Halterofilista X Surfista

Aos dezenove anos, só tinham três coisas que eu não tinha feito na vida, trabalhar, dar o cu e comer uma buceta. A desculpa de que teria que servir as forças armadas, acabou quando fui dispensado por excesso de contingente. Eu ostentava aquele estilo de surfista, quem já viu um, viu todos, cabelos encaracolado tingido de loiro, bronzeadão, bermudão colorida, óculos de camelô na cara e prancha em baixo do braço sete dias por semana. Minha família me avisou que se eu não arrumasse um emprego, perderia o teto e a comida. Com o ensino fundamental incompleto, eu tentava evitar de fazer o mesmo que alguns colegas de prancha faziam, pois tinha medo de acabar na cadeia.
Saí pelo mundão falando com um e com outro, sabia que não aguentaria trabalhar como ajudante de pedreiro e essas coisas, pensei em um emprego de vigia, mas sem referencia, estava difícil, até que parei em frente de uma edificação que estava sendo preparada para ser uma academia de musculação com aulas de várias modalidades, por sorte, o dono estava carregando algumas coisas para dentro, me ofereci para ajudar e acabei arrumando um emprego de ajudante geral. Em alguns dias a academia começou a funcionar, foi quando conheci a Elisabete (Bete), morena de olhos escuros, cabelos lisos bem cuidados, sempre preso na forma de rabo de cavalo, seios firmes, corpo todo malhado, mas o mais impressionante, a bunda, parecia uma mochila, pontuda, grande e dura, no inicio até imaginei ser de silicone, mas ao vê-la corrigindo os exercícios dos alunos, vi que ela sentava no banco de exercícios sem dó, então aquilo era resultado de muitas horas de academia mesmo, meu pau ficava como uma rocha quando via aquele fiozinho de suor marcando em sua roupa de ginastica bem no meio das pernas. Os alunos babavam quando a viam desfilando entre os aparelhos, assim como eu, na primeira semana, cheguei a bater três punhetas por dia, trancado no banheiro lembrando dela. Uma tarde eu estava no depósito de material com as mãos levantadas tentando arrumar aquelas bolas imensas em uma prateleira alta, quando ela entrou, sem a menor cerimônia, ela me abraçou por trás e para minha surpresa levou a mão a meu pau e disse com aquela voz de tesuda: “Nunca comi um surfista, meu negócio sempre foram os homens mais velhos que sabem como se comportar na cama, será que você sabe?”/ Só com a massagem que ela fez no meu cacete, eu gozei lambuzando toda a cueca. Em seguida, ela colocou um cartão na minha mão dizendo: “Aparece lá depois das vinte horas e vamos ver do que você é capaz”./ Caralho, até me belisquei para ter certeza que não estava sonhando.
No cartão da academia, tinha um endereço escrito no verso, vinte horas em ponto, toquei a campainha, ela veio atender com um vestidinho de alça. Como o tecido era bem fininho, deu para ver aquele par de seios lindos, ela me abraçou no centro da sala e recebi meu primeiro beijo na boca, minha vara parecia de aço, a gostosa percorreu toda minha boca com sua língua, tirou minha camiseta, sugou meus mamilos, um de cada vez, em seguida me virou de costas e passou a beijar minha nuca enquanto soltava o cordão da minha bermuda, deixando-a cair no chão, eu não podia evitar, passei a emitir aquele som gutural de quem já está doidão, ela se ajoelhou atrás de mim e fez o que nunca imaginei que uma mulher pudesse fazer com um homem, passou a língua no meio do meu rego, com as pernas tremendo, ouvi ela pedir para eu ajoelhar. Em quatro apoio, senti sua mão forte segurar meu pau que parecia de concreto de tão duro que estava e pela primeira vez na vida, senti uma língua invadir meu anel virgem, meu pau pulsou naquela na mão da fodedora e eu sujei o tapete com jatos de porra, ela me virou e novamente me beijou com um hálito de cu, ficou de quatro, empinou a bunda e falou: “Agora é sua vez”/ Admirei aquela bunda gigante, aquele cuzinho marrom escuro piscando e sem pensar duas vezes, enfiei a língua como ela tinha feito comigo, passei o dedo em sua racha babada e encontrei seu grelo duro, passei a massagear enquanto ouvia seus gemidos tesudos, até que vi os espasmos daqueles músculos malhados e seus gemidos mudaram de tom enquanto ela se contorcia. Ela olhou para mim com um brilho esquisito nos olhos e falou: “Você leva jeito, vou treina-lo direitinho”/ Puxando meu corpo para um lado e para o outro, acabamos na posição de sessenta e nove, encontrei aquele grelo cor de rosa e passei a chupar aquela bucetona raspadinha, enquanto ela chupava minha caceta, quando viu que eu estava quase gozando, levantou e me levou para o quarto, a metade da cama estava forrada com um plástico preto, sobre o qual ela ajoelhou dizendo: “Agora eu quero que você faça o que nem todos os meus coroas conseguem fazer…” Apoiou o corpo com a cabeça e com os dois joelhos, arrebitou aquele traseiro maravilhoso, abrindo as nádegas com as duas mãos, não tive dúvida peguei em seu quadril e empurrei a rola naquele cuzinho, ela soltou aquele som de quem acabara de ter o cu invadido, rebolou , soltou as nádegas e jogou o corpo para trás, enquanto levava as mãos ao meio das pernas, seus músculos anais ao mesmo tempo que mordia minha pica, a sugava para dentro dele, passei a bombar enquanto ela se masturbava, uma quantidade de liquido enorme passou a escorrer por suas coxas, entendi o motivo do plástico, logo aquela respiração forte e seus gemidos, me levaram a um extasse formidável e enchi seu cu de porra, quando sentiu a porra dentro dela, entrou em convulsão, gozando muito forte na minha caceta. Após algum tempo ainda com pau no cu ela olhou para mim sorriu e levou o corpo para frente.
Ela levantou, jogou uma toalha para mim e disse; “Amanhã veremos se você é tão bom em comer uma buceta quanto é comendo um cu”.

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