Nossa GP

No dia do meu aniversário de cinquenta anos, eu estava bem pensativo, sentindo a falta de minha filha que tinha ido morar em uma cidade distante para fazer faculdade. Levei minha esposa Ana de 38 anos até a sua imobiliária pois ela tinha que fechar um negócio. Para comemorar, resolvi ir dar uma braçadas na piscina do clube que somos sócios. Quinta feira pela manhã, a piscina fica dividida, uma parte para os sócios e outra para o pessoal da natação. Dentro da água segurando na borda eu estava com o pensamento longe, quando ouvi a voz de um senhor que estava lamentando a morte da esposa e outro ouvindo. Pouco depois das dez, me dirigi ao vestiário ouvi novamente a conversa dos dois homens, o viúvo falou a frase que até hoje reverbera em minha cabeça, “Ela aproveitou a vida, em cinquenta anos de casados, ela não deixou de meter um só dia, esteja onde estiver ela deve estar ensinando posições nova para as amigas kkkk , no dia anterior a partida passamos a noite no …(falou o nome de uma boate ), ela derrubou dois novinhos” . Os dois riram muito.
No caminho da imobiliária para pegar minha esposa pensei: Caramba como o casal foi feliz.
Levando para minha vida pessoal, lembrei que quando casei eu comia minha esposa todos os dias, as vezes dava duas seguidas, naqueles dias, quando muito uma vez por semana.
Levei minha esposa para almoçar em uma churrascaria e do nada perguntei a ela se estava feliz, ela respondeu que sim, com naturalidade eu continuei e nossa vida sexual?, Ela meio confusa respondeu: Já foi melhor…, continuamos o almoço com aquele monte de palavras dando voltas na minha cabeça.

Chegando em casa, corri para o computador e pesquisei o nome da boate e estava claro que era uma boate liberal, com muitas possibilidades de troca de casais …
Indo ao quarto, olhei aquela bundinha linda, os seios que ainda guardavam a beleza de quando os chupei pela primeira vez, puxei minha mulher para cama e a sentei na minha cara, chupei aquela bucetinha com a voracidade que a muito não tinha e a fiz gozar profundamente, ela ficou toda molinha e adormeceu. Enquanto ela dormia, separei um vestidinho branco que nela ficava coladinho e realçava bastante seu lindo trazeiro, separei um par de sapatos com salto agulha e quando ela acordou comuniquei a ela que íamos jantar fora.

Saímos de casa pouco depois das vinte e uma horas, atravessei a cidade dirigindo e parei em um bom restaurante já no bairro boêmio, próximo da boate. Jantamos tomando vinho, ela já estava alegrinha quando parei em frente da boate e informei a ela que íamos esticar um pouco mais a noite. Ao entrarmos uma recepcionista muito simpática se ofereceu para nos mostrar a casa, cada cômodo que a funcionária descrevia, Ana ficava mais espantada, após percorrermos tudo, sentamo-nos em um confortável sofá, pedimos mais um vinho e assistimos ao show de strip, minha esposa já estava com aqueles olhinhos de quem começava a sentir os efeitos da bebida e eu a puxei pela mão entrando no corredor onde só se pode entrar em casais, olhamos pela treliça das cabines e pudemos ver o pessoal metendo, Ana já estava desperta e claramente excitada, chegamos a um corredor em que os caras colocam o pau em uns orifícios redondos e ficam atras da parede, incentivei minha esposa a alisar uma daquelas caceta, e com muita satisfação, a vi alisar um pau com características semelhantes ao meu, sugeri a ela que alisasse o rosto com aquela que era a segunda rola que ela tinha nas mãos em toda a vida, ela entusiasmada com o meu liberalismo, Ana imitou uma outra mulher que estava mais a frente, virou de costas para a parede, pegou o caralho desconhecido e sem tirar a calcinha fio dental do meio do rego, começou a esfregar a peça em sua bunda, aboiando-se no meu corpo, eu já estava com o pau explodindo, quando uma cavalona novinha, acompanhada de um homem já de meia idade parou a nosso lado e as duas se encararam, quase não acreditei quando minha amada largo o cacete com que estava se divertindo, fez um gesto que eu entendi que era para solta-la e ambas se atracaram em um beijo cinematográfico, as duas se amassaram por poucos minutos até que a gostosa saiu puxando minha Ana pelo corredor até encontrar uma cabine vazia, eu e o coroa seguimos as duas, elas entraram na cabine e a grandona imprensou minha amada na parede, eu e o cara puxamos nossos paus e começamos a nos masturbar assistindo ao espetáculo das duas, a desconhecida puxou os seios de minha esposa e passou a mamar neles, Ana alisava aquela bunda enorme com uma expressão de loba faminta, que eu nunca tinha visto em seu rosto antes, puxou o vestido acima da cintura tendo a buceta invadida pelos dedos de sua amante inesperada, levantou uma das pernas apoiando o pé na bancada onde os casais normalmente deitam. Em segundos seus gruídos deixavam claro que ela estava tendo um orgasmo forte, gozei ali mesmo, arremessando porra no chão no mesmo instante que o outro cara fazia o mesmo, só então percebi que várias pessoas assistiam a foda da minha esposa através da treliça, peguei um rolo de papel higiênico que era colocado ali estrategicamente me limpei, peguei a mão de minha esposa e saímos em direção ao banheiro, quando ela falou: Não sei o que deu em mim!
Olhei no fundo dos olhos dela e a beijei agradecendo o presente de aniversário, ela meio envergonhada me deu um cartão dizendo: Ela me deu isso, guarda para lermos depois.
Fiz uma higiene melhor no banheiro voltei a encontrar minha esposa para continuar a turnê e no quarto coletivo, eu a fiz ajoelhar na cama ao lado de uma mulher que já estava naquela posição tomando na bunda e penetrei sua vagina, gozamos muito ouvindo aqueles gemidos com todos em nossa volta assistiam nossa foda.
Chegamos em casa cientes de que cumplicidade entre nós tinha se fortalecido muito naquela noite. Ao tirar a calça encontrei o cartão que minha mulher tinha pedido para eu guardar, era um cartão da boate e no verso o nome Silvia e o número de um telefone celular, deixei sobre o criado, tomei banho, me joguei na cama trocamos nosso tradicional beijinho de boa noite e dormi profundamente.
O relógio despertou no horário normal e em um esforço sobre humano levantei, dei aulas a manhã toda, a tarde, cumpri expediente normal.

