Tudo começou na cadeia

Meu nome é Enzo, nascido em um pequeno vilarejo, habitado por descendentes de imigrantes italianos, tenho todos os traços de minha avó materna, corpinho mignon, cabelos aloirados, olhos verdes e bundinha arrebitada e doto médio. Na mesma semana que completei dezoito anos embarquei para Capital do Estado, onde pretendia ganhar a vida. Assim desembarquei na rodoviária, dirigi-me a uma banca de jornais e perguntei qual dos jornais tinha mais ofertas de emprego, um senhor que estava ao lado me disse o nome do jornal que eu deveria comprar, olhei o preço na capa do jornal indicado e com dor no coração enfiei a mão no bolso, o bom samaritano se ofereceu para pagar e ainda me ofereceu um dinheirinho para eu ficar sentado no banco que ele indicou e entregasse a mala que estava em suas mãos a um rapaz que falaria uma senha. Logo aceitei e fiquei entusiasmado de como era fácil ganhar dinheiro ali, fui sentei no banco com a mala no meio das pernas e comecei a folear o jornal, em pouco tempo fui abordado por dois policiais que abriram a mala que eu estava guardando e me levaram preso, depois de passar o dia sendo interrogado por coisas que eu não sabia responder, fui levado a uma cela onde havia mais doze homens das mais variadas características e um travesti.

Logo que entrei o travesti sorriu para mim, achei natural, pois sem dúvida eu era o mais bonito ali, para não dizer que era o único bonito. Fiquei encostado na parece até que a travesti se aproximou de mim e me ofereceu um sabonete, achei legal da parte dela, logo que ela se afastou, o rapaz ainda jovem também que estava a meu lado me falou baixinho: Parece que ela gostou de você. Olhei para ele meio desconfiado e ele continuou: Essa é a Mamãe, já matou mais gente que você possa imaginar, aqui todo mundo respeita ela, tanto que os carcereiros a nomearam chefe do xadrez, ninguém aqui a desobedece.

Fiquei aliviado que alguém tão perigoso tinha gostado de mim. Passado algum tempo, Mamãe chega perto de onde eu estava e com aquela voz característica de travesti pergunta: Você não vai usar a sabonete que te dei? Gelei, e pensei, será que ela tinha tomando como ofensa? Vou sim, é que não tenho toalha. Não se preocupe, eu te enxugo. Respondeu ela. Percebi que todos disfarçavam, mas estavam prestando a atenção na conversa. Tirei a roupa ao lado do cano por onde saia a agua e vi quando Mamãe a recolheu, ao final do banho vi que em um canto do xadrez havia uma cama improvisada com cobertores e Mamãe a sua frente com uma toalha esticada, entendi que teria que come-la para não morrer ali, caminhei em direção ao travesti e ela me abraçou me envolvendo na toalha, que ela fez questão de esfregar cada parte do meu corpo, alisando em seguida minhas nádegas, não sei se por medo ou por ação do alisamento, estremeci. Ela notou, sorriu me deu meu primeiro beijo na boca, mas sabendo que não poderia reagir embora envergonhado pois todos estavam olhando, correspondi, achando estranho que eu final do beijo, seu pau estava duro e ela de modo doce falou: Deita aqui comigo./ Quando tentei me abaixar para pegar minhas roupas que estava arrumada no pé do leito improvisado, ela falou: Você não precisar de roupas.
Eu deitei, ela tirou a bermuda e pude ver sua ereção, antes que eu pudesse me arrumar já deitado no chão, ela me virou de cara para a parede, e encostou seu pinto duro na minha bunda. Não consegui me controlar, meu corpo inteiro tremia de medo. Senti seu bafo na minha nuca, em seguida sua língua percorrendo meu pescoço e meu ombro. Entendi que naquela foda não seria eu que iria comer e que seria comido. Enquanto elogiava minha pele, minha bunda, meus cabelos etc.., sua vez não escondia sua excitação e por vários minutos, alisou meu rego com seu pau, eu não sabia o que era mais forte, meu medo ou a vergonha dos estava sentindo dos outros presos que certamente acompanhavam cada movimento. Sem eu esperar, ela enfiou o dedo no meu cuzinho virgem. Contrai o corpo e tentei ir para frente, batendo com a cabeça na parede, o travesti pergunta no meu ouvido: è sua primeira vez? Você guardou sua pregas para o meu pau? Nossa que delícia, seu cu está mordendo meu dedo, fica de quatro e relaxa. Diante de minha demora, a travesti me aplicou um mata leão que quase me fez desmaiar quando afrouxou repetiu: Rica de quatro e arrebita esse cuzinho que será meu por bem ou por mau.

