Fazendeira
Meu relato pode constituir por si só um choque de gerações, pois os fatos ocorreram em um momento bem diferente aos dias de hoje.
Ainda bem menina tornei-me órfão de mãe, meu pai capataz de uma fazenda enorme sem alternativa me entregou aos cuidados de algumas freiras e passei a viver em um pensionato administrado por elas. Foram tempos felizes dentro de uma criação bastante exigente. Já mocinha, estava na dúvida entre ser freira ou médica veterinária. Em suas visitas mensais, meu pai me exibia fotos de cavalos e vacas leiteiras de fantástica beleza. Já com o corpo herdado de minha mãe eu era a própria mulher mediterrânea, nessa época conheci o dono da fazenda onde meu pai trabalha e de algumas outras menores. Coronel Oliveira levou a mim e meu pai para jantarmos no melhor restaurante da Capital onde ficava o Campus Universitário na noite que saíram os resultados do vestibular, homem forte já com mais de sessenta e cinco anos, parecia mais contente com minha aprovação do que eu e meu pai juntos. No início do curso, Oliveira passou a acompanhar meu pai nas visitas que faziam a mim todos os fins de semana e passeávamos os três pela cidade. Já no meio do curso, passamos a conhecer as propriedades de Oliveira. No último ano, já com Oliveira prestes a completar setenta anos e eu com pouco mais de vinte e dois, pediu-me oficialmente em namoro, parmitimo-nos a passear de mãos dadas e eu podia ver as não raras ereções daquele homem que era tão bom para mim. Ainda no mês da colação de grau, casamo-nos aí sim meu marido com os exatos setenta anos e eu prestes a completar vinte e cinco. Claro que a todos pareceu que eu estava me aproveitando do idoso. A lua de mel, como era tradição na época, foi na melhor suíte do melhor hotel de Poços de Calda, naquela noite pela primeira vez, eu e meu marido trocamos nosso primeiro beijo de língua. Após deixar-me nua naquela cama enorme, Oliveira exibiu sua magnifica ereção e pude pegar em seu membro e após carinhos que homem algum tinha feito em mim, tornei-me mulher. Durante meses, mantínhamos relações diárias, tornei-me fã de carteirinha de sexo, mas a idade é implacável, meu fogoso marido aos setenta e cinco anos começou a apresentar problemas de ereção. Eu o masturbava desesperadamente, o chupava, me masturbava em sua frente para ele se excitar, mas nem sempre ele conseguia eu com a vitalidade de uma mulher com menos de trinta e cinco, vivia subindo pelas paredes, até que resolvemos dar uma volta ao mundo. Na Grécia, não sei como o Oliveira soube como as coisas funcionavam, a verdade é que em um belo dia de sol, ele me levou para passear em um barco a remo em que o remador ficava de frente para o casal que fazia o passeio na maior parte do tempo deitado em almofadas na parte de trás do barco. Distantes dos outros barcos Oliveira abriu minha blusa e passou a mamar em mim, eu morrendo de vergonha do homem estranho, o vi parar de remar, baixar e shorts e nos mostrar seu belo membro. Oliveira disse no meu ouvido: Aproveita, quero vê-la gozando como não vejo a tempo.
Era verdade, a mais de um ano eu só me masturbava às escondidas. Meu marido me despiu toda, eu já não estava mais com vergonha e sim com muita tesão . Me contorci toda ao sentir a boca do meu idoso no meu grelo. Vendo aquela belo macho em pé completamente nu no meio do barco com aquela bela ereção, minha buceta passou a chorar molhando a almofado sob ela. Meu marido trocou de lugar com o remador, sentou-se no banquinho no meio do barco e meu presente deitou-se a meu lado. Como uma lobo fiz o macho deitar no fundo do barco, ajoelhei sobre ele e soltei o peso do corpo, minha buceta que pingava de tanta tesão engoliu aquele cacete todinho e passei a quicar como uma louca, gozando em minutos ouvindo a torcida o meu marido e não parei, assim que me recuperei voltei a quicar e quando senti que o Grego estava enchendo a camisinha de porra, gozei como uma louca, ao me virar, vi a cara de felicidade de meu corno idoso.
