As melhores transas são aquelas que acontece sem se esperar

Eu tenho um trailer na frente de uma escolinha de crianças. Por isso conheço todos que trabalham na escola. Nesse dia estava uma chuva fina mais ventava muito. Uma das professoras que tinha o costume de passar pelo meu trailer todos os dias estava saindo com um guarda chuvas e assim que se aproximou o vento virou seu guarda chuvas ao contrário quebrando ele. Imediatamente eu abri a pequena porta pra que ela se abrigasse. Já com ela dentro do trailer a chuva se transformou numa chuva de verão muito forte. Estava chovendo dentro do trailer então tive que fechar pra não molhar tudo e ficamos os dois la dentro. O ventilador estava ligado mais o calor era grande.

Estava todo suado e minha camisa úmida pelo suor então falei. Você se incomoda se eu tirar a camisa está muito calor aqui dentro. Ela falou que não tinha problema e tirei minha camisa.

Ela me olhava prestando atenção no meu peito peludo já com alguns pelos brancos assim como na cabeça. Ela uma mulher de uns vinte e poucos anos. Podia ver o suor no seu rosto e ela passou a mão limpando e comentou. Pena que não posso fazer o mesmo. Então aproveitei a deixa e falei. Nada a impede. Ela me olhou nos olhos e falou. Há seu safadinho quer que eu tire a blusa, e riu. Então completei. Porque não. Ela ficou pensativa e olhando pro meu peito outra vez começou a acariciar meus pêlos.

A chuva batia no trailer fazendo um barrulho alto indicando que a chuva tinha aumentado mais ainda e não iria passar tão cedo. Com ela acariciando meus pêlos meu pau começou a ficar duro.

Então ela encostou seu rosto no meu peito e eu comecei a acariciar seus ombros e costas. Podia sentir sua respiração nos meus pêlos. E meu pau foi ficando cada vez mais duro. Então beijei sua cabeça e ela olhou pra cima com o rosto bem perto do meu. Eu aproveitei e beijei sua boca de leve. Ela fechou os olhos e retribuiu o beijo com uma vontade incrível e nos beijamos de verdade.

Podia sentir seu corpo trêmulo e arrepiado enquanto nos beijávamos. Então levei minha mão até um de seus seios e sua respiração ficou muito ofegante. Nesse momento meu pau já estava mega duro. Comecei a sarar sua coxa e ela ficou com a respiração muito forte. Então fui levando ela em direção do frizer e a fiz sentar em cima dele. Fiquei entre suas pernas e agora sarava sua buceta. Ela estava de olhos fechados e nos beijamos outra vez. Como ela estava de saia a levantei deixando enrolada na sua cintura. Puxei meu pau pra fora e comecei a esfregar ele na sua calcinha forçando bem ele. Ela me abraçava e beijava minha boca o tempo todo. Então puxei sua calcinha de lado e comecei a pincelar meu pau nos seus lábios vaginais.

O calor do seu corpo trêmulo estava me deixando louco de tesão. Então parei com meu pau bem na entrada da sua buceta e comecei a forçar a entrada. Ela abriu mais as pernas como me autorizando então forcei mais e a cabeça entrou. Ela gemia baixinho enquanto eu ia invadindo sua buceta.

Ela beijou meu pescoço enquanto eu começava num vai e vem bem devagar. Ela estava toda arrepiada então enquanto socava o pau na sua buceta comecei a acariciar seus peitos.

Logo senti ela gozando e aumentei o ritmo e logo ela gozou outra vez. Eu comecei a sentir que não iria aguentar por muito mais tempo então tirei pra não gozar dentro e ela desceu do frizer e começou a me chupar até que gozei na sua boca. Pra minha surpresa ela continuou me chupando e recebeu meus jatos na sua boca engolindo tudo e deixando meu pau bem limpinho. Quando ela se levantou e nos beijamos é que notamos que a chuva tinha passado. Depois desse dia ela passou a me visitar em casa e passamos noites maravilhosas.

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