Halterofilista X Surfista ( segunda parte)
Depois daquela foda excepcional, voltei para cara achando que tinha ganhado na loteria, tinha conseguido comer a bunda mais bonita que conhecia e por cima Bete havia prometido me dar a buceta, se o cu já tinha sido aquele espetáculo, não via a hora de comer a minha primeira buceta, especialmente por ser a da Bete.
Passei o dia esfregando o chão, arrumando os pesos que os alunos deixavam jogados, tudo na maior animação, aquele dia por coincidência era o dia de folga da Bete. No fim do expediente entrei embaixo da ducha e me esfreguei mais que nunca, passei uma colônia de macho que alguém tinha esquecido no vestiário e fui andando para a casa da Bete.
Ela olhou pelo olho mágico e abriu a porta usando aquele mesmo vestidinho da noite anterior, que eu sabia não ter nada por baixo. Antes que ela o fizesse, já a agarrei e enfiei a língua em sua boca e esfreguei meu pau em seu corpo. Ela afastou o rosto e olhou dentro dos meus olhos e disse: “As preliminares são minhas…”/ Dizendo isso, puxou o vestido pela cabeça e me puxou pelas mãos em direção a seu quarto, vi o movimento das duas nádegas duras na minha frente e fui largando as roupas pelo caminho. Na metade da cama, o mesmo plástico da noite anterior e ela ajoelho na minha frente abocanhando minha rola, mostrando que sabia tudo de boquete, engoliu toda a minha pica e com os músculos da garganta, massageou meu pau, uma sensação incrível. Ela tirou a boca provocando aquele som parecido com o de uma garrafa sendo destampada e vendo minha cara de desespero, ainda ajoelhada enfiou de uma vez só seu dedo indicador todo no meu cu, sem saber o que fazer, sentindo uma dorzinha esquisita e um desconforto com aquele dedo forte se movimentando dentro do meu canal anal ouvi: “Você quer minha buceta, nada mais justo que eu coma seu cu também…” Não entendi nada até ela tirar um pote de gel que estava sob o plástico preto, encheu a mão com o gel e ainda ajoelhada enfiou o indicador e o dedo médio cheio de gel novamente no meu cu. Me contorci de dor, mas surpreendentemente meu pau passou a latejar, podia vê-lo pulsando no ar, ela mandou eu ajoelhar na ponta da cama e tirou uma cinta com um pênis de silicone acoplado que estava embaixo da cama, passou bastante gel e antes que eu pudesse protestar, senti a pontinha daquele negocio na portinha do meu cu e sem qualquer aviso uma dor terrível, eu acabara de ser arrombado, olhei para trás com cara de choro e vi a expressão de prazer estampada no rosto da gostosa, olhei por baixo e vi o brilho do liquido que escorria por suas coxas e que certamente saia de sua buceta, ela passou a bombar com força, fazendo-me contorcer de dor, até que passou a tremer as mãos em meu quadril, em seguida os braços e todo o corpo, gozando como se aquele pinto de silicone fosse parte de seu corpo, me puxou com força enquanto rugia feito uma fera. Aguentei firme fazendo caras e boca . Senti as mãos firmes de Bete alisar as minhas costas e fazer escorrer dela o suor que tinha se acumulado sobre minha coluna vertebral. Tirou a pica artificial de dentro de mim, me puxou e me beijou com volúpia dizendo com voz sensual: “Você é uma delícia, vou querer te comer todos os dias. Agora te quero na minha buceta, fica de pé”. Dizendo isso, deitou com as costas na cama, levantou os pés para o alto, arreganhou as pernas, exibindo aquela racha maravilhosa toda babada, me puxou pela cintura apoiou os calcanhares nos meus ombro e disse: “Enfia esse pau gostoso na minha buceta,…, isso me fode gostoso com força… assim…” Meu pau desapareceu dentro daquela racha macia, apertada, mas perfeitamente lubrificada, olhando para aquele conjunto de buceta e caceta, via as golfadas de liquido vaginal a cada movimento que eu fazia e a gostosa passou a contrair a musculatura do corpo todo, como se tivesse fazendo exercícios, até que teve uma convulsão de prazer, arrancando da minha piroca o leite que estava reservado para ela. Essas loucuras de ser comido e comer a mulher mais gostosa do mundo, se repete duas ou três vezes por semana a dois anos.