Sabendo que Mamãe poderia me matar ali e que ninguém ia me socorrer, fiquei de quatro, a sacana abriu minhas nádegas cuspiu bem no meu cuzinho, segurou encostou seu pau no meu buraquinho e empurrou, não gritei com vergonha da plateia, nunca tinha sentido tanta dor e passei a sentir os empurrões até que as bolas de mamãe começaram a bater nas minhas coxas e ele com a respiração ofegante passou a falar auto como eu era apertado, como meu cu era quente, virei a cabeça e vi dois dos outros presos se masturbando, chorei baixinho e ouvi o travesti uivar de prazer ao mesmo tempo que enchia meu cu de porra. Achei que teria acabado o meu sofrimento quando Mamãe mandou eu deitar com jeitinho para o pau dela não sair de dentro de mim e assim que deitei, ela continuou bombando, além da dor, meu anel parecia estar em carne viva, de tanto que ardia, não bastasse estar me comendo por baixo, mamãe resolveu morder o meu pescoço, meus dentes passaram a doer de tanto que eu os fazia ranger, até que depois de um tempo que pareceu uma eternidade, ela gozou novamente. Sem dizer uma palavra, colocou novamente o sabonete na minha mão, caminhamos junto até o cano de agua e ela me fez ensaboar todo o seu corpo, inclusive seu pinto. Ao final, fala alto para todos ouvirem, essa noite, essa menina é só minha. Na manhã seguinte, logo que o carcereiro bateu na grade, Mamãe fala no meu ouvido: Vou te dar uma caneca de café e um pão, para você ter forças para aguentar minha rola que pelo que senti ontem, você gostou, percebi que você segurou a vontade de rebolar na minha vara, mas logo você vai se soltar. Ao terminar de falar, me deu um beijo na boca, levantou, foi até a grade e voltou com uma caneca de plástico cheia de leite e misturado com café e um pão. Agradeci e tive que ouvir ela dizer: Daqui a pouco você vai ver que meu leitinho e muito mais gostoso que esse. O pão desceu quadrado e quando tentei levantar senti uma dor no cu enorme e sentei nos cobertores novamente e Mamãe falou: Descanse, vocês dois peguem as vassouras, você e você peguem o balde e a escova e limpem o boi(privada), você recolhe as canecas e coloque na grade. Feita a faxina no xadrez, a porta da cela para o pessoal ir para o pátio, todos saíram, menos eu e Mamãe, ela baixou a bermuda , sentou a meu lado e disse: Agora vou te ensinar a chupar minha buceta. Puxou minha cabeça e me fez engolir seu pau mole, e passou a me instruir enquanto alisava minhas costas, senti o cacete que ela chamava de buceta crescer na minha boca, ela mandava eu parar e mordiscar o cilindro, manipular suas bolas, até que gozou na minha boca. Saímos para o pátio de mãos dadas, mesmo os presos de outras celas não encaravam Mamãe, até que chegamos a porta de outra cela, onde o chefe era um negrão com físico de halterofilista, mamãe me puxou pela mão e entramos lá dentro só estava o Galo Cego, assim chamavam o chamavam por ele ter um olho vazado, já completamente sem cor, os dois chefes se beijaram apaixonadamente. Mamãe fala para o Galo Cego: Olha que delicia, já o furei para você.
Senti as lágrimas correrem pelo meu rosto, não mais de pelo fato de estar sendo tratado com escravo sexual. Ele com voz rouca e ameaçadora diz: Tira a bermuda e fica de quatro aí no chão.
Me senti perdido, quando vi o tamanho da piroca negra tive a certeza que meu cu seria rasgado, aquilo nunca caberia em mim, mas era rola ou morte. Obedeci, fiquei alguns minutos olhando para a porta da cela e nada aconteceu, virei o pescoço e vi Mamãe chupando aquela piroca imensa e o negrão olhando fixamente para o minha bunda, voltei a olhar para frente e logo ouvi um som gutural animalesco, virei a cabeça e vi Mamãe levantar a cabeça com a boca com fios de porra escorrendo pelo seu queixo.

No fim da tarde, já temendo o que aconteceria depois que as celas fossem fechadas, um carcereiro chamou vários nomes, inclusive o do rapaz que tinha me avisado dos perigos e o meu, apresentei-me e uma alegria imensa tomou conta de mim, a polícia tinha apurado tudo certinho e prendido o cara que me enganou na rodoviária, eu fui solto.

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