Sexo na virada de ano: como meu namorado me fodeu até o amanhecer
Eu nunca imaginei que a virada de ano seria tão quente, mas quando meu namorado me puxou para o quarto no meio da festa, eu já sabia que aquela noite ia ser inesquecível. A casa estava cheia, todo mundo bêbado e animado, mas os únicos fogos que eu queria ver explodir eram os do meu orgasmo. E, puta que pariu, ele me fez gozar tanto que perdi a conta.
A noite começou normal: champanhe, música alta e eu usando um vestido curtíssimo que deixava minha bunda à mostra toda vez que eu me virava. Meu namorado não tirava os olhos de mim, e eu sabia que ele estava com tesão só de ver como os outros caras me olhavam. Ele sempre foi do tipo ciumento, mas naquela noite, o ciúme só deixou ele mais selvagem.
O primeiro beijo do sexo na virada de ano
Quando o relógio bateu meia-noite e todo mundo começou a se beijar, ele me agarrou com uma força que me deixou molhada na hora. Seu beijo era dominador, língua entrando na minha boca como se fosse a última vez, e eu já conseguia sentir o pau dele duro pressionando contra a minha coxa.
“Você tá me deixando louco com esse vestido, puta”, ele sussurrou no meu ouvido, e eu só consegui gemer quando ele apertou minha bunda com força. “Vamos pro quarto agora, antes que eu te foda aqui mesmo.”
Não precisei pensar duas vezes. Puxei ele pelo braço e subimos as escadas correndo, quase tropeçando de tanto tesão. Mal fechei a porta, e ele já estava com as mãos debaixo do meu vestido, puxando minha calcinha pro lado e enfiando dois dedos na minha bucetinha molhada.
“Tá pingando, gostosa”, ele rosnou, enquanto me empurrava contra a parede. “Quer meu pau agora ou vou te fazer implorar?”
A primeira gozada do ano
Eu não aguentei—já estava com tanto tesão que só consegui cair de joelhos e abrir o zíper da calça dele. Quando puxei a cueca pra baixo, quase engasguei: a piroca dele estava enorme, veiuda e pulsando. Enfiei na boca sem dó, chupando com vontade, sentindo o gosto salgado do precum escorrendo na minha língua.
“Isso, putinha, engole tudo”, ele gemeu, segurando meu cabelo e metendo na minha garganta. Eu adorava sentir aquela pica grossa me sufocando, e quando ele puxou meu cabelo pra trás e cuspiu no meu rosto, eu quase gozei ali mesmo.
Mas ele queria mais. Me jogou na cama, arrancou meu vestido e começou a chupar meus peitos enquanto eu me contorcia. Sua boca desceu, passando pela minha barriga, até chegar na minha buceta. Ele me lambeu como se fosse a última coisa que ia fazer na vida—língua no clitóris, dedos enfiados, e eu gemendo como uma louca.
“Vai gozar pra mim, safada?” ele perguntou, e eu não aguentei—um orgasmo violento me sacudiu, pernas tremendo, mãos agarrando os lençóis.
O pau dele me arrombando
Antes que eu me recuperasse, ele já estava em cima de mim, alinhando aquela pica gigante na minha entrada. “Prepara que vou te foder até o sol raiar”, ele rosnou, e então—meu Deus—ele enfiou tudo de uma vez.
Eu gritei, mas ele tapou minha boca enquanto começava a meter com força. Cada socada batia no meu útero, e eu sentia aquela piroca me abrindo por completo. Ele me virou de quatro, agarrou minha bunda e meteu ainda mais fundo.
“Tá gostando, puta? Sente o pau do teu homem esticando tua bucetinha?” ele perguntava, e eu só conseguia gemer em resposta. Minha buceta estava latejando, e eu sabia que não ia aguentar muito mais.
Quando ele acelerou, eu sabia que ele tava perto. “Goza dentro de mim, por favor!” eu supliquei, e ele não resistiu—com um gemido rouco, ele explodiu, jorrando goza quente lá dentro enquanto eu tinha mais um orgasmo espetacular.
A madrugada depois da transa
A festa ainda rolava lá embaixo, mas nós ficamos no quarto até o amanhecer. Ele me pegou de novo, depois de novo, e quando o sol nasceu, eu estava completamente arrombada, cheia de goza e feliz da vida.
“Melhor virada de ano da minha vida”, ele disse, me puxando pra outro beijo.
E eu só consegui concordar.