Cheguei em casa naquela noite de sexta feira mais moído que o normal, senti um cheirinho de comidinha gostosa e vi minha amada radiante como a muito não se apresentava, durante o jantar, Ana foi me contando as coisas a conta gotas, primeiro falou que tinha ligado para Silvia; não lembrando do nome perguntei quem era Silvia; ela meio encabulada falou que era a mulher com tinha estado na noite anterior; ela continuou: passamos mais de duas horas no telefone; ao ver minha cara de interrogação ela complementou: Ela é garota de programa. Exausto esbocei um sorriso sem fazer qualquer comentário.
Deitei e Ana falou no meu ouvido: ela virá passar a tarde conosco. Espantado olhei para a carinha da minha amada e ela falou apressadamente: Se você não quiser eu ligo para ela e cancelo.

Beijei minha esposa com muito tesão e disse: Claro que eu quero.
Acordei sozinho na cama, entrei no banheiro da suíte e assisti minha esposa passando creme nas nádegas já com a banheira cheia e o aroma indicava que a água estava dissolvendo os sais, Ana com sua carinha angelical falou meio envergonhada, estou me preparando para nossa tarde lasciva.
Quinze horas, Ana parecia uma colegial esperando a visita do primeiro namorado, o interfone tocou, ela correu para atender, abrindo em seguida a porta. A mulher era muito mais gostosa do que eu tinha notado na noite anterior, além do charme sua blusa degotada mostrava seios fartos e firmes, sua bunda tinha formas perfeitas, maquiagem leve perfeita para aquela hora do dia. Ana fechou a porta e ambas desfilaram pela sala de mãos dadas e sentaram-se no sofá e beijaram-se comportadamente, acho que nem lembravam-se da minha presença. Em poucos minutos ambas já estavam nuas da cintura para cima, alternando as mamadas, e logo caminharam em direção a suíte só de calcinhas, muito louco de tesão, não deixei de notar que a visita levou junto uma maletinha de couro, ao chegar no quarto vi a maleta ao lado de nossa cama e as duas esfregando as bucetas uma na coxa da outra em seguida, deitaram de lado entrelaçaram as pernas e passaram a esfregar buceta com buceta, sentei na poltroninha da suíte e me mal toquei no pau para me masturbar e já gozei na mão, em poucos minutos estava me masturbando de novo assistindo as duas gozarem juntinhas com muitos gritinhos, palavras mal pronunciadas e muito gemidos. As duas colocaram-se lado a lado com as cabeças nos travesseiros alisando uma o corpo da outra, logo após uma troca de cochichos Silvia vira o corpo, pega a maleta e saca de seu interior uma cinta com um consolo preto de no mínimo vinte centímetros, grosso e reluzente acoplado, minha inocente esposa se coloca de quatro com a perna entre aberta, sua amante já com a cinta colocada ajoelha atrás dela esfrega a cabeça de silicone na racha da minha esposa e empurra minha esposa contrai o corpo, vi pelo espelho seu rosto mostrar a dor que sentiu com a penetração, afinal, não estava acostumada a receber na buceta algo tão grosso e grande, rebolou para um lado, rebolou para o outro e logo estava jogando o quadril para trás, nesse momento Silvia se vira para mim e fala: Você não quer fazer parte do trenzinho?
Em dois pulos eu estava ajoelhado atrás daquele corpanzil delicioso e no nervosismo, empurrei a rola para frente errando o buraco invadindo sem permissão o cuzinho da nossa acompanhante, ela soltou aquele gemido delicioso que só uma mulher sabe fazer quando sofre uma penetração anal. Parei por alguns instante, mas ela começou a fazer movimentos para frente e para trás fodendo a buceta da minha esposa, então coordenei meus movimentos e logo entramos em um ritmo alucinante, algumas vezes vi pelo espelho do guarda roupas e não reconheci minha esposa suas feições era que quem estava vivendo intensamente aqueles momentos e foi a primeira a gozar, tendo uma verdadeira convulsão pedindo para sua mante enfiar com mais força arrastando-me para o gozo, sendo seguido de perto por nossa visita. As duas foram para o banheiro, quando levantei, só tive tempo de ver minha esposa entregando um cheque para Silvia, ganhar um beijinho e a cavalona saindo pela porta.

O que você achou desse conto erótico?

Clique nas estrelas

Média da classificação 4.5 / 5. Número de votos: 2

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este conto.