois fomos os seis encaminhados para a sala dos advogados e ali na frente do casal de advogados, metemos como loucos, usando cada móvel daqueles como cama, como já era praxe entre nós quatro, nos intervalos, eu e minha parceira dávamos um show erótico aos dois . Depois da primeira rodada de foda, trocamos os pares e partimos para segunda, quando vi a advogada sentada no colo com as pernas abertas sobre uma frágil cadeira, não pude deixar de notar que ambos usavam alianças, só que diferentes. Nos despedimos quando Paulinho falou no meu ouvido que os advogados nos entregariam algo. No caminho de volta, enquanto a advogada diria, o advogado abre uma mala e tira de lá dois maços de dinheiro e dizendo que era presente de nossos namorados pela visita e que esperavam que essas visitas fossem pelo menos quinzenais. Na manhã de domingo, comparamos o jornal cedinho e começamos a ligar para os anúncios de apartamentos para alugar, encontramos um dois quartos lindo, já mobiliado, parecia que estava nos esperando, com o dinheiro que tínhamos recebido, pagamos os três meses de aluguel, compramos mantimentos e mais algumas besteirinhas e naquela semana mesmo nos mudamos. Na primeira noite morando sozinhas, entramos juntas no chuveiro, nos excitamos muito e ao estrearmos a cama do meu quarto, nos chupamos em um fantástico sessenta em nove, o primeiro sem plateia e gozamos muito e acabamos dormindo juntas. Na segunda noite, Sheila me disse ter uma surpresa para mim e depois do banho, me levou pela mão à cama de seu quarto e me apresentou a azulão, um caralho de silicone com duas cabeças, bem comprido e nos colocamos na posição bunda com bunda e engolimos com nossas bucetas aquelas delícias. Passamos a fazer sexo todos os dias. No meio da segunda semana a advogada Martha, estava nos esperando na porta da faculdade, para saber se íamos visitar nossos “patrocinadores” no sábado e nos convidou para um happy hour, fomos a um barzinho aconchegante, tipo bar inglês, ali ela nos confessou que nunca tinha traído seu marido por quem era apaixonada, assim como seu ex-sócio também era fiel a esposa. Já tinha assistido outras fodas naquela sala dos advogados de clientes que tinham como pagar o pedágio, mas ao nos ver em ação perdeu a cabeça e acabou fazendo sexo com um homem pelo qual nunca teve qualquer atração, tanto que naquela semana mesmo, dissolveram a sociedade, mas que nossos patrocinadores continuavam como seus clientes. Sheila mais sacana que eu perguntou na cara dura: Você acha que somos mais gostosas que as mulheres dos seus outros cliente? Andrea com convicção falou: Como disse, vi muitas fodas, patrocino muitos caras influente, vi até putas dando o cu para eles, que é meu ponto fraco, meu marido quando quer me ver louca, faz anal comigo, mas a cena de vocês duas imprensando uma o peito da outra, não me sai da cabeça.
Já com o diabinho na cabeça depois da abertura que minha amiga deu perguntei se ela não queria tomar o próximo drink em nosso apartamento. Não foi preciso falar novamente. Ela levantou pagou a conta e embarcamos em seu carro.
Assim que entramos, já fomos nos despindo e Sheila embaixo do chuveiro fala: Alessandra, vamos comer essa tesuda juntas.
Entrei embaixo da ducha puxando pela mão nossa fêmea a colocamos em nosso meio, grudei minha boca em um dado de seu pescoço, forcando minha buceta contra suas nádegas, com uma mão em seu quadril e outro alisando aquele bunda linda, Sheila chupava seu outro lado do pescoço e esfregava sua buceta na perna da carente enquanto a masturbava, a carente se contorcia e gemia alto, com medo que os vizinhos ouvissem, saímos do banheiro e após enxugarmos o excesso de agua em nossos corpos, fizemos a delirante ajoelhar bem perto da cabeceira, Sheila coloca um travesseiro sobre a cabeça e abocanhou aquela buceta louca para gozar. Vi a cara de desespero da vagaba e atraída por suas grande nádegas, as abro e enfio minha língua naquele anel piscante, a advogada entra em uma convulsão orgástica maravilhosa e cai de lado ainda tremendo. Eu e minha parceira nos beijando uma com sabor de buceta e outra com sabor de cu. Propositalmente fizemos o que fazíamos naturalmente sem perceber, amassamos nossos seios ainda ajoelhadas e vimos nossa convidada iniciar uma masturbação, nos deitamos e estabelecemos um triangulo, onde cada buceta ganhou uma língua e gozamos todas juntas. Novamente embaixo do chuveiro Martha empolgada diz: Faz muito tempo que tenho vontade de ir para cama com uma mulher, assim que as conheci me senti atraída pelas duas e quando as vi fodendo tive certeza que acabaria realizando minha fantasia de participar de uma putaria com vocês.
Rimos e nos beijamos. No sábado, viajamos para fazer nossa visita e enquanto eu tomava a primeira rola na buceta deitada de barriga para cima em uma mesa, vi Martha apertando sua buceta por cima de sua calça social e já no finalzinho depois de trocar de parceiro e tomava mais rola ajoelhada no chão, enquanto beijava Sheila, nossa casadinha Martha, que continuava se esfregando sentada em uma cadeira no canto da sala, fez cara de quem estava gozando. No caminho de volta, enquanto Sheila dirigia, pulei para o banco de trás e fiz com Martha uma bela tesourinha que nos levou a loucura.
Durante a semana, Martha foi a nosso apartamento e nos entregou os documentos de uma firma de serviços de assistência médica aberta em nossos nomes e nos entregou as chaves de um automóvel do ano no nome da firma, dizendo que era presente dos amigos de nossos patrocinadores, todos seus clientes.
Para comemorar, estreamos nossas cintas com pênis de silicone acoplados:
Mandamos Martha deitar em uma de nossas camas nuazinha e aparecemos usando só nossas cintas, nos beijando com nossas cacetas uma no meio da perna da outra, eu vi quando aquela buceta gulosa golfou liquido vaginal em nosso lençol, e nos aproximamos dela por lados diferentes da cama, e cada uma chupou um de seus seios e as duas alisávamos suavemente seu corpo, ela tremia e choramingava, cheia de tesão. Sheila deitou e puxou o corpo da tesuda colocando um joelho da advogada em cada lado do seu corpo e fez a buceta de Martha engolir sua rola de silicone, em seguida deu ritmo com as mãos na cintura de Martha fazendo-a quicar, quando as duas já estavam embaladas, sentei no vão das pernas de Sheila e joguei minhas pernas sobre as pernas da Martha, colocando minha pica na portinha de seu cuzinho e puxei, ela deu um gritinho de prazer, rebolou e logo achou o movimento certo para usufruir das duas picas dentro dela. Em um transe muito tesudo, tentou dizer que aquela era sua primeira dupla penetração, mas não conseguiu terminar a frase gemendo longamente e com espasmos por todo o corpo teve um profundo orgasmo.
Por meses, eu e Sheila fizemos aquelas viagens só nós duas, quando passamos a foder em selas de visitas intimas.

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