Unidas pela luxúria

Vou começar contextualizando para que o leitor entenda como tudo aconteceu. No final dos anos noventa, o mundo passava por muitas transformações em especial no aspecto digital. Quando terminei o primeiro ano de Ciências médicas, consegui uma vaga em uma República Estudantil bem próxima do Campus, bem como minha colega de curso a Sheila, não tínhamos muita intimidades até então, pois nossa turma ainda era grande, passando a morar no mesmo quarto, acabamos estreitando nossa amizade. No meio daquele ano, quando eu estava entrando em um cebo, para procurar livros de minha área mais baratos, ouço uma voz feminina me chamando de dentro de um automóvel do ano. “Alessandra, Le, aqui…”. Logo identifiquei a mão de Sheila balançando. Assim que me aproximei ela fala para os dois rapazes: Essa é minha amiga Alessandra, esses são Paulinho e Carlinhos, ambos cursam Engenharia da Computação. Depois dos tradicionais beijinhos no rosto fui convidada a almoçar com o grupo, fiz cara de dúvida, quando Paulinho com aquela cara de nerd comum aos dois falou: Não se preocupe, nós pagamos. Fomos a um restaurante caro, mesmo magra, assim como Sheila, não tive dó, comi como se não tivesse amanhã. Naquela tarde passeamos pela Cidade naquele belo caro, evitando a todo instante as mãos bobas. Os passeios tornaram-se rotina, os dois gastavam conosco como se fossem milionários, presentes caros e em poucas semanas formamos uma biblioteca que muitos médicos com vários anos de formados não conseguiam ter e dentro daquele automóvel os amassos tornaram-se constantes e evoluíram na mesma proporção, até que em fim de semana depois de um elegante jantar em que vestíamos roupas dadas por eles, acabamos uma ao lado da outra, chupando as rolas de nossos respectivos namorados, daí a sermos masturbadas e masturba-los, uma no banco de trás e outra no banco da frente do automóvel foi um passo. Estávamos loucas para partirmos para o defloramento quando os dois conseguiram nos arrastar para um motel maravilhoso, em uma Cidade próxima da capital. Os dois safados, tinham reservado a suíte swing, uma maravilhosa suíte ampla cheia de recursos de iluminação, espelhos, três camas king, sendo uma com colchão de água, sem lençol ao lado da banheira e da piscina tudo formando um clima muito sensual. Entramos os dois casais agarradinhos e juntos acabamos os quatro nos desfazendo das roupas juntos, quatro corpos jovens e bonitos com muita vontade de fazer sexo. Fui deitada por Paulinho ao lado da Sheila, logo ele estava com sua vara entre minhas pernas procurando invadir minha bucetinha virgem e Carlinhos fazia o mesmo Sheila e fomos defloradas as duas de mãos dadas em uma inteiração carnal e espiritual, enquanto sentia a primeira penetração, apertava a mão de minha amiga e ela apertava a minha, os dois gozaram juntos, enchendo as camisinhas dentro de nós. A tesão foi tão grande que eu e Sheila trocamos nosso primeiro beijo lésbico na frente dos dois que maravilharam-se com nossa cena espontânea, puxei o Paulinho e ele me penetrou novamente, Carlinhos logo estava dentro da minha amiga que iniciou seu primeiro gozo como deflorada antes de mim, embalada por seus gemidos sensuais, gozei profundamente. A cumplicidade entre nós quatro era tal que entramos na banheira gigante nus como se estivéssemos em um campo de nudismo, rimos, bebemos e naquela noite mágica, deitamos os quatro de ladinho, eu e minha irmã de alma, tivemos nossas penas levantadas e com os seios unidos, tivemos nossas grutas invadidas por aquelas cobras insaciáveis, gozamos juntas nos beijando. Na semana que se seguiu, era semana de provas, e a forma que encontramos para nos concentrar era tocar beijinhos as escondidas das demais residentes da república e naquela sexta feira a noite, fomos ao hotel mais exclusivo da cidade e os rapazes alugaram os aposentos presidenciais, um conjunto de dois quartos enormes, ante sala e sala, tudo luxuosamente decorado, não precisava tanto, pois a primeira foda foi no sofá da sala principal, com as fêmeas ajoelhadas e segurando o encosto e os machos em pé atras, mas com penetração vaginal. As duas outras foi uma em cada cama das instalações. Nossa terceira aventura a quatro foi em outro belo motel, em que alugamos duas suítes, mas usamos apenas uma delas, e foi aí que a coisa degringolou, tínhamos saído direto de uma aula de anatomia ainda com o cheiro de formol impregnado em nossas narinas e assim que entramos, corremos para o chuveiro, já tomando uma ducha revigorante, os dois entraram no box junto conosco. Peguei o pau do meu namorado Paulinho e abocanhei gostoso, o mesmo fazendo Sheila com Carlinhos e com os dois gemendo, e dominada pela consciência de que o importante não eram os patrocinadores daquela vida que estávamos levando e sim nós duas, tirei a rola da boca e ofereci para minha amiga, ela parou de chupar a pica do seu namorado e ofereceu para mim, sem uma só palavra, passamos a chupar os caralhos trocados e por consequência, em um acordo tácito, fomos levadas para cama ainda molhadas e trepamos com os namorados trocados, em alucinante foda em que não perdemos os olhares tarados uma da outra nem por um segundo. A partir daquele dia, ninguém era mais de ninguém, éramos quatro amigos que dividíamos a cama. Em uma tarde de sábado, diferente dos outros dias, ao entrarmos na suíte de um motel, eu e Sheila, nos ajoelhamos no centro da cama nuazinhas, sob o olhar dos dois nerds nos beijamos, nos masturbamos mutuamente e partimos para um sessenta e nove lésbico fantástico com nossos amigos em masturbações frenéticas. Na república nos controlávamos e estudamos muito juntas, mas nos fins de semana usufruímos do dinheiro dos dois que parecia não ter fim fazendo viagens curtas, alugando lancha e tudo que o dinheiro pode comprar, até o dia que vimos na televisão uma reportagem dando conta da prisão dos golpistas que usavam a internet para desvirem fortunas.

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