Em menos de seis meses depois da viagem tornei-me viúva. Por algum tempo tomei pulso dos negócios mas logo movida pela fogueira no meio das pernas, resolvi conhecer o mundo com clara intenção de voltar a Grécia e comer todos os barqueiros do País, mas de passagem pelo Rio de Janeiro, vi aqueles corpos lindos desfilando pela praia, medindo “as malas” dos rapazes que passavam, fui abordada por um mulatinho magrinho que estava tentando me vender uma porção de amendoim, passamos a conversar e eu não queria acreditar, em sua bermuda surrada era nítida a marca de um pinto grosso que ia até o meio de suas coxas, não era possível que um rapaz tão magrinho tivesse uma piroca como aquela que estava marcada na bermuda, disfarçadamente passei a mão, mas o rapaz esperto sorrindo disse: É grande mesmo dona, as meninas do meu bairro fogem de mim porque não aguentam.
Já em uma conversa descarada percebendo que ninguém estava prestando atenção em nós, alisei aquele cilindro percebendo que a coisa era realmente enorme. Fiquei alucinada para ver e segurar aquela cobra que só com uma alisada já estava pulsando. Sem pensar nas consequências, já estava prestes a agarrar o garoto quando ele fala que tinha uma pensão ali pertinho que alugava quarto por hora. Sem perda de tempo acompanhei o mulatinho, chegamos a uma casa sem placas de pensão e entramos, uma mulher com cara de puta me falou o preço do quarto com a opção de uma a quatro horas, paguei logo as quatro horas e me dirigi ao quarto, o rapaz esperto, entrou no quarto e saiu como um raio com uma toalha na mão, meu coração estava batendo na boca, aquilo era reconhecidamente uma loucura, logo ele volta enrolado na toalha e coloca outra na minha mão me apontando onde era o chuveiro. Tomei um banho rápido e quando abro o banheiro o meu acompanhante estava me esperando na porta, ambos enrolados em toalhas entramos no quarto, logo que fechou a porta ele puxou a minha toalha e ao me ver nua, exclamou: Nossa como você gostosa…
O garoto solta a toalha e eu vejo aquela pica enorme levantando e esticando, ficando do tamanho do pênis de um cavalo. Alisei aquela rola com agua na boca e entendi porque as garotas fugiam dele, por instantes duvidei que conseguiria dar conta de uma caceta daquelas, pois para chegar aquele tamanho, teria que somar ao pau do meu falecido marido o pau do grego.
Hipnotizada, abocanhei a cabeçorra, o pintudo sorriu. Em minutos eu já tinha babado toda a caceta e sem lembrar camisinha, joguei meu menino na cama ajoelhei sobre o pinto, peguei a trolha e passei a esfregar meus lábios vaginais, a caceta ficou toda molhada com o liquido que escorria da minha buceta, olhei para trás e vi a imagem daquele cacete molhado refletido no espelho da penteadeira. Levantei ficando de pé na cama passei e flexionei os joelhos ficando de cócoras e olhando para o espelho voltei a esfregar o pau na minha buceta, ouvindo o som molhado que o esfregaço produzia. Já completamente transtornada, gozei sem penetração quando senti minha menininha ser lambuzada pelo leite de macho. Aproveitando a lubrificação total e uma leve diminuída da ereção, já de joelhos, engoli cerca de dez centímetro de piroca grossa. Passei bastante tempo rebolando nos dez centímetros de rola admirando a imagem no espelho da minha buceta acostumando com a grossura. Percebendo que havia rigidez suficiente, deixei o corpo entrar mais um pouco, e mais um pouco, até que as paredes vaginais adquirissem elasticidade. Ouvindo os gemidos do meu fodedor, passei a quicar sentindo a piroca empurrar meu útero, entrei em extasse profundo, beirado ao desfalecimento. Naquele dia, comi com a buceta aquele salame carioca várias vezes. Hoje meu menino pintudo é zelador de um dos meus imóveis em uma cidade de porte médio, tendo a obrigação de cuidar da piscina, das plantas e arrombar minha buceta sempre que o visito.
